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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Lello Imóveis chega aos EUA

Último Instante -

Empresa líder em administração imobiliária de São Paulo irá comercializar no Brasil unidades residenciais e comerciais em Miami, com ofertas e oportunidades de investimentos para brasileiros.


 
A Lello, empresa que atua em administração de imóveis no Estado de São Paulo, agora também atua no mercado imobiliário de Miami, nos EUA. A empresa paulista acaba de fechar parceria com a Faccin Investments, uma consultoria imobiliária instalada há 15 anos na Flórida, e irá oferecer aos brasileiros imóveis comerciais e residenciais para moradia e investimento no mercado norte-americano.

Com a proposta de assessorar os interessados desde a escolha do imóvel até o pós-venda, a Lello espera atingir um grande número de fechamento de contratos, já que somente em sua base de clientes já identificou inúmeros interessados na aquisição de imóveis em Miami.

O otimismo se justifica. Segundo Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis, cerca de 10% dos imóveis comercializados em Miami são comprados por brasileiros.

“Nos últimos três anos houve uma queda expressiva nos valores das ofertas imobiliárias do mercado americano. É uma oportunidade para quem deseja investir ou mesmo ter uma casa nos EUA para ir com a família nas férias e feriados prolongados”.

Segundo ela, o grande diferencial da Lello Imóveis Miami em parceria com a Faccin Investments são os serviços de assessoria oferecidos ao cliente, desde a pré-aquisição do imóvel até posterior venda da unidade. “A ideia não é simplesmente vender um imóvel, mas sim fornecer ao investidor todo o suporte necessário: antes, durante e depois”, diz Roseli.

O site www.lellomiami.com.br já está no ar, com várias opções de imóveis, sendo todos de alto padrão. Além de identificar as reais necessidades do comprador, a Lello se prontifica a selecionar as melhores oportunidades de imóveis em Miami e a enviar, aos interessados, materiais ilustrativos que possam facilitar a escolha do tipo de imóvel e região.

Além disso, a empresa irá acompanhar os interessados em visitas aos imóveis nos EUA, prestará orientação durante todo o processo de compra, inclusive no que se refere a assessoria fiscal e contábil.

A Lello também irá oferecer assessoria para esclarecer os interessados sobre os tipos de empréstimos disponíveis em instituições bancárias americanas, listando vantagens e desvantagens de cada uma, além de suporte para obtenção de empréstimos, aconselhamento na negociação de valores com os proprietários dos imóveis de Miami, apoio no processo de compra, venda e assinatura do contrato e supervisão no processo de reformas e melhorias caso o comprador brasileiro deseje vender, posteriormente, o imóvel.

Também serão disponibilizados relatórios financeiros aos investidores, contendo as últimas unidades similares vendidas em Miami, bem como a situação do mercado na região, entre outros serviços.
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domingo, 29 de julho de 2012

Taxas mais baixas estimulam financiamento no exterior, mas câmbio exige atenção

Folha.com -

Brasileiros têm ido às compras no exterior e incluem na bagagem até um apartamento financiado

Segundo pesquisa da NAR (Associação Nacional de Corretores, na sigla em inglês), publicada em junho, brasileiros compraram 12% das residências vendidas a estrangeiros em Miami até outubro do ano passado --só venezuelanos adquiriram mais (15%). O número diz respeito ao total de vendas, sem determinar o tipo de transação.

Fabiano Silva/Folhapress

O advogado catarinense Jailson Pereira, 42, que financiou um dos dois imóveis que comprou em Miami neste ano


Mesmo com a recuperação dos preços no mercado americano, em maio o índice que mede o valor médio de uma residência nos EUA ainda era 17% mais baixo que o registrado em abril de 2007. Os dados são da FHFA (Agência Federal de Financiamento Imobiliário, na tradução do inglês) e se referem a vendas com financiamento.

Uma alternativa para quem quer aproveitar os preços mais baixos e não tem todo o dinheiro à vista é financiar o imóvel. "As taxas são menores do que as brasileiras", aponta Leo Ickowicz, proprietário da Elite International Realty, empresa especializada na venda de imóveis na Flórida.

Mas é preciso muito cuidado com a variação cambial. Além disso, o comprador deve entender muito bem as regras de financiamento em cada país e checar atentamente quais são as condições de pagamento.

VARIAÇÃO CAMBIAL

Pesquisar os preços dos imóveis é item básico para qualquer futuro comprador.

No caso de quem planeja financiar uma residência no exterior, é fundamental levar outro fator em consideração: a variação cambial.

Ariany Pedroso, corretora de imóveis da Vitoria Realty, lembra que, se a cotação do dólar subir em relação à moeda brasileira, quem financiou desembolsará um valor maior em reais.

Uma parcela de US$ 2.500 no início de agosto do ano passado correspondia a quase R$ 3.900 --hoje (27/7) vale mais de R$ 5 mil. Somente em 2012, o dólar se valorizou cerca de 8% em relação ao real.

