Mostrando postagens com marcador macroeconomia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador macroeconomia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Com IGP-M em 7,46%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel


INFOMONEY - 


SÃO PAULO - O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, entre outubro de 2010 e setembro de 2011, variação acumulada de 7,46%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis com aniversário em outubro, reforça o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Levando em conta somente o mês de setembro, a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), oscilou em 0,65%.
Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1.200 até setembro passa a custar R$ 1.289,52 a partir de outubro, pelos próximos 11 meses.
Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até setembro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em outubro.
O Sindicato divulga um fator de multiplicação direta que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em outubro e pagamento ao final deste mesmo mês ou no início de novembro é de 1,0746.
Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel deste ano:
Contratos com aniversário emPagamento emReajuste
Dezembro de 2010Janeiro de 20111,1027
Janeiro de 2011Fevereiro de 20111,1132
Fevereiro de 2011Março de 20111,1150
Março de 2011Abril de 20111,1130
Abril de 2011Maio de 20111,1095
Maio de 2011Junho de 20111,1060
Junho de 2011Julho de 20111,0977
Julho de 2011Agosto de 20111,0865
Agosto de 2011Setembro de 20111,0836
Setembro de 2011Outubro  de 20111,0800
Outubro de 2011Novembro de 20111,0746
Fonte: Secovi-SP
Leia Mais ►

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Construção: otimismo de empresários cai para menor nível desde janeiro de 2010

Inofmoney - 

SÃO PAULO – O nível de atividade da construção civil voltou a apresentar queda em agosto, na comparação com julho deste ano. É o que revela a sondagem da construção civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil) e divulgada nesta quarta-feira (28).

O indicador do nível de atividade marcou 50,1 pontos, o que representa uma queda de 0,9 ponto frente a julho de 2011. Trata-se do menor nível apresentado desde janeiro do ano passado.

Nas grandes empresas, o nível de atividade chegou a 53,1 pontos, enquanto nas médias ficou em 49,1 pontos e nas pequenas, em 48 pontos.

Na medição do nível de atividade efetivo em relação ao usual, o índice foi de 48,4 pontos em agosto, o que representa uma queda de 1,6 ponto frente a julho. As grandes empresas apresentaram indicador de 51,6 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 44,2 pontos e 49,1 pontos, respectivamente.

Expectativas
Com relação às expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 56,2 pontos para setembro, índice 3,9 pontos menor que o esperado para agosto. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.

O otimismo é maior entre os empresários das médias empresas, cujo indicador ficou em 57,4 pontos, seguidos pelos das grandes empresas, com 55,7 pontos, e das pequenas, com 55,2 pontos.

Novos empreendimentos e serviços
Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários também estão menos otimistas, com o indicador marcando 57,6 pontos para setembro, contra 60,1 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são as mais confiantes (59,4 pontos), enquanto as médias registraram 58,1 pontos e as pequenas, 54,9.

Quanto ao índice de compras de insumos e matérias-primas, o índice passou de 59,7 pontos em agosto para 55,5 pontos em setembro. As médias empresas se destacam na expectativa de compra de insumos, com este indicador chegando a 57,1 pontos. As grandes empresas marcaram 55,2 pontos e as pequenas, 53,7 pontos.
Leia Mais ►

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Custo da construção cai para 0,14% em setembro, diz FGV


INFOMONEY - 



São Paulo - O brasileiro gastou 0,14% a menos para construir no mês de setembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (27).

A variação é 0,02 ponto percentual menor do que a registrada em agosto, quando ficou em 0,16%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,64%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,46%.
Grupos

O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em agosto, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,21%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,55%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,21%.
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,01% este mês, menor frente à taxa de 0,06% verificada no oitavo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,42%, contra 0,50% registrado no mês anterior.
Influências

No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de setembro foram as seguintes: projetos (de 1,30% para 0,71%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,13% para 1%), tinta a base de PVA (de 0,04% para 1,81%), tijolo/telha cerâmica (de 0,56% para 0,43%) e elevador (de 0,27% para 0,21%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,66% para -1,44%), compensados (de 0,10% para -0,19%), carreto para retirada de entulho (de 0,82% para -0,36%), ladrilhos e placas para pisos (de -0,01% para -0,32%) e eletrodutos de PVC (de -0,15% para -0,09%).
Capitais

