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sábado, 1 de setembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Seis dicas para melhorar o desempenho do corretor no estande de vendas
Por: Guilherme Machado para o Blog Clipping Imóveis
Quando você é escalado para dar um plantão no estande de vendas, qual é o primeiro pensamento que vem a sua cabeça? Confesso que quando atuava como corretor de imóveis, acreditava que ficar no estande era uma penalidade, e muitos colegas assim também pensavam.
A sensação que tínhamos em relação ao estande de vendas era de que lá não haveria cliente, com exceção para o período de lançamento ou uma campanha específica de um empreendimento. Faltava-nos uma visão mais apurada sobre a importância deste espaço, em resumo, faltava-nos um planejamento coerente das nossas ações.
Contudo, a experiência nos faz aprender novas técnicas e passei a enxergar o estande como um espaço que potencializava aquilo que sempre enfatizo nos meus textos: o relacionamento, o planejamento, a pró-atividade e o engajamento, ou seja, a oportunidade do corretor mostrar o seu diferencial.
Com o aquecimento do mercado imobiliário, as empresas estão sofisticando cada vez mais seus plantões de vendas, chegando a investir milhões para transformar este ambiente em verdadeiros showrooms. Os espaços estão mais interativos e aconchegantes e são preparados para passar ao cliente a noção mais aproximada de como será a sua nova moradia.
Sendo assim, é importante compreender que motivar o cliente a ir ao estande não é simples, portanto, o corretor deve potencializar este atendimento ao máximo. Por isso, separei seis dicas de como melhorar o desempenho no estande de vendas. Vamos a elas.
1. Agir para conquistar
Os ambientes de um estande são cuidadosamente planejados para gerar o encantamento do cliente para que este possa sentir como será sua vida morando no imóvel.
A partir deste encanto inicial do cliente, ao se deparar com um decorado com muito requinte e beleza, o corretor deve agir para conquistar a fim de converter o encantamento em desejo de compra.
É necessário planejar a atuação, se preocupar em construir relacionamentos, perceber o que pode ser valorizado no estande e colocar tudo isso em prática.
2. Faça do seu estande uma extensão do seu escritório
Porém, o corretor não pode se acomodar. Para melhorar o seu desempenho, ele precisa estar cada vez mais engajado e comprometido com o alcance dos resultados. Além de atender aqueles clientes que são atraídos, muitas vezes, pelas ações de marketing, o profissional da intermediação também deve ser pró-ativo.
Por isso, é importante fazer do estande uma extensão do seu escritório, ou seja, agendar visitas para o estande. Ofereça ao seu cliente a oportunidade de se encantar em um lugar diferenciado.
Mas uma dica importante: não deixe para fazer a prospecção apenas no próprio estande. Faça um agendamento com antecedência, assim você irá se programar melhor para atender ao cliente.
3. Não fique preso a roteiros pré-programados
É comum que as empresas possuam roteiros de atendimento previamente elaborados, com um passo a passo de apresentação. É importante conhecer este roteiro, porém não devemos ficar limitados a ele, pois a aplicação será de acordo com o perfil de cada cliente.
Lembre-se, a missão do corretor é potencializar o encantamento do cliente possibilitado pela própria singularidade de um estande de vendas, sendo assim, identifique o perfil do seu cliente, mapeie o que mais lhe agrada e lhe interessa e explore esses elementos em seu atendimento, mesmo que eles não estejam previstos no roteiro da empresa. É a atitude e o comportamento do corretor que irão garantir um diferencial.
4. Entenda a história do seu cliente
Diante desta necessidade de identificar o perfil do cliente, é importante refletir que a motivação para a compra do imóvel não é algo tangível. O que leva as pessoas ao estande são seus sonhos, projetos de vida e desejos, sendo assim, entender a história de vida do seu cliente é uma das formas de aproximar os desejos à concretização da compra.
E é o relacionamento que o corretor estabelecerá com o cliente que o possibilitará conhecer estas histórias e assim melhorar a sua performance.
5. Veja o invisível
Hoje, é fundamental compreender que estamos na era informação, na qual os conteúdos circulam cada vez mais rápidos e mais abundantes e os clientes estão mais criteriosos. Sendo assim, o corretor precisa estar bem preparado para o atendimento.
O detalhe faz a diferença. Essa frase, que muitas vezes parece até clichê, é uma das maiores verdades no mercado imobiliário, pode acreditar nisso. Saiba detalhes do acabamento, do material que está sendo utilizado na obra, pois esses elementos são importantes e dão credibilidade e segurança às informações que o corretor transmite.
Aqui é até interessante fazer uma alusão a uma propaganda de uma grande marca de canos e tubulações. O comercial retrata um corretor que apresenta todas as vantagens do imóvel e o cliente fica encantado, mas quando é perguntado sobre os materiais usados na tubulação, o corretor se desestabiliza. E isso acontece no mundo real também.
6. Utilize o marketing de atração
Você já ouviu falar do marketing de atração? Este é um conceito que vem sendo bastante trabalhado no mercado atualmente. Trata-se de uma estratégia para atrair o cliente respeitando três etapas: a atração, a amizade e a conversão.
Uma das formas que utilizava era convidar potenciais compradores para uma ação diferenciada no estande de vendas. Em uma dessas técnicas de atração realizei a “Noite do Chefe”.
A ação visava destacar o espaço gourmet do empreendimento, na qual o cliente utilizava o decorado para preparar um prato. Isso criava um relacionamento e, mais do que isso, permitia aos clientes vivenciarem aquele ambiente de convivência como se eles já estivessem morando no imóvel.
Depois, passava para segunda etapa que era a da amizade/contato. Fazia o cadastro dos clientes que participavam da “Noite de Chefe” e após o evento, ligava para saber o que eles tinham achado, colhia sugestões, ou seja, alimentava o relacionamento iniciado.
Por fim, chegava à última etapa, que era a da conversão. A partir da opinião do cliente, ia destacando os diferenciais do imóvel, porém sem fazer nenhuma menção à negociação. O diferencial dessa estratégia era fazer com o que o próprio cliente falasse de valores, prazos, formas de pagamento a partir da experiência que ele teve.
Essas foram algumas das estratégias que utilizei para melhorar o meu desempenho no estande de vendas, este espaço que passei a enxergar como uma excelente oportunidade para a construção de relacionamentos e para melhorar os meus resultados.