A variação cambial, contudo, não assustou o advogado catarinense Jailson Pereira, 42, que financiou um dos dois imóveis que comprou em Miami neste ano pensando em lucrar mais à frente.

"Invisto acreditando na valorização dos imóveis, o que já está acontecendo."

Em maio, o preço dos imóveis residenciais nos EUA subiu 3,7% ante o mesmo mês em 2011, segundo a agência reguladora americana FHFA.

Leo Ickowicz, da Elite International Realty, aponta uma prática usada por quem busca se precaver: "Há quem alugue o imóvel. Assim, o que a pessoa recebe em dólar serve para pagar as parcelas".

Já Ernani Assis, presidente e CEO das operações brasileira e uruguaia da Century 21, aconselha: "Não arriscaria meu dinheiro num financiamento se posso pagar à vista".

O analista de sistemas Silvio Almeida Oliveira, 40, comprou um apartamento no centro financeiro de Miami no ano passado, mas achou o processo burocrático. "Quem me assessorou nos EUA não conhecia a documentação brasileira."

Ele aluga o imóvel para pagar as parcelas. "Depois vou usar para passeio," diz.

José Carlos Mendes, diretor-executivo da Espírito Santo Serviços Financeiros, recomenda contratar um advogado especializado para analisar a documentação com o banco estrangeiro.

O presidente da Re/Max Brasil, Renato Teixeira, sugere buscar orientação com corretores que trabalhem com venda de imóveis no exterior.
Editoria de arte/Folhapress


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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Brasileiros estão na lista dos maiores compradores de imóveis nos EUA

Folha.com -

Com a desvalorização do dólar e a crise financeira, o mercado de imóveis americano está cada vez atraente aos compradores estrangeiros.

Uma pesquisa realizada pela NAR (National Association of Realtors) concluiu que o número de investimentos no país cresceu de US$ 66,4 bilhões para US$ 82,4 bilhões do ano passado até maio deste ano.

A pesquisa mostra que os brasileiros estão no ranking dos maiores compradores estrangeiros, conquistando o oitavo lugar. A três primeiras posições pertencem a canadenses, chineses e mexicanos, respetivamente.

Segundo o presidente da instituição, Moe Veissi, as vantagens do mercado imobiliário americano, como preços baixos e um boa condição da construção, são responsáveis por atrair investidores internacionais.

"A maioria das compras é destinada a investimentos, casas de férias ou a uma diversificação do portfólio. Além disso, muitos imigrantes enxergam a compra de uma propriedade como uma realização pessoal", complementa.

Na lista dos lugares mais procurados estão Flórida, Califórnia, Texas e Arizona, que somados representam um total de 51% das aquisições.

Ainda segundo o levantamento, as condições climáticas e territoriais e a proximidade com o país de origem são características decisivas para compra: a costa leste, geralmente, é a primeira opção dos europeus, enquanto a costa oeste é o destino preferido dos chineses.
Divulgação
Ranking mostra compra de imóveis no exterior
Ranking mostra compra de imóveis no exterior
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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Argentinos superam brasileiros na compra de imóveis em cidade nos EUA

Correioweb -
O corretor imobiliário Rogerio Simões diz que latino-americanos estão salvando o mercado habitacional do sul dos Estados Unidos (Monique Renne/CB/D.A Press)
O corretor imobiliário Rogerio Simões diz que latino-americanos estão salvando o mercado habitacional do sul dos Estados Unidos


A insegurança financeira e política dos governos da Argentina e da Venezuela está fazendo com que os habitantes desses dois países busquem investimentos em portos seguros como os Estados Unidos. Em Miami, na Flórida, os venezuelanos são os maiores compradores de imóveis. Em seguida, estão os argentinos, que ultrapassaram os brasileiros este ano, de acordo com dados da Internacional Sales Group (ISG).

Segundo o corretor Rogerio Silva, da ISG, o avanço dos argentinos no mercado imobiliário de Miami reflete a decisão da presidente do país vizinho, Cristina Kirchner, de reduzir a saída de dólares da economia local. Devido à forte desvalorização do peso, a população tem corrido em busca da moeda norte-americana como proteção. “Desde o estouro da bolha imobiliária de 2008, os latino-americanos são os principais compradores de imóveis na Flórida”, afirma. O executivo destaca ainda que os argentinos ultrapassaram os brasileiros em quantidade de vendas, mas não em valores. “Eles procuram imóveis mais baratos”, assegura.
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terça-feira, 26 de junho de 2012

Brasileiros estão entre os estrangeiros que mais compram casas em Orlando

Infomoney -

SÃO PAULO - No Brasil, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro possuem um dos mercados imobiliários mais aquecidos do País. Mas não é só por aqui que os brasileiros gostam de comprar casas. Em Orlando, na Flórida, os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais adquirem imóveis.

De acordo com o estudo '10 Hot Spots for Global Homebuyers' (10 pontos quentes para compradores globais) os brasileiros, junto com os canadenses e os ingleses, estão entre os estrangeiros que mais compram imóveis em Orlando. A cidade é a terceira mais procurada pelos compradores estrangeiros, em lista liderada por Lakeland, também na Flórida.