Considerando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, duas apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:
CidadeAgosto de 2011 (%)Setembro de 2011 (%)
Salvador0,020,15
Brasília0,210,10
Belo Horizonte0,210,25
Recife0,200,31
Rio de Janeiro0,130,04
Porto Alegre0,230,10
São Paulo0,140,13
Leia Mais ►

domingo, 25 de setembro de 2011

Vendas de imóveis usados recuam 21,2% no primeiro semestre em São Paulo

 InfoMoney -



SÃO PAULO - A venda de imóveis usados no estado de São Paulo caiu 21,19 % no primeiro semestre de 2011, frente ao mesmo período de 2010, de acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira (23).

Entre as imobiliárias de 36 cidades pesquisadas, foram comercializadas 5.557 unidades, contra 7.051 vendidas no mesmo período de 2010.

Três das quatro regiões analisadas pelo Creci-SP registraram queda nas vendas, com destaque para o interior, que viu as vendas recuarem 31,97% no período. Na capital, houve baixa de 29,22% e, no litoral, houve queda de 0,80%.

Por outro lado, as cidades do ABCD paulista, Guarulhos e Osasco registraram expansão de 2,87% nas vendas de imóveis.

Queda segue tendência geral
De acordo com o presidente do Cresci-SP, José Augusto Viana Neto, a redução nas vendas de imóveis residenciais acompanha o movimento geral de muitos setores da economia, que registraram queda nesse primeiro semestre. Para ele, no entanto, 2011 não será um ano perdido para o mercado de imóveis.

“Seria prudente se o governo liberasse mais verbas do programa Minha Casa, Minha Vida, até como medida contracíclica à ameaça de eventual recessão e para que o emprego se mantenha em expansão ou não recue, o que poderia garantir às famílias, daqui para o final do ano, a receita extra dos aumentos salariais, abonos e décimo terceiro salário”, afirma Neto.

Segundo ele, garante parte desse dinheiro seria destinado ao mercado de imóveis pelas famílias que ainda não possuem casa própria.
Leia Mais ►

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Construção civil de vento em popa

Diário de Natal - 
O custo médio da construção civil no Rio Grande do Norte até agosto deste ano foi de R$ 813,48 por metro quadrado, apresentando alta de 8,56% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados constam do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) - calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal - e foram apresentados na manhã de ontem em coletiva realizada na sede do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon/RN).

No âmbito nacional, o Sinapi registrou em 2010 uma alta de 7,36%, em relação ao acumulado de 2009, que havia ficado em 5,85%. De acordo com o índice, o custo nacional da construção por metro quadrado está em R$ 801,11, sendo R$ 443,06 sobre materiais de construção e R$ 358,05 de mão de obra. Desde agosto que todas as tabelas passaram a ser publicadas mensalmente no canal do Sinduscon na internet, promovendo a transparência da entidade e servindo para aconsulta da população para que haja uma melhor noção dos gastos que possam vir a ter em caso de reformas no imóvel.

Para Arnaldo Gaspar Junior, presidente do sindicato, o atual momento da construção civil no RN é "muito bom", somando a quantidade de oportunidades existentes no mercado de trabalho atual e vislumbrando o aumento da demanda para os próximos três anos com as obras de mobilidade urbana na grande Natal para a Copa de 2014, a construção da Arena das Dunas e do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante.

Sobre a evolução do mercado imobiliário, a expectativa do Sinduscon é que o valor geral de vendas gire em torno dos R$ 2 bilhões, com 14.300 unidades vendidas, superando os R$ 900 milhões registrados em 2010 com apenas 5.000 unidades vendidas. Desde 2004 que a número de unidades lançadas cresce anualmente e com ele o valor geral de vendas gerado.