Com isso, percebi que as pessoas não querem que ninguém venda para elas, mas querem comprar. Ou seja, elas precisam se sentir à vontade e ter experiências diferenciadas. E o estande de vendas tem boas condições para isso.
Você já havia pensado o estande sob esta visão? Compartilhe conosco suas experiências.
Guilherme Machado
Consultor, Coach e Palestrante. Expertise no desenvolvimento de equipes comerciais com foco em resultado.
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Quando você é escalado para dar um plantão no estande de vendas, qual é o primeiro pensamento que vem a sua cabeça? Confesso que quando atuava como corretor de imóveis, acreditava que ficar no estande era uma penalidade, e muitos colegas assim também pensavam. A sensação que tínhamos em relação ao estande de vendas era de que lá não haveria cliente, com exceção para o período de lançamento ou uma campanha específica de um empreendimento. Faltava-nos uma visão mais apurada sobre a importância deste espaço, em resumo, faltava-nos um planejamento coerente das nossas ações.
Contudo, a experiência nos faz aprender novas técnicas e passei a enxergar o estande como um espaço que potencializava aquilo que sempre enfatizo nos meus textos: o relacionamento, o planejamento, a pró-atividade e o engajamento, ou seja, a oportunidade do corretor mostrar o seu diferencial.
Com o aquecimento do mercado imobiliário, as empresas estão sofisticando cada vez mais seus plantões de vendas, chegando a investir milhões para transformar este ambiente em verdadeiros showrooms. Os espaços estão mais interativos e aconchegantes e são preparados para passar ao cliente a noção mais aproximada de como será a sua nova moradia.
Sendo assim, é importante compreender que motivar o cliente a ir ao estande não é simples, portanto, o corretor deve potencializar este atendimento ao máximo. Por isso, separei seis dicas de como melhorar o desempenho no estande de vendas. Vamos a elas.
1. Agir para conquistar
Os ambientes de um estande são cuidadosamente planejados para gerar o encantamento do cliente para que este possa sentir como será sua vida morando no imóvel.
A partir deste encanto inicial do cliente, ao se deparar com um decorado com muito requinte e beleza, o corretor deve agir para conquistar a fim de converter o encantamento em desejo de compra.
É necessário planejar a atuação, se preocupar em construir relacionamentos, perceber o que pode ser valorizado no estande e colocar tudo isso em prática.
2. Faça do seu estande uma extensão do seu escritório
Porém, o corretor não pode se acomodar. Para melhorar o seu desempenho, ele precisa estar cada vez mais engajado e comprometido com o alcance dos resultados. Além de atender aqueles clientes que são atraídos, muitas vezes, pelas ações de marketing, o profissional da intermediação também deve ser pró-ativo.
Por isso, é importante fazer do estande uma extensão do seu escritório, ou seja, agendar visitas para o estande. Ofereça ao seu cliente a oportunidade de se encantar em um lugar diferenciado.
Mas uma dica importante: não deixe para fazer a prospecção apenas no próprio estande. Faça um agendamento com antecedência, assim você irá se programar melhor para atender ao cliente.
3. Não fique preso a roteiros pré-programados
É comum que as empresas possuam roteiros de atendimento previamente elaborados, com um passo a passo de apresentação. É importante conhecer este roteiro, porém não devemos ficar limitados a ele, pois a aplicação será de acordo com o perfil de cada cliente.
Lembre-se, a missão do corretor é potencializar o encantamento do cliente possibilitado pela própria singularidade de um estande de vendas, sendo assim, identifique o perfil do seu cliente, mapeie o que mais lhe agrada e lhe interessa e explore esses elementos em seu atendimento, mesmo que eles não estejam previstos no roteiro da empresa. É a atitude e o comportamento do corretor que irão garantir um diferencial.
4. Entenda a história do seu cliente
Diante desta necessidade de identificar o perfil do cliente, é importante refletir que a motivação para a compra do imóvel não é algo tangível. O que leva as pessoas ao estande são seus sonhos, projetos de vida e desejos, sendo assim, entender a história de vida do seu cliente é uma das formas de aproximar os desejos à concretização da compra.
E é o relacionamento que o corretor estabelecerá com o cliente que o possibilitará conhecer estas histórias e assim melhorar a sua performance.
5. Veja o invisível
Hoje, é fundamental compreender que estamos na era informação, na qual os conteúdos circulam cada vez mais rápidos e mais abundantes e os clientes estão mais criteriosos. Sendo assim, o corretor precisa estar bem preparado para o atendimento.
O detalhe faz a diferença. Essa frase, que muitas vezes parece até clichê, é uma das maiores verdades no mercado imobiliário, pode acreditar nisso. Saiba detalhes do acabamento, do material que está sendo utilizado na obra, pois esses elementos são importantes e dão credibilidade e segurança às informações que o corretor transmite.
Aqui é até interessante fazer uma alusão a uma propaganda de uma grande marca de canos e tubulações. O comercial retrata um corretor que apresenta todas as vantagens do imóvel e o cliente fica encantado, mas quando é perguntado sobre os materiais usados na tubulação, o corretor se desestabiliza. E isso acontece no mundo real também.
6. Utilize o marketing de atração
Você já ouviu falar do marketing de atração? Este é um conceito que vem sendo bastante trabalhado no mercado atualmente. Trata-se de uma estratégia para atrair o cliente respeitando três etapas: a atração, a amizade e a conversão.
Uma das formas que utilizava era convidar potenciais compradores para uma ação diferenciada no estande de vendas. Em uma dessas técnicas de atração realizei a “Noite do Chefe”.
A ação visava destacar o espaço gourmet do empreendimento, na qual o cliente utilizava o decorado para preparar um prato. Isso criava um relacionamento e, mais do que isso, permitia aos clientes vivenciarem aquele ambiente de convivência como se eles já estivessem morando no imóvel.
Depois, passava para segunda etapa que era a da amizade/contato. Fazia o cadastro dos clientes que participavam da “Noite de Chefe” e após o evento, ligava para saber o que eles tinham achado, colhia sugestões, ou seja, alimentava o relacionamento iniciado.
Por fim, chegava à última etapa, que era a da conversão. A partir da opinião do cliente, ia destacando os diferenciais do imóvel, porém sem fazer nenhuma menção à negociação. O diferencial dessa estratégia era fazer com o que o próprio cliente falasse de valores, prazos, formas de pagamento a partir da experiência que ele teve.
Essas foram algumas das estratégias que utilizei para melhorar o meu desempenho no estande de vendas, este espaço que passei a enxergar como uma excelente oportunidade para a construção de relacionamentos e para melhorar os meus resultados.