Orlando está à venda

De acordo com o estudo, dos estrangeiros que compram casas em Orlando, 46,1% são do Canadá, 10,3% são do Reino Unido e 7,6% são do Brasil. O levantamento também avaliou os motivos que estão levando os estrangeiros a comprar imóveis na região e chegou a conclusão que a principal razão é o fato de que Orlando está à venda, “literalmente”.

Além disso, de acordo com a corretora Zola Szerencses, o local é financeiramente acessível aos estrangeiros. Ainda falando das regiões mais procuradas pelos estrangeiros nos Estados Unidos, Miami é destaque entre os argentinos e venezuelanos.

Das casas vendidas em Miami para os estrangeiros, 70,5% foram compradas por pessoas que residem no Canadá, seguido por 2,9% de estrangeiros residentes na Argentina e 2,3%, na Venezuela.

Os dados da pesquisa, porém, contrastam com outro estudo conduzido pelo NAR (National Association of Realtors – associação que representam os corretores de imóveis nos EUA) em outubro de 2011 que apontou que os venezuelanos eram os maiores compradores de imóveis em Miami (15%), seguidos pelos brasileiros (12%), argentinos (11%) e canadenses (10%).
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

O guia para comprar imóveis no exterior

Exame - 

Veja informações sobre legislação, modelos de compra e impostos na França, Estados Unidos, Inglaterra e Uruguai


A Florida é o destino número 1 dos brasileiros que compram imóveis no exterior


São Paulo - De alguns anos para cá o sonho de alguns brasileiros deixou de ser apenas passar as férias no exterior para se tornar passar as férias na sua casa do exterior. Para que esse sonho se torne realidade da melhor forma é preciso estar a par da burocracia e das exigências legais do país onde se pretende adquirir a segunda residência. Os principais destinos dos brasileiros são os Estados Unidos - onde se tornou possível comprar bons imóveis com desconto após o estouro da bolha - e na América Latina, principalmente em países vizinhos com mercado de alto padrão, como o Uruguai.

Veja a seguir dicas sobre a procura de imóveis, os modelos de compra, legislação e impostos para quem deseja comprar seu segundo imóvel em quatro diferentes países: Estados Unidos, Uruguai, França e Inglaterra.

Como buscar


A principal orientação de quem já tem uma casa em outro país e fez bom negócio é perguntar a opinião de conhecidos que têm imóveis na cidade pretendida para ter ideia de quais são os melhores bairros, como é a qualidade de vida, os custos de ter uma propriedade no local e outras informações que não seriam encontradas na internet ou por uma imobiliária.

O engenheiro E. comprou em 2009 uma casa em Orlando, na Florida, para viajar nas férias com a família. “O grande segredo é ter algum amigo ou pessoa de confiança que já tenha comprado um imóvel. O processo é tão simples que se eu não tivesse um amigo conversando comigo eu não fecharia o negócio, eu acharia que era uma roubada”, diz.

E. comprou uma casa de 170m² por 95.000 dólares, em um condomínio fechado, com a ajuda de um corretor americano indicado pelo amigo. Tendo um corretor de confiança lá, ele fechou o negócio pela internet. Até o pagamento foi feito pelo Brasil, por intermédio do gerente do banco do qual E. é cliente nos Estados Unidos. Só depois de quatro meses o engenheiro visitou o imóvel pessoalmente. "Eu já conhecia a região de Orlando e já sabia mais ou menos onde gostaria de ter um imóvel. O corretor me deu algumas opções, me passou fotos e vídeos dos imóveis e eu escolhi pelo Brasil mesmo. As casas lá também são bem padronizadas, não há muita diferença de uma para a outra".

Outra opção recomendável seria procurar as empresas especializadas em vendas de imóveis no exterior para brasileiros, como a Century 21, a Chris Brooks, a Re/Max, a Vitoria Realty, a Halmoral e, para buscas de imóveis mais luxuosos, a Sotheby's. Todas têm escritórios no Brasil e fazem atendimento em português.

Por fim, também existem sites de classificados que podem dar uma noção do valor e descrição dos imóveis em determinada região. Um deles, o Viva Street, também tem escritório no Brasil com um equipe de atendimento ao consumidor. Ele reúne ofertas de imóveis em 19 países e pode ser navegado em português.

Uma observação importante sobre o Imposto de Renda é que imóveis comprados no exterior devem ser declarados no Imposto de Renda brasileiro como custo de aquisição de valor. Nos Estados Unidos, na França e na Inglaterra, na hora da compra do imóvel não é necessário fazer nenhum tipo de declaração se o brasileiro for residente e tiver sua fonte de renda no Brasil.

Quando o imóvel for vendido e houver ganho de capital o proprietário paga tributos no Brasil, de 15% sobre o valor, e a tributação no outro país varia de acordo com a legislação. No caso dos Estados Unidos funciona da seguinte forma: na hora da venda, 10% do valor da transação é retido na fonte; em seguida o governo apura qual foi o lucro do proprietário e se houve supervalorização, por exemplo, se o imóvel foi comprado por 100.000 dólares e foi vendido a 140.000 dólares, e o governo considerar que os 40.000 dólares de diferença não são justificáveis, ele vai fazer uma tributação proporcional à supervalorização, que pode variar de 15% a 35%.