Questionado a respeito da qualidade da mão de obra potiguar, Arnaldo é simples: "Não temos pessoal tão qualificado, mas a logística das construtoras em oferecer treinamento aos funcionários faz com que essa qualificação ocorra de forma contínua". Dados do Ministério do Trabalho mostram o mercado de trabalho da construção civil estabilizado. O saldo de carteiras assinadas no mês de agosto é negativo (menos 58 vagas), porém a atividade emprega 39.528 pessoas, com um saldo de 1.020 empregos acumulados desde o início do ano.

"Não estamos nem contratando muito nem demitindo. O aumento de 2,5% desde dezembro do ano passado só comprovam que momento de crescimento é real", afirma Gaspar Junior. E com a valorização do mercado da construção civil, vem também o aumento do piso do profissional. Trabalhando 44 horas semanais, um mestre de obras, contramestre, pedreiro ou auxiliar de pedreiro não ganha menos que R$ 702. "A média das construtoras é bem acima desse piso, o que demonstra ser uma excelente oportunidade para o trabalhador deste segmento", avalia.

Mandato reduzido

Um novo prazo para novas eleições dentro do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do RN foi estabelecido. De acordo com o atual presidente Arnaldo Gaspar Júnior a decisão por conciliar o momento de eleição com as posses eleitorais foi decidido em unanimidade pelos participantes.
Leia Mais ►

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Investidores recorrem a imóveis após oscilação no mercado


A CIDADE - 


Quem possui recursos para comprar à vista pode obter preços melhores por conta da grande oferta

Delcy Mac Cruz

Foto: Matheus Urenha / A CidadeJardim Botânico, na zona Sul: verdadeiro canteiro de obras
Os imóveis já atraem investidores de ativos financeiros diante as recentes oscilações do dólar, das ações e mesmo do ouro.
Imobiliárias de Ribeirão Preto registram maior procura desses compradores por apartamentos recém-entregues ou em fase de entrega.
"Realizamos três negócios para investidores que querem preservar seus patrimônios em meio às incertezas dos ativos financeiros", afirma João Paulo Fortes Guimarães, diretor da Fortes Guimarães & Coelho da Fonseca.
Quem possui bons conhecimentos sobre o mercado financeiro, pode até aproveitar a situação e tentar obter ganhos. Mas diante a situação, os investidores já avaliam os imóveis como porto seguro.
"Os imóveis são uma oportunidade para resguardar o dinheiro", atesta Dirceu Tornavoi de Carvalho, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), da USP de Ribeirão Preto.
Nesta quinta-feira (22), o dólar comercial manteve a recente escalada de alta e subiu 3,52%, fechando a R$ 1,90. Já a Bovespa desabou 4,83%, a maior retração porcentual desde o tombo de 8,08% de 8 de agosto passado.  O ouro também registrou perda de 2,19%.
"Toda essa variação nos ativos financeiros não ocorre com os imóveis, que seguem valorizados", observa Guimarães.
Carvalho, que também é conselheiro da Mercadotecnia, empresa de pesquisa e estratégia de mercado, lembra que a oportunidade é ótima para quem procura imóveis em Ribeirão Preto.
Oferta
"Estamos com uma grande oferta de apartamentos novos e, quem possui recursos financeiros, e comprar à vista, certamente pode aproveitar o momento para obter preços melhores", diz.
Ele lembra, contudo, que a opção de compra de imóveis não garante lucratividade na hora da venda.
"Uma média de 30% dos imóveis vendidos em Ribeirão é para investidores e, com a entrada de mais desses compradores, é de se perguntar se vão conseguir realizar lucro na hora de vender", observa.
Segundo ele, a desvalorização dos ativos financeiros já fica entre 5% e 15%, mas não significa que esses mesmos porcentuais valorizem os imóveis.
"No caso dos imóveis, a liquidez é mais baixa, mas eles tiveram valorização acima da inflação nos últimos anos", explica Carvalho.
Leia Mais ►