Com isso, percebi que as pessoas não querem que ninguém venda para elas, mas querem comprar. Ou seja, elas precisam se sentir à vontade e ter experiências diferenciadas. E o estande de vendas tem boas condições para isso.
Você já havia pensado o estande sob esta visão? Compartilhe conosco suas experiências.

Consultor, Coach e Palestrante. Expertise no desenvolvimento de equipes comerciais com foco em resultado.
sábado, 18 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Top5 by Clipping, as 5 notícias do mercado imobiliário mais lidas no Blog durante a semana(05/08 a 04/011).
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Corretor de imóveis: 4 dicas para transformar objeções em vendas
Por: Guilherme Machado para o Blog Clipping Imóveis
Uma das mais desafiantes fases de uma negociação é quando um cliente demonstra objeções para concluir o processo. Para muitos corretores de imóveis, a objeção é sinal de venda perdida, você concorda com isso?
Sempre fiquei incomodado quando via meus colegas corretores desistirem de uma venda por não conseguirem lidar com as objeções. Por isso, passei a reconsiderar essa situação como uma necessidade a mais de informação do cliente e assim desenvolvi algumas técnicas para conseguir me sobressair a esta oposição e hoje, compartilho com você quatro dicas para transformar objeções em vendas.
1. Pare e comece tudo de novo
É importante ter em mente que as informações sobre o mercado imobiliário, normalmente, não fazem parte da rotina do cliente e que ter dúvidas é normal, mas quando as objeções são muito recorrentes, comece a desconfiar, pois o seu cliente pode não estar te entendendo.
Pode ser que alguma etapa tenha sido queimada no processo de apresentação ou o corretor de imóveis não está falando a “mesma língua” que o cliente. Então, pare e comece tudo novamente. É melhor retomar alguns elementos já elencados no processo de apresentação do imóvel do que não satisfazer às demandas de informação do cliente.
2. Jamais entre em conflito com cliente.
Leia Mais ►
Uma das mais desafiantes fases de uma negociação é quando um cliente demonstra objeções para concluir o processo. Para muitos corretores de imóveis, a objeção é sinal de venda perdida, você concorda com isso? Sempre fiquei incomodado quando via meus colegas corretores desistirem de uma venda por não conseguirem lidar com as objeções. Por isso, passei a reconsiderar essa situação como uma necessidade a mais de informação do cliente e assim desenvolvi algumas técnicas para conseguir me sobressair a esta oposição e hoje, compartilho com você quatro dicas para transformar objeções em vendas.
1. Pare e comece tudo de novo
É importante ter em mente que as informações sobre o mercado imobiliário, normalmente, não fazem parte da rotina do cliente e que ter dúvidas é normal, mas quando as objeções são muito recorrentes, comece a desconfiar, pois o seu cliente pode não estar te entendendo.
Pode ser que alguma etapa tenha sido queimada no processo de apresentação ou o corretor de imóveis não está falando a “mesma língua” que o cliente. Então, pare e comece tudo novamente. É melhor retomar alguns elementos já elencados no processo de apresentação do imóvel do que não satisfazer às demandas de informação do cliente.
2. Jamais entre em conflito com cliente.
Para lidar com as objeções do cliente é necessário ter equilíbrio das emoções. Normalmente, em um momento de tensão, o cliente já está com os ânimos mais exaltados e não cabe ao corretor de imóveis contribuir para potencializar ainda mais essa situação, seu papel é o de harmonizar o ambiente.
Sendo assim, jamais entre o conflito com o cliente. A negociação não é uma disputa. O corretor deve entrar neste processo com o objetivo de solucionar um problema e proporcionar a melhor experiência de compra possível para o cliente.
3. Use as objeções a seu favor
Quando um cliente discorda, muitas vezes acaba se colocando em uma posição de ataque. Sendo assim, é importante que o corretor de imóveis construa seus argumentos em cima das objeções recebidas.
Se o cliente disser, por exemplo: “esse quarto para visitas é tão pequeno”. Não discuta, saiba como apresentar estrategicamente o seu posicionamento utilizando o artifício do “MAS”.
Diga: “ MAS esse apartamento foi projetado valorizando os espaços de convivências, você pode perceber que a sala é integrada a uma varanda espaçosa...”.
4. Quem fala é o mercado.
Sendo assim, jamais entre o conflito com o cliente. A negociação não é uma disputa. O corretor deve entrar neste processo com o objetivo de solucionar um problema e proporcionar a melhor experiência de compra possível para o cliente.
3. Use as objeções a seu favor
Quando um cliente discorda, muitas vezes acaba se colocando em uma posição de ataque. Sendo assim, é importante que o corretor de imóveis construa seus argumentos em cima das objeções recebidas.
Se o cliente disser, por exemplo: “esse quarto para visitas é tão pequeno”. Não discuta, saiba como apresentar estrategicamente o seu posicionamento utilizando o artifício do “MAS”.
Diga: “ MAS esse apartamento foi projetado valorizando os espaços de convivências, você pode perceber que a sala é integrada a uma varanda espaçosa...”.
4. Quem fala é o mercado.
O cliente pode entrar em discordância com o mercado, porém vocês devem estar alinhados. Por isso, quando for passar uma referência mercadológica, utilize o próprio mercado imobiliário para sustentar suas informações.
Mencione artigos, matérias veiculadas nos meios de comunicação. Evite falar em primeira pessoa, pois isso minimiza as possibilidades de um conflito, caso o cliente discorde da informação.
O seu papel é de um orientador bem embasado no que é comumente abordado no segmento como um todo, tendo a consciência de que este mercado é volátil e de que o cliente precisa saber desta possibilidade de mudanças de cenário.
Lidar com as objeções não é um processo simples, por isso exige prática. Sendo assim, não desista de uma venda com a primeira oposição do cliente. Tente descobrir quais são as principais motivações dessas objeções e empenhe-se em convertê-las. A qualidade no atendimento vai depender muito do comprometimento do corretor em proporcionar a melhor experiência de compra para o seu cliente.
E você, como tem lidado com as objeções? Você tem desistido da sua venda na primeira dificuldade ou tem se empenhando em converter esta situação? Como tem sido a sua experiência? Compartilhe conosco.
Mencione artigos, matérias veiculadas nos meios de comunicação. Evite falar em primeira pessoa, pois isso minimiza as possibilidades de um conflito, caso o cliente discorde da informação.