Tanto na França e na Inglaterra, quanto no Uruguai, quando houver ganho de capital na venda, a tributação só será aplicada se o brasileiro for residente deste país. Caso more e tenha as principais fontes de renda no Brasil, serão pagos apenas os 15% sobre ganho de capital devidos ao Fisco brasileiro.

Estados Unidos

Qualquer estrangeiro pode comprar um imóvel nos Estados Unidos, desde que tenha um visto, mesmo que de turista, para entrar no país e realizar a parte presencial da compra. Não é necessário ter a cidadania americana (green card) e a compra do imóvel tampouco garante que o comprador ganhe a cidadania.

De acordo com Ariany Pedroso, corretora da Vitoria Realty, a preferência dos brasileiros são por imóveis em Miami e Orlando. O perfil mais comum de compradores são famílias com filhos e netos de classe social considerada média alta.

Para que a compra seja feita é apenas necessário ter um passaporte com visto válido, comprovantes de renda, de residência e demais documentos para aprovação de um eventual financiamento.

Formas de pagamento

Tanto a Century 21 quanto a Chris Books afirmam que a maioria dos clientes opta por fazer a compra à vista. “Eu diria que hoje 60% dos compradores paga em dinheiro, porque normalmente eles têm a quantia resultante da venda de um imóvel no Brasil, e apenas realocam esse dinheiro para comprar outro imóvel", explica Chris Brooks, sócia-fundadora da Chris Brooks Realty.

O financiamento pode ser mais complexo porque envolve variação cambial. Alguns bancos internacionais com filiais no Brasil, como o Espírito Santo e o HSBC, fazem toda a orientação sobre o financiamento por aqui mesmo. Segundo Chris Books, os financiamentos devem ter entrada de 30% no mínimo. “É uma determinação dos próprios bancos, não do FED [o Banco Central americano]”, afirma.

A desvantagem do financiamento é a flutuação cambial. Quando o dólar se valoriza, sobe o valor das parcelas em real. Se o dólar dobrar de valor, uma parcela de 2.000 dólares passa de 4.000 reais para 8.000 reais.

Há dois programas de financiamento para brasileiros. O Conventional (convencional), com financiamento de 70% do valor do imóvel em até 30 anos e juros anuais fixos de 5%. E o Adjustable Rate Mortgage (ADM) - algo como hipoteca de taxa ajustável, numa tradução livre -, um programa de juros fixos por cinco anos e ajustáveis após este período. Neste caso, o financiamento também é de 70% do valor do imóvel, em até 30 anos, juros anuais médios estimados em 4%.

Três cartas são necessárias para o financiamento: a primeira deve ser escrita por uma empresa de contabilidade para descrever a receita do comprador nos últimos anos e a previsão de receita para o ano atual; uma carta do banco brasileiro que mostre se o cliente tem um bom relacionamento com o banco; e um histórico de crédito que o cliente tenha pago em dia, como de um carro, ou algum outro bem de valor.

O imposto predial pago anualmente nos Estados Unidos, o Property Tax, é como o nosso IPTU, e gira em torno de 1,6% do valor do imóvel, variando de acordo com o estado. Quase todas as propriedades têm taxa de condomínio, que é proporcional ao que é oferecido. O engenheiro E., proprietário de um imóvel em um condomínio em Orlando, afirma que os custos para manter um imóvel nos Estados Unidos são muito menores do que os do Brasil.

“A manutenção é muito baixa mesmo. Eu gasto mais ou menos 250 dólares de condomínio, sendo que é um condomínio equipado com uma 'mega' piscina e uma academia de ginástica com aparelhos ótimos. As contas de água, luz, telefone e uma internet bem rápida são mais 200 dólares. Uma pessoa para olhar a casa e uma faxineira são mais 300 dólares. No total eu pago 750 dólares por mês estourando”, conta E.

Impasse

Dois advogados especialistas em direito imobiliário e que trabalham com venda de imóveis a brasileiros nos Estados Unidos, além do presidente da Century 21 no Brasil, afirmam que indicam aos clientes fazer a compra do imóvel como pessoa jurídica. A indicação ocorre sobretudo por conta dos encargos e impostos a estrangeiros pessoas física para compra de imóveis.

O Estate Tax, o imposto de transmissão “causa mortis” (equivalente ao nosso ITCMD), é um dos mais altos e determina que em caso de falecimento do proprietário seja pago ao governo uma taxa que varia entre 18% a 35%, dependendo do valor do imóvel. Para estrangeiros a isenção desse imposto é para bens de até 60.000 dólares, e para cidadãos americanos é de 3,5 milhões de dólares. Aqui no Brasil, o imposto equivalente tem uma alíquota de apenas 4%.