Novo índice de preços de imóveis do IBGE divide especialistas


INFOMONEY - 


São Paulo - Especialistas no mercado imobiliário apresentam opiniões divergentes em relação ao novo índice de preços de imóveis no Brasil, que será calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O diretor executivo do Sinduscon-RJ (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro), Antonio Carlos Mendes Gomes, acredita que o indicador será importante para o mercado. “É um indicador confiável pela origem [o IBGE](...) É um instrumento adequado para que a sociedade tenha uma visão melhor, se posicione e interfira nesse processo, aproveitando as oportunidades, os momentos adequados. Enfim, acho que (o índice) é bom para todo mundo. É muito bem-vindo”, disse, segundo a Agência Brasil.
A opinião é compartilhada pelo presidente do Creci-RJ (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro), Casimiro Vale. “Era uma reivindicação do Creci. É bom para ter um parâmetro de valor do mercado, principalmente com relação aos financiamentos”, disse.
Para ele, os consumidores também se beneficiam com o novo índice. “Entendo que é bom. É uma coisa mais justa”, afirmou.
Opinião contrária

Já o vice-presidente da Ademi-RJ (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro), Rubem Vasconcelos, tem opinião diferente. Para ele, o índice pode se transformar em elemento de controle dos preços no setor. “Não existe controle de preço. A gente pesquisa preço. A lei da oferta e da procura é que comanda os mercados. Não é ranqueamento, nem tabelamento de preço”.
Vasconcelos defende que seja feita uma publicação mensal das pesquisas de preços praticados e não uma tabela de preços do mercado. “Isso é falso. Isso é mentiroso, porque o mercado vive de uma lei de oferta e de procura e pode ir ao céu, como pode ir ao inferno”.
Ainda de acordo com o o vice-presidente da Ademi-RJ, o procedimento que será usado pelo IBGE para acompanhar os preços dos imóveis pode conter falhas. “Ele vai jogar os preços dos imóveis para cima, quando deveria proteger. Eu discordo dessa política de controle e de acompanhamento do governo. Não é função do governo acompanhar isso. Ele tem que deixar o mercado livre”, finalizou.
O índice

O IBGE já estuda a metodologia a ser aplicada para o índice, que será criado de acordo com o Decreto 7.565 do Governo Federal, publicado na última semana no Diário Oficial da União.
O instituto disse, em nota, que está desenvolvendo estudos para acompanhar a evolução dos preços no setor imobiliário. “A metodologia para o cálculo, bem como todos os procedimentos que envolvem um índice referente ao setor, está sendo discutida e terá como base as recomendações de países ou instituições que já produzem esse tipo de indicador”, diz a nota.
De acordo com a assessoria de imprensa do IBGE, ainda não há previsão de quando o novo índice será divulgado.
Leia Mais ►

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vendas de materiais de construção crescem 6% em agosto

REUTERS - 


São Paulo - As vendas domésticas de materiais de construção saltaram 6,07 por cento em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta quarta-feira a associação que representa o setor no país, Abramat. Em relação a julho, o varejo de materiais apurou alta de 6,79 por cento nas vendas.


No acumulado de 2011, entretanto, as vendas do setor registraram expansão de 1,57 por cento, permanecendo bem abaixo da meta de entidade de encerrar o ano com aumento de 5 por cento.
Em agosto, a comercialização de materiais de acabamento foi superior às dos itens de base, com crescimento de, respectivamente, 10,35 e 3,76 por cento ante o mesmo período em 2010. Já em relação a julho, as vendas de insumos de acabamento foram 7,31 por cento maiores, enquanto as de itens básicos subiram 6,49 por cento.
De acordo com a Abramat, o crescimento abaixo do esperado no acumulado de janeiro a agosto é resultado da combinação de fatores como medidas de contenção da inflação adotadas pelo governo e aumento das importações de materiais de construção.
"Esses resultados estão relacionados principalmente com o crescente aumento das importações de materiais de construção e com o menor ritmo de crescimento da economia como um todo", afirma o presidente da entidade, Melvyn Fox, em nota.
A Abramat pondera, contudo, que agosto foi o terceiro mês com variação anual positiva nas vendas, após três meses consecutivos de queda.
"As expectativas otimistas estão apoiadas na continuidade da desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para materiais até 2012 e na continuidade da elevada disponibilidade de crédito e do elevado nível de emprego no mercado", acrescenta a entidade, assinalando que uma possível revisão da estimativa para o ano pode ocorrer em outubro.
No mês passado, o número de empregos na indústria de materiais de construção aumentou 5,58 por cento ante o mesmo mês do ano passado.
(Por Vivian Pereira)
Leia Mais ►