O seu papel é de um orientador bem embasado no que é comumente abordado no segmento como um todo, tendo a consciência de que este mercado é volátil e de que o cliente precisa saber desta possibilidade de mudanças de cenário.
Lidar com as objeções não é um processo simples, por isso exige prática. Sendo assim, não desista de uma venda com a primeira oposição do cliente. Tente descobrir quais são as principais motivações dessas objeções e empenhe-se em convertê-las. A qualidade no atendimento vai depender muito do comprometimento do corretor em proporcionar a melhor experiência de compra para o seu cliente.
E você, como tem lidado com as objeções? Você tem desistido da sua venda na primeira dificuldade ou tem se empenhando em converter esta situação? Como tem sido a sua experiência? Compartilhe conosco.
sábado, 4 de agosto de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Seis dicas para atender o cliente difícil
Por: Guilherme Machado para o Blog Clipping Imóveis
Ao longo do dia a dia de trabalho, o corretor de imóveis precisa lidar com os mais diferentes tipos de pessoas. E se há alguns perfis que são capazes de desafiar um profissional, certamente, o cliente difícil é um deles. Você já se relacionou com um cliente considerado difícil?
Hoje, convido você para uma reflexão que pode provocar uma mudança de atitude em relação a este tipo de atendimento. Você topa este desafio?
Eu acredito que a dificuldade, muitas vezes, está relacionada ao preparo do corretor. Se o cliente se coloca em uma posição de defesa ou até mesmo de ataque é porque muitas vezes não está sentindo confiança na relação com o corretor de imóveis.
Mas isso pode mudar a partir do momento em que o cliente percebe que o corretor é um profissional capacitado e que, acima de tudo, está preocupado com suas reais necessidades. Por isso, no post de hoje vamos abordar seis dicas de como atender o cliente difícil. Vamos a elas.
1. Não rotular o cliente difícil
Primeiramente, é importante não nos precipitarmos e logo nos primeiros minutos do atendimento taxar um cliente como difícil. É necessário redirecionar o nosso olhar e a nossa atitude e por isso, com o passar o tempo, excluí o termo cliente difícil do meu dia a dia e passei a compreendê-lo como um CR – Cliente Reativo.
Por algum motivo as emoções desse cliente estão mais reativas no momento e, cabe ao corretor de imóveis proporcionar uma experiência que colabore para equilibrar essas emoções.
É importante notar que, muitas vezes, as pessoas vêm de experiências ruins de atendimento. Hoje, em várias situações, há a sensação de que um vendedor está prestando um favor para o cliente.
Por isso, é comum que um potencial comprador já venha cheio de defesas e assim surge o rótulo de cliente difícil, ou seja, ele já vem com uma predisposição para enfrentar um atendimento ruim, dada suas experiências anteriores.
2. Jamais leve para o lado pessoal
Quando nos relacionamos com o Cliente Reativo, a tendência é que a emoção do corretor de imóveis também esteja aguçada, pois nem sempre o ser humano sabe lidar com objeções.
Mas é importante saber que a insatisfação não é com você, ou seja, não é pessoal, e sim com a figura do vendedor que, naquele momento, está representada por um corretor de imóveis. Entender isso é uma forma de equilibrar as emoções.
3. Esteja preparado
O cliente entra em um atendimento com a expectativa de que o corretor seja um expert em mercado imobiliário e que assim, está pronto para sanar todas as dúvidas. Por isso, é necessário estar sempre preparado, conhecendo o nosso produto e o mercado onde está inserido.
Quando frustramos as expectativas do cliente, estamos potencializando um cliente difícil.
4. Foque na solução e não na venda
Se o cliente já está predisposto a reagir, é preciso ser mais objetivo. Nesta situação, a prioridade do corretor de imóveis não está na venda a todo a custo e sim na solução da expectativa do cliente, pois muitas vezes a compra de um imóvel pode ser encarada por um CR como um problema e não como uma realização pessoal ou profissional.
A chave para o encantamento deste cliente está na solução da sua expectativa e não na venda.
5. Veja o invisível
Esteja em sintonia com o cliente em sua totalidade. Não se prenda apenas às expressões verbais, mas também ao comportamento do cliente. Tente perceber para onde o cliente está direcionando sua atenção, tanto pelo corpo quanto pelo olhar e pela tonalidade da voz.
Tais aspectos são repletos de informação e dessa forma o corretor pode antecipar-se aos desejos do cliente, surpreendendo-o e tornando esse atendimento mais harmonioso.
6. Jamais prometa o que não possa cumprir
A venda tem preço, sua palavra não. Já vi corretores prometerem tantas coisas na ansiedade de vender a qualquer custo e no final das contas não ser capaz de entregar. Essa atitude tem um impacto ainda maior sobre um cliente reativo, pois este se sente intimidado e deseja resolver com urgência a situação.
É importante perceber que o cliente acredita nas suas promessas e não cumpri-las acarreta uma grande frustração. E a frustração é um dos principais ingredientes na criação de um CR. É sempre importante lembrar que, possivelmente, o cliente com esse perfil é resultado de experiências frustrantes e desagradáveis e por isso busca por algo novo.
Ao analisar essas seis dicas é preciso compreender que, muitas vezes, são nossos comportamentos e atitudes que colaboram para a existência do CR. Por isso, cabe ao profissional qualificado e preparado contribuir para que essa realidade seja mudada.
E você, está disposto a aceitar o desafio proposto em nosso artigo hoje? Compartilhe conosco suas experiências.
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Ao longo do dia a dia de trabalho, o corretor de imóveis precisa lidar com os mais diferentes tipos de pessoas. E se há alguns perfis que são capazes de desafiar um profissional, certamente, o cliente difícil é um deles. Você já se relacionou com um cliente considerado difícil? Hoje, convido você para uma reflexão que pode provocar uma mudança de atitude em relação a este tipo de atendimento. Você topa este desafio?
Eu acredito que a dificuldade, muitas vezes, está relacionada ao preparo do corretor. Se o cliente se coloca em uma posição de defesa ou até mesmo de ataque é porque muitas vezes não está sentindo confiança na relação com o corretor de imóveis.
Mas isso pode mudar a partir do momento em que o cliente percebe que o corretor é um profissional capacitado e que, acima de tudo, está preocupado com suas reais necessidades. Por isso, no post de hoje vamos abordar seis dicas de como atender o cliente difícil. Vamos a elas.