Em caso de locação de imóveis em nome de uma pessoa física estrangeira, há uma retenção na fonte de 30% sobre o valor do aluguel. Além de outros impostos como o FIRPTA (Foreign Investment in Real Property Tax Act), que retém na fonte 10% do valor do imóvel na venda, aplicado exclusivamente aos estrangeiros não-residentes. “Como regra geral, estrangeiros não-residentes nos Estados Unidos devem adquirir propriedades imobiliárias através de corporações americanas, formadas exclusivamente para este fim. Isto evitará a incidência destes impostos”, afirma Julio Barbosa, advogado membro do Florida Bar (associação de advogados americana) e especialista em taxação de transações internacionais.

Júlio Augusto Oliveira, sócio tributarista do escritório Siqueira Castro Advogados , afirma, no entanto, que pela legislação brasileira, para se constituir uma empresa formalmente é preciso que a mesma tenha um foco econômico verdadeiro. “Se a pessoa compra os imóveis para se tornar uma investidora profissional de imóveis, faz sentido que ela se organize em uma empresa que tenha contador, administrador de bens, despachante. Mas, apenas ter uma casa em Miami não é justificativa econômica pra existência da empresa”, diz.

Oliveira afirma ainda que se a empresa não tiver substância econômica, o governo americano pode desconstituí-la, a operação pode ser desconsiderada pelo Fisco brasileiro, e o valor dos impostos que teriam sido pagos como pessoa física durante o período podem ser exigidos por ambos os governos. “Em caso de questionamento, a pessoa corre o risco de pagar penalidades aos dois governos, e até mesmo de enfrentar eventuais consequências criminais. Constituir empresa é altamente arriscado”, defende.

Inglaterra

Também não há nenhum tipo de restrição para que estrangeiros comprem imóveis na Inglaterra. Karen Hamblen, gerente de relações públicas da Viva Street, afirma que a maior consideração feita na compra équanto à renda. “A principal avaliação para compra é feita em relação à capacidade de pagamento do comprador. Mas, se ele tiver o montante necessário para o investimento, a compra sera relativamente simples”, afirma.

Formas de pagamento

Existem dois sistemas de aquisição de propriedade na Inglaterra. O primeiro é o freehold, que funciona como uma compra convencional, na qual o comprador adquire a propriedade absoluta do imóvel e pode fazer o pagamento à vista ou parceladamente. É a forma mais recorrente de se adquirir uma propriedade no país.

A outra maneira é por meio do leasehold. Nesta modalidade, o comprador paga valores parcelados para ter o direito de ocupar o imóvel. O contrato dura um longo tempo, normalmente 99 anos, mas pode ir até 999 anos, e as parcelas são pagas mensalmente e são regressivas. Difere-se em relação a um aluguel porque o arrendatário (morador) pode fazer modificações no imóvel e até vendê-lo.

Como no leasehold o imóvel não é uma propriedade do morador, quando ocorre a venda é apenas transferido o direito de ocupar o imóvel a uma outra pessoa. O novo comprador continua seguindo as cláusulas do contrato, isto é, se o primeiro arrendatário já ocupou o imóvel durante 90 anos, o segundo arrendatário terá o direito de ocupar mais 9 anos e depois terá que devolver o imóvel ao proprietário. Se no momento do contrato a última parcela paga foi de 3.000 libras, o segundo arrendatário continuará pagando o valor da parcela subsequente, de acordo com a tabela regressiva. E ainda, o novo arrendatário deve pagar um determinado valor ao primeiro arrendatário, referente ao ágio do imóvel - o valor adicional que o primeiro arrendatário pagou pelas parcelas mais altas do arrendamento, no início do contrato, mas que não irá usufruir.

Diferentemente do contrato de leasing brasileiro, no leasehold as parcelas pagas conferem estritamente o direito de o pagador morar no imóvel. No Brasil, parte das parcelas do leasing são destinadas à compra do bem, para que, ao final do contrato, o arrendatário tenha pago uma parte do valor do bem ou a sua totalidade. Na Inglaterra, para que o imóvel seja comprado pelo arrendatário ele deve pagar ao final no contrato o valor integral do imóvel.

O leasehold é mais usado para apartamentos (flats) do que para casas, e é um produto mais usado pelos adeptos da religião muçulmana, que não podem, por motivos religiosos, cobrar juros (pecado da usura).

Negociação

Segundo o vice- presidente de avaliações imobiliárias do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, Luiz Fernando Barcellos, na Inglaterra obrigatoriamente a negociação deve ser feita por meio de advogados. No caso do freehold, o advogado verifica a procedência do dinheiro do próprio cliente e é responsabilizado caso o dinheiro não tenha origem segura. “O advogado tem que ter dados com documentos de renda do cliente, principalmente dos estrangeiros. O advogado é tão importante, que na hora do pagamento o dinheiro vai todo para a conta dele, que depois faz a transferência para a outra parte”, explica.

Cabe também ao advogado fazer uma inspeção do imóvel para verificar o histórico da propriedade, e também apontar possíveis ônus futuros, como questões de planejamento urbano que possam afetar o valor do bem.