SECOVI - Brasil continuará a crescer, mesmo em meio à crise internacional, dizem especialistas


SECOVI SP -

O País está preparado para dar um novo salto de crescimento, porque tem mercado de consumo de massa e situação macroeconômica equilibrada. Mas ainda faltam autoestima e ousadia 
19/09/2011
Brasil continuará a crescer, mesmo em meio à crise internacional, dizem especialistas
O futuro do crédito imobiliário brasileiro em meio à crise internacional foi um dos temas abordado durante o painel “Como crescerão os bancos privados nos próximos anos?”, dia 19/9, na Convenção Secovi.
O presidente do banco Itaú, Roberto Setúbal, apresentou alguns números da macroeconomia que comprovam um crescimento do crédito, no último ano, da ordem de 47% em relação ao PIB (Produto Interno Bruto). Mas comparativamente a outros países, como o Chile, com 73%, e a Tailândia, com 87%, a realidade brasileira ainda pode avançar. Principalmente se for isolado o crédito imobiliário, que participa com 4% no PIB.
Setúbal falou do nível de endividamento do brasileiro, que não chega a ser elevado, mas é impactado pela alta taxa de juros. Ele também avalia que a população permanece confiante que continuará com emprego e renda, e isso mantém o consumo em alta.
O grande desafio, na visão do presidente do Itaú, é a manutenção do direcionamento dos recursos da poupança para o crédito imobiliário. “A poupança, que vem crescendo a 55% ao ano, pode ter seus recursos para o setor encerrados em dezembro de 2012, se for mantido esse ritmo. Se o crescimento for moderado, chegaremos a meados de 2013. Não há muito tempo para equacionar essa questão”, lamentou.
Para ele, são dois os desafios: controlar a elevação da taxa de juros e ajustar o funding para os financiamentos. “Dar agilidade aos processos e investir em tecnologia também são atitudes necessárias.”
O presidente do Itaú se diz otimista com a situação do Brasil diante do agravamento da crise nos Estados Unidos e na Europa. “Temos uma situação macroeconômica em ordem. Mas acredito que a crise europeia vá durar 10 anos e que será necessário criar um Estado europeu, com taxas únicas. O cenário é de incertezas, como nunca visto anteriormente”, concluiu.
Mudança de escala – O jornalista econômico Luís Nassif fez uma retrospectiva do momento econômico do País, e falou como nasce uma potência. “Primeiro, o lugar é descoberto. Depois, exporta-se matéria-prima, importam-se produtos, conquista-se o interior, abre-se o comércio, inicia-se o processo de substituição da importação, acumula-se capital e cria-se mercado de consumo de massa. Alguns fatores, quando chegam, mudam a escala do desenvolvimento. O que ocorreu no Brasil, nos últimos anos, mudou a escala.”
Agora, é preciso montar a estratégia que permitirá os saltos seguintes, de acordo com o jornalista. No segmento imobiliário, Nassfi recomenda inovação, com ênfase na economia verde e na linha de montagem. “Os projetos produtivos devem ser inovados.”
Para o Brasil dar o grande salto, ainda de acordo com ele, são necessárias três medidas: controlar câmbio e juros, aumentar a autoestima nacional e ampliar a capacidade de ousar. “Vamos acreditar no próprio taco e aprender com a democracia, com os setores conversando entre si”, concluiu Nassif.
Leia Mais ►

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Índice que reajusta aluguel sobe na 2ª prévia do mês, diz FGV

FOLHA DE SÃO PAULO -


O índice de preços mensurado pelo IGP-M (Índice Geral de Preços--Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, subiu 0,52% na segunda prévia do mês de setembro, ante alta de 0,33% no mesmo período de agosto.

No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é de 7,33%, enquanto varia 4,02% no ano. O acumulado dos últimos 12 meses já chegou a 8,65%, em 29 de junho. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). As prévias do IGP-M são apuradas em decêndios (períodos de dez dias).