1. Não rotular o cliente difícil
Primeiramente, é importante não nos precipitarmos e logo nos primeiros minutos do atendimento taxar um cliente como difícil. É necessário redirecionar o nosso olhar e a nossa atitude e por isso, com o passar o tempo, excluí o termo cliente difícil do meu dia a dia e passei a compreendê-lo como um CR – Cliente Reativo.
Por algum motivo as emoções desse cliente estão mais reativas no momento e, cabe ao corretor de imóveis proporcionar uma experiência que colabore para equilibrar essas emoções.
É importante notar que, muitas vezes, as pessoas vêm de experiências ruins de atendimento. Hoje, em várias situações, há a sensação de que um vendedor está prestando um favor para o cliente.
Por isso, é comum que um potencial comprador já venha cheio de defesas e assim surge o rótulo de cliente difícil, ou seja, ele já vem com uma predisposição para enfrentar um atendimento ruim, dada suas experiências anteriores.
2. Jamais leve para o lado pessoal
Quando nos relacionamos com o Cliente Reativo, a tendência é que a emoção do corretor de imóveis também esteja aguçada, pois nem sempre o ser humano sabe lidar com objeções.
Mas é importante saber que a insatisfação não é com você, ou seja, não é pessoal, e sim com a figura do vendedor que, naquele momento, está representada por um corretor de imóveis. Entender isso é uma forma de equilibrar as emoções.
3. Esteja preparado
O cliente entra em um atendimento com a expectativa de que o corretor seja um expert em mercado imobiliário e que assim, está pronto para sanar todas as dúvidas. Por isso, é necessário estar sempre preparado, conhecendo o nosso produto e o mercado onde está inserido.
Quando frustramos as expectativas do cliente, estamos potencializando um cliente difícil.
4. Foque na solução e não na venda
Se o cliente já está predisposto a reagir, é preciso ser mais objetivo. Nesta situação, a prioridade do corretor de imóveis não está na venda a todo a custo e sim na solução da expectativa do cliente, pois muitas vezes a compra de um imóvel pode ser encarada por um CR como um problema e não como uma realização pessoal ou profissional.
A chave para o encantamento deste cliente está na solução da sua expectativa e não na venda.
5. Veja o invisível
Esteja em sintonia com o cliente em sua totalidade. Não se prenda apenas às expressões verbais, mas também ao comportamento do cliente. Tente perceber para onde o cliente está direcionando sua atenção, tanto pelo corpo quanto pelo olhar e pela tonalidade da voz.
Tais aspectos são repletos de informação e dessa forma o corretor pode antecipar-se aos desejos do cliente, surpreendendo-o e tornando esse atendimento mais harmonioso.
6. Jamais prometa o que não possa cumprir
A venda tem preço, sua palavra não. Já vi corretores prometerem tantas coisas na ansiedade de vender a qualquer custo e no final das contas não ser capaz de entregar. Essa atitude tem um impacto ainda maior sobre um cliente reativo, pois este se sente intimidado e deseja resolver com urgência a situação.
É importante perceber que o cliente acredita nas suas promessas e não cumpri-las acarreta uma grande frustração. E a frustração é um dos principais ingredientes na criação de um CR. É sempre importante lembrar que, possivelmente, o cliente com esse perfil é resultado de experiências frustrantes e desagradáveis e por isso busca por algo novo.
Ao analisar essas seis dicas é preciso compreender que, muitas vezes, são nossos comportamentos e atitudes que colaboram para a existência do CR. Por isso, cabe ao profissional qualificado e preparado contribuir para que essa realidade seja mudada.
E você, está disposto a aceitar o desafio proposto em nosso artigo hoje? Compartilhe conosco suas experiências.

Guilherme Machado
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Conheça a Vila Olímpica de Londres 2012
Clipping Imóveis -
Durante os Jogos Olímpicos, os olhos do mundo se voltam para os complexos esportivos de diversas modalidades. Enquanto isto, a Vila Olímpica está em plena ebulição.
A Vila Olímpica de Londres é muito mais do que apenas um lugar para hospedar os atletas durante o período dos jogos, é um lugar de grande socialização e multiculturalismo. Com capacidade para receber 16.000 atletas de 200 países, a Vila Olímpica é um exemplo de uma Babel moderna.
Confira algumas imagens da Vila Olímpica de Londres 2012:
Vídeo do portal R7 sobre a Vila Olímpica.
Victory Park
Quarto preparado para receber dois atletas. O destaque fica com o edredom com tema olímpico.
Durante o período de teste o refeitório da Vila foi capaz de atender 5000 pessoas simultaneamente.
As fachadas são recobertas com imagens que fazem referência a Grécia Antiga.
Sala de sinuca localizada no Globe Bar
Estátua de Ícaro
Varanda de um quarto com vista para o Parque Victory.
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Durante os Jogos Olímpicos, os olhos do mundo se voltam para os complexos esportivos de diversas modalidades. Enquanto isto, a Vila Olímpica está em plena ebulição.
A Vila Olímpica de Londres é muito mais do que apenas um lugar para hospedar os atletas durante o período dos jogos, é um lugar de grande socialização e multiculturalismo. Com capacidade para receber 16.000 atletas de 200 países, a Vila Olímpica é um exemplo de uma Babel moderna.
Confira algumas imagens da Vila Olímpica de Londres 2012:
Vídeo do portal R7 sobre a Vila Olímpica.
Victory Park
Quarto preparado para receber dois atletas. O destaque fica com o edredom com tema olímpico.
Durante o período de teste o refeitório da Vila foi capaz de atender 5000 pessoas simultaneamente.
As fachadas são recobertas com imagens que fazem referência a Grécia Antiga.
Sala de sinuca localizada no Globe Bar
Estátua de Ícaro
Varanda de um quarto com vista para o Parque Victory.
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sábado, 21 de julho de 2012
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
Corretor de imóveis, você é um conector?
Por: Guilherme Machado para o Blog Clipping Imóveis
Você já parou para pensar em como
a postura comportamental tem trazido um diferencial para os profissionais que
buscam por melhores colocações no mercado de trabalho?
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Você já parou para pensar em como
a postura comportamental tem trazido um diferencial para os profissionais que
buscam por melhores colocações no mercado de trabalho?
Essa é uma análise que venho
refletindo bastante nos últimos tempos e já até relatei sobre os diferenciais
que uma atitude adequada pode trazer para o corretor de imóveis.