Na Inglaterra existe um imposto, como o nosso Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), para transmissão de imóveis. Ele varia de 1% a 4% do valor (aqui são 2%). Há isenção para imóveis de até 125.000 libras. Segundo Barcellos, os advogados cobram entre 1.000 e 2.000 libras pelo serviço, e existe uma empresa de consultoria que intermedia a venda, cobrando em torno de 1,5% do valor do imóvel. O custo do registro é de 0,1% do valor do imóvel.

Outra questão importante na compra é a figura do inspetor oficial, o chartered surveyour, engenheiros certificados pelo governo que fazem a inspeção técnica e cobram entre 600 e 1.500 libras (os valores são tabelados, mas variam de acordo com o tamanho do imóvel). O vendedor do imóvel é obrigado a fazer um seguro para cobrir eventuais problemas da propriedade que não puderam ser identificados no relatório de inspeção do chartered surveyour.

Barcellos ainda ressalta que para fazer a negociação é importante que o comprador esteja assessorado por uma imobiliária que tenha conhecimento na área e que tenha, de preferência, alguém que fale português para que tudo fique muito claro na compra. “E o comprador não deve comprar sem conhecer o imóvel. Deve visitar a região e se informar com pessoas que residam na localidade”, recomenda.

Os documentos necessários para a negociação são o passaporte e os comprovantes de renda e endereço, para apresentar idoneidade financeira. Também não há necessidade de visto para entrada no país.

Encargos e impostos

O comprador deve abrir uma conta em um banco da Inglaterra para efetivar a compra. Se o pagamento for feito à vista o dinheiro deve ser transferido, e a origem da transferência deve ficar bem clara para o banco.

Os financiamentos não podem ultrapassar 80% do valor do imóvel e o cliente só pode comprometer até um terço da renda. Assim como no Brasil, também existem tabelas distintas de amortização, como as tabelas SAC e Price. Os financiamentos se limitam a 30 anos e também ao limite de 70 anos de idade do comprador.

“A execução lá é muito mais rápida e fácil do que no Brasil. A garantia é a hipoteca do próprio imóvel", diz Barcellos. Ele acrescenta que, no caso do empréstimo, existe um agente intermediário que cobra de 1% a 1,5% do valor total da transação. É uma espécie de corretor, que não deve ser contratado obrigatoriamente, mas é comum em negócios com estrangeiros, uma vez que eles facilitam o entendimento dos modelos de pagamento locais. Novamente, vale ressaltar que a variação cambial é um dos pontos negativos do financiamento, pois a valorização da libra pode ter forte impacto na elevação do valor das parcelas.

O estrangeiro que não tem renda no país não paga impostos sobre ganho de capital no caso da venda de um imóvel. Essa cobrança só é feita a residentes com renda no país. Ganhos com eventuais aluguéis devem ser pagos e declarados segundo o sistema do Leão brasileiro.

Existem impostos anuais, como o IPTU, mas as taxas são muito menores que as nossas, segundo o vice-presidente do Cofeci. São taxas que variam entre municípios e devem ser proporcionais ao valor do imóvel.

França

Tampouco na França há impedimentos para estrangeiros comprarem imóveis no país. Como na Inglaterra, não há necessidade de visto para entrar no país, e o comprador não precisa ter cidadania francesa para realizar a negociação.

De acordo com Luiz Fernando Barcellos, a origem do direito francês é romana, assim como no Brasil, o que torna o processo semelhante ao brasileiro em alguns aspectos. No entanto ele ressalta que a França é mais esclarecida em alguns pontos. Ele exemplifica que lá a disputa sobre a propriedade - no caso da compra de um imóvel que passa por algum problema resultante de pendências do antigo proprietário -, o comprador é protegido e as responsabilidades não recaem sobre o novo proprietário, diferentemente do que ocorre no Brasil.

Na França há a possibilidade quitar o imóvel financiado antecipadamente sem qualquer penalidade, mesmo que o dinheiro tenha sido obtido por meio de herança, aposentadoria ou indenização trabalhista, por exemplo. Isto vale tanto para residentes como para estrangeiros, mas não para investidores profissionais.

Existe ainda a figura do notaire, que seria um correspondente ao tabelião brasileiro. No entanto, lá este profissional é nomeado pelo governo e pode ser escolhido livremente pelo comprador. Ele é quem faz a fiscalização da qualidade do imóvel, de seu histórico, além da verificação da existência de ônus futuros em função de futuras melhorias públicas na região onde o imóvel está localizado. “O notaire faz toda essa operação e por isso a negociação não dura menos de três meses”, explica Barcellos.

Assim como na Inglaterra não existe restrição no caso de financiamento com bancos, mas as instituições são muito mais rigorosas para a aprovação de crédito, e costumam pedir mais comprovantes de renda, históricos de crédito e de relacionamento com bancos do que as instituições brasileiras.