O subgrupo que mais influenciou na alta foi alimentação (de um recuo de 0,13% para alta de 0,85%). Nesta classe de despesa, destacam-se os itens: hortaliças e legumes (-5,18% para -2,00%), frutas (2,18% para 6,12%) e carnes bovinas (0,05% para 1,45%).

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou variação de 0,52, ante 0,08% no mês anterior. Neste subgrupo, cinco das setes classes de despesas apresentaram alta (incluindo alimentação). As baixas vieram da habitação (de 0,35% para 0,31%) e despesas diversas (0,10% para um recuo de 0,07%).

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) acelerou para 0,59%, ante 0,45% no mês anterior.

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou alta de 0,09%, ante 0,18% no mesmo período de agosto.

A leitura referente ao período de setembro foi calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 de agosto e 10 de setembro.
Leia Mais ►

Vendas de imóveis novos caem 28,6% no ano em SP, diz Secovi

FOLHA DE SÃO PAULO -


As vendas de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo seguem em queda. Houve retração de 14,3% em julho na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Foram 2.722 unidades comercializadas, sendo 1.346 de dois dormitórios.

De janeiro a julho, as vendas apresentaram redução de 28,6%: foram 14.402 unidades em 2011 ante 20.182 unidades em 2010.

Já na comparação com junho, houve leve alta de 0,2%, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

"O resultado não surpreende, já que, em 2010, o país atravessava um período de exuberância econômica, com índices de crescimento acima da média", diz em nota o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.

Os imóveis de 46 metros quadrados a 65 metros quadrados responderam pela comercialização de 1.219 unidades (44,8% do total), o maior volume de vendas do segmento no ano.

LANÇAMENTOS

A Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) aponta o lançamento de 2.732 unidades residenciais no município de São Paulo, uma queda de 13,7% em relação a junho, quando foram lançadas 3.167 unidades. Já em comparação a julho do ano passado, houve alta de 5,8%.

No acumulado de janeiro a julho, as empresas lançaram um total de 16.724 unidades na cidade de São Paulo, um crescimento de 3,5% em relação a igual período de 2010 (com 16.163 unidades lançadas).
Leia Mais ►

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Imóveis: Sinduscon vê oportunidade de atrair negócios na crise


Sinduscon vê oportunidade de atrair negócios na crise





Clique para Ampliar
Para a entidade, o crescimento do número de obras de infraestrutura realizadas no Estado tem espantando qualquer temor com a crise econômica nos mercados de todo o mundo 
BRUNO GOMES
A aposta é que investidores olhem mais para o Estado, com medo de aplicar recursos nos EUA e na Europa

Fonte: Diário do Nordeste


Se a atual crise econômica internacional tem causado dores de cabeça em empresários dos Estados Unidos e de países europeus, no Ceará, ela surge como uma oportunidade de crescimento para a construção civil. A previsão foi feita pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), Roberto Sérgio Oliveira. "Os investidores ficarão com medo de investir no exterior e olharão com mais atenção para o nosso Estado", garantiu.

Segundo o executivo, o otimismo envolvendo a crise é oriundo da expansão em obras de infraestrutura que a região presencia. "Em razão disso, tornou-se uma tradição que, ano a ano, o Ceará cresça, no segmento, mais que (a média do) próprio País". Oliveira também comemorou o aumento de 7% no acumulado pelo ramo no último trimestre, em relação a igual período do ano anterior, segundo dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). "Esse resultado é excelente, tendo em vista que, em 2010, o mercado já foi bastante aquecido", lembrou.

O que mais chama atenção nos números apresentados pelo Ipece a respeito dos meses de abril, maio e junho da economia cearense, é que a indústria, onde a construção civil está inserida, sofreu queda de 1% em comparação com o mesmo período de 2010, o que denota a força que a construção adquiriu nos últimos anos. O declínio é bastante significativo, se levarmos em consideração que, em 2010, o segmento cresceu 9,7%, em comparação com 2009.