Outro dia estava lendo uma
matéria sobre o destaque que as relações humanas vêm ganhando no ambiente
profissional e essa questão do comportamento voltou a permear mais fortemente o
meu pensamento e hoje compartilho um pouco dessa reflexão com você.
Mais do que executar bem uma
tarefa, vejo que hoje o mercado exige do profissional a habilidade de se
relacionar bem com as pessoas. Nesse sentido, ouvimos falar com frequência
sobre a importância do networking que são as redes de contato que estabelecemos
em nosso ambiente de trabalho.
No entanto, diante de um mercado
globalizado e de grande apropriação das mídias sociais, acredito que devemos
evoluir um pouco mais o conceito de simplesmente estabelecermos uma rede de
contatos e passarmos a estar conectados às pessoas.
Por isso, pergunto: corretor de
imóveis, você é um conector? Conectar-se é aprimorar o seu relacionamento com
as pessoas mesmo que essas, em um primeiro momento, não sejam vistas como um
gerador de negócios ou não estejam diretamente ligadas ao seu ambiente
profissional.
Sendo assim, ser um conector
significa ter uma visão de futuro. É não pensar apenas nas vantagens imediatas
que o corretor terá ao estabelecer uma rede de contatos profissionais, mas
valorizar as relações que são construídas e o que elas podem representar em
diferentes momentos da sua vida e com prazos mais longos.
Ao contrário do networking, onde
as relações são constituídas com contatos próximos ao seu ambiente profissional
e com interesses comerciais bem definidos, quando analisamos os relacionamentos a partir da
ótica da conexão, o que se torna mais importante é que o outro saiba que eu
existo.
Por isso, essa conexão independe
da área profissional. O que é mais válido nessa lógica é que eu direcione os
meus esforços a fim de que as pessoas com as quais me relaciono lembrem-se de
mim ou do meu trabalho quando pensarem, necessitarem de algum serviço ou
fizerem alguma recomendação acerca do mercado imobiliário.
Com isso, a ideia do conectar-se
não é restrita às relações de compra. Certamente, você se relaciona com
diversas pessoas no seu dia a dia, mas nem todas estão no seu círculo
relacional porque estão negociando a compra de imóvel e por isso, muitas vezes,
não olhamos com a devida atenção para esses que não são efetivamente os nossos
clientes.
E é exatamente aí que está a
diferença entre o corretor de imóveis que é um conector e outro que está focado
apenas nas relações comerciais. O corretor de imóveis que se conecta entende
que todo relacionamento é um potencial gerador de negócio e a forma com que
esse profissional se comporta vai garantir que ele esteja sempre na lembrança
das pessoas.
E esse diferencial comportamental
vai desde a atitude do corretor de imóveis com o garçom de uma festa na casa de
um amigo até o executivo de uma grande empresa. A conexão independe de cultura,
profissão ou crença. É importante saber valorizar e respeitar essas diferentes
dimensões do ser humano.
Todavia, essas conexões devem
acontecer da forma mais natural possível. Devemos ter a percepção de que tudo o
que é forçado pode trazer resultados contrários ao que esperamos. Sendo assim,
as conexões são desprovidas do puro interesse comercial, mas trazem consigo o
desejo sincero de se relacionar com as pessoas.
Com isso, a indicação do seu
trabalho enquanto um especialista do mercado imobiliário ou até a mesmo a
contratação dos seus serviços profissionais será uma consequência natural
dessas conexões que foram criadas.
Você poderá perceber que os
pontos que refleti hoje com você são elementos que vêm sendo abordados
constantemente quando o assunto é a evolução profissional. Mas, ás vezes, tenho
a impressão de que essas informações não são analisadas criticamente pelos corretores de imóveis.
Reitero que a diferença está no
comportamento. De nada adianta apenas a reflexão se não colocarmos em prática
aquilo que aprendemos. Por isso, provoque-se a mudar de atitude. Saber fazer
algo e não fazê-lo é a mesma coisa que não saber.
E você, o que tem feito para se
conectar às pessoas? Corretor de imóveis, você é um conector? Conecte as suas
experiências à experiência de outros profissionais e compartilhe conosco as
suas vivências. Sua participação é muito importante. Deixe sua opinião e
sigamos fazendo novas conexões.

Guilherme Machado
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sábado, 7 de julho de 2012
Top5 by Clipping, as 5 notícias do mercado imobiliário mais lidas no Blog durante a semana(01/07 a 07/07).
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terça-feira, 3 de julho de 2012
UFC 148: Você sabia que Chael Sonnen já foi corretor de imóveis?
Clipping Imóveis -
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Não parece muito provável, mas o lutador de MMA Chael Sonnen, que lutará contra Anderson Silva no UFC 148, já foi corretor de imóveis. O lutador fanfarrão trabalhou com vendas de imóveis no estado do Oregon nos Estados Unidos.
Chael tinha um desempenho razoável como corretor (é provável que sua linguá solta tenha sido uma de suas armas). Contudo, ele não é um bom exemplo para os profissionais da área de corretagem de imóveis. Em 2011, Sonnen se declarou culpado ao ser acusado pela promotoria por lavagem de dinheiro. O lutador superfaturava o valor de materiais hidráulicos e repassava o valor ao comprador, ações estas que configuram lavagem de dinheiro nos EUA e poderiam render 20 anos de prisão. Porém, Chael conseguiu escapar com apenas 2 anos de condicional e multa no valor de 10 mil dólares. Devido ao ocorrido, Sonnen já não pode mais exercer a atividade de corretor de imóveis devido a cassação de sua licença profissinal.
Pelo visto, Chael Sonnen não é um grande fã do jogo limpo, pois como lutador, ele também já foi pego em exame anti-doping.
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sábado, 30 de junho de 2012
Top5 by Clipping, as 5 notícias do mercado imobiliário mais lidas no Blog durante a semana(24/06 a 30/06).
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
7 maneiras de encantar o cliente
Por: Guilherme Machado para o Blog Clipping Imóveis
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Como encantar o cliente? Essa é uma das perguntas que mais tenho ouvido nas consultorias e treinamentos que realizo e que, certamente, você também já deve ter se feito ao longo da sua carreira.
Muitos são os artigos e livros que abordam sobre a arte de encantar, mas, às vezes, tenho a sensação de que quanto mais se pesquisa sobre o assunto mais complicado ele fica. Isso acontece porque os profissionais ficam tão focados em encantar que se esquecem do que antecede ao encantamento que é a conquista.