Os impostos franceses são bastante parecidos com os nossos, segundo Barcellos. Eles também têm um imposto anual como o IPTU, cobrado de acordo com a região. No caso do IR, vale a mesma regra da Inglaterra: o estrangeiro que não tem renda no país não paga impostos sobre ganho de capital no caso da venda de um imóvel. Essa cobrança só é feita a residentes com renda no país. Ganhos com eventuais aluguéis devem ser pagos e declarados segundo o sistema do Leão brasileiro.

Uruguai

Segundo dados da Century 21, a maior franquia imobiliária do mundo, depois de Miami e Orlando, Punta del Este, no Uruguai, é um dos destinos mais buscados por brasileiros atualmente. A procura de brasileiros por imóveis na cidade cresceu 55% entre 2010 e 2011.

A Century 21 inaugurou neste ano uma agência na badalada cidade uruguaia para atender à demanda dos brasileiros. Segundo Ernani Assis, CEO da Century 21 no Brasil e no Uruguai, no ano passado foram vendidas 16 unidades na cidade.

Assis afirma que além da proximidade com o Brasil e a existência de cassinos (que são legalizado no país), outro fator que tem atraído bastante os brasileiros são as facilidades tributárias e de transferência de capitais. “Não existe nenhuma restrição do governo à compra de imóveis para estrangeiros, independentemente de o comprador morar no Brasil, e ainda existe a vantagem de o comprador pode repatriar o imóvel sem indenização ao governo”, explica Assis.

Os impostos prediais uruguaios variam de 2% a 3% do valor do imóvel e são cobrados anualmente, como o IPTU.

Contrato

Todas as transações imobiliárias são necessariamente executados por um advogado especializado na área, o escribano. O comprador tem o direito de escolher o escribano que irá atuar na negociação. Ele será responsável pela escrituração do imóvel, pelas informações dos registros públicos e pela averiguação de possíveis pendências judiciais do bem.

O escribano também faz o registro do contrato que, assim como no Brasil, irá validar a transação e protegê-la contra terceiros, desde a data da escrituração.

Pagamento

A compra pode ser feita da mesma forma que no Brasil, à vista ou parceladamente. O financiamento de imóveis no Uruguai para estrangeiros é realizado apenas por meio de construtoras. Elas geralmente exigem uma entrada de 10% do valor do imóvel e, segundo o CEO da Century 21, em 99% dos casos são cobrados juros fixos de 5,5% ao ano. Todo o pagamento é dolarizado, tanto à vista, como no financiamento, o que significa que todo valor da transação é convertido em dólar. As instituições bancárias não fazem contratos de financiamento com estrangeiros.








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terça-feira, 12 de junho de 2012

A ‘corrida do ouro’ por prédios antigos e de tijolos

The New York Times - 

Estruturas robustas e amplos espaços dos apartamentos estão elevando o número de compradores e os valores na região do Brooklyn, em Nova York

 

NOVA YORK - Na cidade de Nova York, os construtores têm tido muito sucesso nas tentativas de atrair compradores para apartamentos de altíssimo padrão que oferecem o mais novo recurso do mercado imobiliário: um piso equipado com reflexologia térmica.

Mas a característica que ainda apresenta mais interessados não é algo novo e reluzente, e sim o antigo e confiável: uma boa estrutura. Muitos compradores descobriram que seu sonho de consumo é um prédio geminado de tijolos no Brooklyn. Em bairros como Fort Greene, Park Slope, Boerum Hill e Red Hook, são muitos os interessados que procuram os corretores.

"É incrível", disse Jill Seligson Braver, corretora associada da Brown Harris Stevens. "Trata-se de um nível de atividade que não vejo desde 2006-2007. É imenso o número de pessoas procurando prédios geminados de tijolos, e a oferta é insuficiente para atender a demanda."

Jill disse que, em se tratando de prédios de tijolos, uma boa estrutura pode significar muita coisa: chamativos detalhes de época, rodapés esculpidos, plantas graciosas. Mas, invariavelmente, os prédios deste tipo oferecem uma sensação de solidez. "Os prédios de tijolos simbolizam a estabilidade", disse ela. "É a ideia de fincar as raízes num bairro no longo prazo."

É comum ver dúzias de pessoas se acotovelando nos imóveis em exposição ou se envolvendo em guerras de ofertas que deixam o preço original muito para trás. Com o pequeno número disponível de lares para uma só família, os compradores têm se mostrado ansiosos para comprar imóveis para duas ou três famílias que são então convertidos em unidades menores.

Um dos clientes de Jill, Phil Gennaway, comprou um prédio geminado de tijolos no bairro de Carroll Gardens em 1974, pagando por ele US$ 50 mil. Durante quatro décadas, o edifício de três andares, adequado para várias famílias, cumpriu sua função - servindo como lar para Gennaway e a mulher e, posteriormente, como fonte de renda já que alugaram após saírem da cidade.

Mas, depois de acumular despesas médicas no ano passado, Gennaway decidiu vender. Foi aconselhado a esperar até a primavera e, em abril, anunciou a venda por US$ 1,6 milhão.