O presidente do Sinduscon espera que, até o fim do ano, o ramo apresente uma expansão em torno de 5%. "Já seria um resultado bastante satisfatório", avaliou.
Leia Mais ►

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Secovi-SP vê 2012 parecido com 2011 para o setor


Secovi-SP vê 2012 parecido com 2011 para o setor

Fonte: AE
Por Rodrigo Petry
O mercado imobiliário na cidade de São Paulo, um dos maiores do País, deverá ter equilíbrio, em 2012, entre os lançamentos e as vendas de imóveis residenciais novos, na avaliação do presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana. "Avaliamos que 2012 será muito parecido com 2011, com preços estáveis e um mercado sustentável, pela manutenção da geração de empregos", disse.
Para ele, caso a crise financeira internacional não afete de forma mais acentuada a economia brasileira, a previsão inicial é de lançamentos e vendas em torno de 35 mil unidades, em cada uma das modalidades, no próximo ano. "O setor vem apresentando um crescimento vigoroso, que deverá se sustentar", disse Crestana, após a cerimônia de divulgação do Prêmio Master Imobiliário, em São Paulo.
Para 2011, o Secovi prevê que apenas os lançamentos cheguem a 35 mil imóveis, montante superior ao total de vendas, que deverá terminar o ano em 33 mil unidades. Em sua avaliação, a concessão de crédito imobiliário em 2012 não deverá apresentar "grandes aumentos" em relação a 2011, embora, diga, o setor deva ser beneficiado pela consolidação do programa Minha Casa, Minha Vida 2, do governo Federal.
Leia Mais ►

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Conheça 10 motivos para comprar, manter ou vender ações do setor imobiliário


Conheça 10 motivos para comprar, manter ou vender ações do setor imobiliário

Por: Equipe InfoMoney


SÃO PAULO – O setor de imóveis, que amargou 20 anos de estagnação, vem passando por verdadeira revolução nos últimos dez anos. Na pesquisa da Associação deInvestidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em inglês), divulgada em janeiro deste ano, o Brasil aparece como o mercado emergente mais promissor de 2011, e em quarto lugar no ranking geral dos países com mais chances de valorização.
Dentre as empresas do setor, as que possuem maior participação no IMOB - índice de ações que acompanha as empresas do setor imopbiliário - são PDG (PDGR3), BR Malls (BRML3), Brookfield (BISA3), Cyrela (CYRE3) e Gafisa (GFSA3). A expectativa de analistas é de que ele continue com expansão positiva, demanda aquecida e linear nos próximos apontando bons motivos para direcionar investimentos para setor.
Contudo, nem tudo é perfeito para as empresas do setor: além da forte volatilidade de suas ações na bolsa e a sensibilidade dessas empresas em momentos de deterioração das condições macroeconômicas, os analistas consultados pela InfoMoney enfatizam os resultados negatvos recentemente apresentados como um dos poucospontos de ressalva do setor.
Dessa forma, os analistas recomendam 8 motivos para comprar as ações do setor, 1 para manter e 1 para vender. Confira:
1. Comprar: bem de 1ª necessidade
Imóvel é um bem indispensável e, segundo o educador financeiro Mauro Calil, sempre haverá demanda. “Trata-se de um setor extremamente necessário, que vai existir para sempre, sem imóvel ninguém vive. Isso favorece as empresas e por consequência suas ações na bolsa”, explica Calil.
2. Comprar: crescimento urbano
O crescimento urbano é outro motivo que estimula o segmento imobiliário. A taxa de formação de famílias tem crescido em torno de 3% ao ano no Brasil, ou seja, cerca de 1,5 a 1,8 milhão de novas famílias por ano. “Isso se justifica pela baixa idade média do Brasil” explica Luiz Mauricio Garcia, analista do setor construção civil da Bradesco Corretora.
3. Comprar: mercado corporativo
O mercado corporativo imobiliário promete um futuro brilhante, segundo especialistas. “Em algumas regiões, como a nordeste, é possível encontrar grandes oportunidades e valorização de até 30% desses patamares iniciais em um horizonte de dois anos”, acredita José Alves, sócio diretor TRX Realty.
Leia Mais ►