A conquista é algo que desejamos fortemente, por isso, planejamos, investimos, traçamos metas e nos comprometemos com os objetivos traçados. Hoje, convido você a uma reflexão sobre 7 maneiras de encantar o cliente, tendo em vista que este processo parte do pressuposto de que um vendedor deve estar profundamente envolvido nesse desafio.
1. Conquiste
Perceba que a conquista é um processo de construção junto ao cliente. Ela não é o final do atendimento, e sim um meio que leva ao encantamento. Para isso, o profissional deve estar completamente comprometido e envolvido a fim de fazer com que o cliente tenha a melhor experiência de relacionamento e, consequentemente, a melhor experiência de compra.
A conquista não é algo tangível, ela é muito mais sensorial. Por isso, o cliente precisa sentir-se especial, respeitado e valorizado. E isso se dá por meio das atitudes do vendedor.
2. Gerencie adequadamente o seu conhecimento
O conhecimento é um dos primeiros passos neste caminho de conquista que almeja o encantamento do cliente. Sendo assim, é preciso saber gerenciá-lo adequadamente.
Quando falo de conhecimento, não me refiro apenas aos saberes relacionados a um empreendimento, mas sobretudo, ao conhecimento que permite uma análise bem embasada do segmento imobiliário, que leve a compreender as dimensões do comportamento humano e assim, a superar as expectativas.
Todavia, mais do que ter conhecimento é necessário saber como aplicá-lo no momento adequado e na medida certa. Munir o seu cliente de informação só para comprovar que você é expert em determinado assunto, muitas vezes pode mais confundir do que esclarecer. #ficadica.
3. Transmita as informações de forma transparente
De nada adianta, também, ter muitas informações se o vendedor não souber transmiti-las com transparência e objetividade.
Da mesma forma, não tente omitir fatos. As perguntas feitas pelos clientes devem ser respondidas, mesmo que, aparentemente, elas lhes sejam desfavoráveis. Isso demonstra profissionalismo e responsabilidade perante as necessidades dos clientes.
O que é desfavorável no primeiro momento pode se tornar favorável no segundo. Transparência é tudo numa relação comercial.
Vale destacar ainda, que o gerenciamento do conhecimento, nesse caso, se dá quando o bom vendedor consegue transformar possíveis riscos em oportunidades de encantamento do cliente, agindo de forma ética e comprometida.
4. Saiba lidar com críticas
Perceba a crítica como uma oportunidade de crescimento e evolução profissional e não como uma ofensa pessoal que precisa ser combatida. O vendedor diferenciado deve entender que ofensa pessoal pode até estar inserida em sua vida familiar ou social, contudo, na sua esfera profissional, essas questões devem ser vistas como oportunidades de mudança.
Entenda que em uma relação de encantamento, as opiniões do cliente precisam ser consideradas e trabalhadas de forma que gere a satisfação no atendimento. Se o cliente questionou alguma postura sua, ouça com atenção e analise o que pode ser melhorado.
Quando há uma reclamação é porque algo não agradou ao cliente, e se não o agradou, certamente não haverá encantamento e sim descontentamento e rejeição. Dessa forma, o cliente está lhe dando outra oportunidade, sendo assim, não a desperdice. Valorize-a.
5. Expectativa x previsão
Acredito que o cliente é encantado quando o profissional que o atende é capaz de atendê-lo e responder as suas demandas a partir de análises contundentes do mercado.
O vendedor não é um vidente para adivinhar ou fazer previsões do futuro a partir de “achismos”. Um corretor de imóveis, por exemplo, fala das expectativas do mercado com base em informações estruturadas e estudos do ambiente em que atua.
Vale destacar que as informações estão disponíveis para todos, mas apenas um profissional qualificado tem as condições necessárias para filtrar o que é importante e transferir o conhecimento da maneira mais adequada.
6. Renove seus conhecimentos
Não há outra maneira de encantar o cliente do que ter respostas convincentes e seguras em relação as suas dúvidas e questionamentos. Por isso, é primordial a capacitação permanente.
O cenário muda em uma velocidade incrível. A cada dia surgem novas técnicas, novas informações e com isso, novas necessidades. Estar preparado para essas mudanças e querer se desenvolver sempre são mais que obrigação. Trata-se de condição de sobrevivência diante de um mercado que cada vez mais atrai novos profissionais.
Você já ouviu falar da teoria da insanidade que consiste em fazer as mesmas coisas e querer resultados diferentes? Pois essa é uma visão profissional bastante equivocada. Para ter o novo é preciso também renovar-se e fugir de padrões.
Mais do que ter atitude é necessário fazer a mudança acontecer, pois se não colocarmos em prática, corremos o risco de continuar na mesmice. Dessa forma, a capacitação é um exercício que provocará novas maneiras de encantar.
7. Fidelização
Quando você pensa em fidelização, qual é o primeiro aspecto que vem a sua mente: pós-venda ou pré-venda? Posso arriscar que a sua resposta tenha sido pós-venda, não é verdade?
Pois fique atento a um sutil detalhe de percepção que pode fazer toda a diferença no seu processo de encantamento. O pós-venda, muitas vezes, é considerado como a finalização de uma venda já realizada, mas eu acredito fielmente que esse é o momento de uma nova venda.
Ou seja, na manutenção dos clientes temos a oportunidade de iniciar um novo ciclo de relacionamento. Este ciclo pode ser realizado com o cliente já atendido ou com uma recomendação originada do atendimento desse cliente que ficou encantado e indicou seu trabalho para outros contatos.
Portanto, faça com que o cliente perceba que o relacionamento entre o vendedor e o agora comprador não se encerra com a assinatura do contrato. Mostre-se disponível para acompanhar o cliente por quanto tempo for necessário, mantenha-se vivo e eterno na memória dele. Demonstre um interesse verdadeiro na realização do cliente.
É importante frisar que cada profissional deve analisar a realidade em que atua e tentar identificar como essas 7 maneiras de encantar o cliente serão mais eficazmente aplicadas.
Tenha a certeza de que a prática dessas dicas irá contribuir para criar uma experiência positiva para o seu cliente, cujos resultados esperados são a satisfação e o encantamento.
E você, o que tem feito para encantar o seu cliente? Algumas das maneiras refletidas aqui fazem parte da sua estratégia? Compartilhe conosco suas experiências.
Muitos são os artigos e livros que abordam sobre a arte de encantar, mas, às vezes, tenho a sensação de que quanto mais se pesquisa sobre o assunto mais complicado ele fica. Isso acontece porque os profissionais ficam tão focados em encantar que se esquecem do que antecede ao encantamento que é a conquista.
A conquista é algo que desejamos fortemente, por isso, planejamos, investimos, traçamos metas e nos comprometemos com os objetivos traçados. Hoje, convido você a uma reflexão sobre 7 maneiras de encantar o cliente, tendo em vista que este processo parte do pressuposto de que um vendedor deve estar profundamente envolvido nesse desafio.
1. Conquiste
Perceba que a conquista é um processo de construção junto ao cliente. Ela não é o final do atendimento, e sim um meio que leva ao encantamento. Para isso, o profissional deve estar completamente comprometido e envolvido a fim de fazer com que o cliente tenha a melhor experiência de relacionamento e, consequentemente, a melhor experiência de compra.
A conquista não é algo tangível, ela é muito mais sensorial. Por isso, o cliente precisa sentir-se especial, respeitado e valorizado. E isso se dá por meio das atitudes do vendedor.
2. Gerencie adequadamente o seu conhecimento
O conhecimento é um dos primeiros passos neste caminho de conquista que almeja o encantamento do cliente. Sendo assim, é preciso saber gerenciá-lo adequadamente.
Quando falo de conhecimento, não me refiro apenas aos saberes relacionados a um empreendimento, mas sobretudo, ao conhecimento que permite uma análise bem embasada do segmento imobiliário, que leve a compreender as dimensões do comportamento humano e assim, a superar as expectativas.
Todavia, mais do que ter conhecimento é necessário saber como aplicá-lo no momento adequado e na medida certa. Munir o seu cliente de informação só para comprovar que você é expert em determinado assunto, muitas vezes pode mais confundir do que esclarecer. #ficadica.
3. Transmita as informações de forma transparente
De nada adianta, também, ter muitas informações se o vendedor não souber transmiti-las com transparência e objetividade.
Da mesma forma, não tente omitir fatos. As perguntas feitas pelos clientes devem ser respondidas, mesmo que, aparentemente, elas lhes sejam desfavoráveis. Isso demonstra profissionalismo e responsabilidade perante as necessidades dos clientes.
O que é desfavorável no primeiro momento pode se tornar favorável no segundo. Transparência é tudo numa relação comercial.
Vale destacar ainda, que o gerenciamento do conhecimento, nesse caso, se dá quando o bom vendedor consegue transformar possíveis riscos em oportunidades de encantamento do cliente, agindo de forma ética e comprometida.
4. Saiba lidar com críticas
Perceba a crítica como uma oportunidade de crescimento e evolução profissional e não como uma ofensa pessoal que precisa ser combatida. O vendedor diferenciado deve entender que ofensa pessoal pode até estar inserida em sua vida familiar ou social, contudo, na sua esfera profissional, essas questões devem ser vistas como oportunidades de mudança.
Entenda que em uma relação de encantamento, as opiniões do cliente precisam ser consideradas e trabalhadas de forma que gere a satisfação no atendimento. Se o cliente questionou alguma postura sua, ouça com atenção e analise o que pode ser melhorado.
Quando há uma reclamação é porque algo não agradou ao cliente, e se não o agradou, certamente não haverá encantamento e sim descontentamento e rejeição. Dessa forma, o cliente está lhe dando outra oportunidade, sendo assim, não a desperdice. Valorize-a.
5. Expectativa x previsão
Acredito que o cliente é encantado quando o profissional que o atende é capaz de atendê-lo e responder as suas demandas a partir de análises contundentes do mercado.
O vendedor não é um vidente para adivinhar ou fazer previsões do futuro a partir de “achismos”. Um corretor de imóveis, por exemplo, fala das expectativas do mercado com base em informações estruturadas e estudos do ambiente em que atua.
Vale destacar que as informações estão disponíveis para todos, mas apenas um profissional qualificado tem as condições necessárias para filtrar o que é importante e transferir o conhecimento da maneira mais adequada.
6. Renove seus conhecimentos
Não há outra maneira de encantar o cliente do que ter respostas convincentes e seguras em relação as suas dúvidas e questionamentos. Por isso, é primordial a capacitação permanente.
O cenário muda em uma velocidade incrível. A cada dia surgem novas técnicas, novas informações e com isso, novas necessidades. Estar preparado para essas mudanças e querer se desenvolver sempre são mais que obrigação. Trata-se de condição de sobrevivência diante de um mercado que cada vez mais atrai novos profissionais.
Você já ouviu falar da teoria da insanidade que consiste em fazer as mesmas coisas e querer resultados diferentes? Pois essa é uma visão profissional bastante equivocada. Para ter o novo é preciso também renovar-se e fugir de padrões.
Mais do que ter atitude é necessário fazer a mudança acontecer, pois se não colocarmos em prática, corremos o risco de continuar na mesmice. Dessa forma, a capacitação é um exercício que provocará novas maneiras de encantar.
7. Fidelização
Quando você pensa em fidelização, qual é o primeiro aspecto que vem a sua mente: pós-venda ou pré-venda? Posso arriscar que a sua resposta tenha sido pós-venda, não é verdade?
Pois fique atento a um sutil detalhe de percepção que pode fazer toda a diferença no seu processo de encantamento. O pós-venda, muitas vezes, é considerado como a finalização de uma venda já realizada, mas eu acredito fielmente que esse é o momento de uma nova venda.
Ou seja, na manutenção dos clientes temos a oportunidade de iniciar um novo ciclo de relacionamento. Este ciclo pode ser realizado com o cliente já atendido ou com uma recomendação originada do atendimento desse cliente que ficou encantado e indicou seu trabalho para outros contatos.
Portanto, faça com que o cliente perceba que o relacionamento entre o vendedor e o agora comprador não se encerra com a assinatura do contrato. Mostre-se disponível para acompanhar o cliente por quanto tempo for necessário, mantenha-se vivo e eterno na memória dele. Demonstre um interesse verdadeiro na realização do cliente.
É importante frisar que cada profissional deve analisar a realidade em que atua e tentar identificar como essas 7 maneiras de encantar o cliente serão mais eficazmente aplicadas.
Tenha a certeza de que a prática dessas dicas irá contribuir para criar uma experiência positiva para o seu cliente, cujos resultados esperados são a satisfação e o encantamento.
E você, o que tem feito para encantar o seu cliente? Algumas das maneiras refletidas aqui fazem parte da sua estratégia? Compartilhe conosco suas experiências.
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