Gennaway, que passou muitos anos calculando o valor dos imóveis na cidade, ficou surpreso com a movimentação. Depois de mostrar o prédio a três grupos, em menos de uma semana ele recebeu nove ofertas.

O prédio está sendo vendido por um valor mais alto do que o pedido. Gennaway não quer revelar o preço antes da conclusão.

Por mais que os bairros mais procurados do Brooklyn nunca tenham sido tão atingidos pela recessão de áreas menores, o atual frenesi no mercado dos prédios geminados de tijolos é um reflexo da contínua demanda por espaços mais amplos.

O analista do mercado imobiliário Jonathan J. Miller, que trabalha para a Prudential Douglas Elliman, dividiu os números entre lares para uma, duas ou três famílias, e descobriu que os preços no noroeste do Brooklyn aumentaram muito em relação ao mesmo período do ano passado.

No fim de abril, o preço médio de venda para os imóveis de Park Slope tinha aumentado quase 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de US$ 1,2 milhão para US$ 1,45 milhão. As vendas no bairro também aumentaram: foram 158 este ano e 132 no ano passado.

A elevação mais acentuada nos preços foi observada em Boerum Hill - alta de 60%, com o preço médio saltando de US$ 1,1 milhão para US$ 1,6 milhão - e em Red Hook - alta de 73% no preço médio, que foi de US$ 475 mil para US$ 825 mil, embora se trate de um bairro pequeno que tem poucas propriedades no mercado. Em certos casos, os lares são vendidos por um preço mais alto do que aos praticados em 2007, quando a bolha imobiliária ainda não tinha estourado.

Miller disse que, mesmo excluindo dos cálculos as vendas mais caras, a alta acentuada nos preços é impressionante.

"De acordo com a teoria, o aperto no crédito faria com que as pessoas procurassem lares menores", disse. "Mas não foi isso que ocorreu em Nova York. Em toda a cidade, o imóveis de amplo espaço dominam a procura." Tradução de Augusto Calil

(Reportagem de Marc Santora)
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Brasileiros engrossam demanda por imóveis nos EUA

180graus -

A queda dos preços de imóveis nos Estados Unidos e a desvalorização do dólar frente a várias moedas estão alimentando um surto de compras de residências no país por parte de asiáticos, canadenses, europeus e latino-americanos, muitos deles brasileiros.

Para muitos americanos, colocar dinheiro em imóveis ainda soa como uma aventura arriscada. Mas, para muitos estrangeiros, imóveis nos Estados Unidos parecem mais do que nunca ser um investimento inteligente.

Os compradores internacionais responderam por US$ 82,5 bilhões, ou 8,9%, dos US$ 928 bilhões gastos com imóveis, segundo a Associação Nacional de Corretores. Isso significa um crescimento de 24% em relação aos US$ 66,4 bilhões do mesmo período do ano passado.
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terça-feira, 22 de maio de 2012

Garagens Maravilhosas em Miami

gogomiami -



Em Miami, a garagem saiu da escuridão para tomar lugar central no palco arquitetônico da cidade. Foram projetadas nas ilustres pranchetas de Frank Gehry, Herzog & de Meuron, da coletiva Arquitectonica a da primeira dama da arquitetura mundial, Zaha Hadid.

A evolução das garagens em Miami, de estacionamento a fóruns cívicos, é fruto do amadurecimento da cidade como pólo metropolitano e sua busca de maximizar espaços e pontos de venda. Muitas das garagens oferecem, além de vagas, espaços para restaurantes, lojas e eventos. E o caso da garagem “1111 Lincoln Road” da firma Suíça Herzog & de Meuron — que custou $65 milhões. Oferece as melhores vistas das cidade e serve de espaço para requintadas festas, além de abrigar o badaladissimo restaurante Juvia. No seu andar térreo, entre bancos, fontes, esculturas e o moderno paisagismo imaginado por Raymond Jungles encontram-se espaços comercias de muitas marcas internacionais tais como Osklen, Nespresso e Tashen Books.

A garagem da New World Symphony do arquiteto Frank Gehry é um monumento de luz. Utiliza-se das mais sofisticada tecnologia LED, seguindo um ciclo que troca as cores da fachada varias vezes por hora. Porém, a garagem mais esperada é o projeto futurístico de Zaha Hadid que custara $12.5 milhões e se situará a 3 quadras da praia. Vai misturar o modernismo tropical de Niemeyer as rotundas de Frank Lloyd Wright e trará um pouco da exuberancia de Dubais a Miami.



Mas as garagens institucionais não são as únicas arrebatando as manchetes dos jornais e capas das revistas de arquitetura. No setor residencial, se destaca o mais novo projeto do empresário Gil Dezer em Sunny Isles: a Porshe Design Tower. A arrojada torre residencial, um cilindro de 57 andares contendo apenas 132 apartamentos, oferecerá garagem automatizada que permitirá que residentes levem seus carros a porta do apartamento. Considerando o numero de Porshes, Ferraris eLamborghinis nas ruas de Miami — e o zelo de seus donos — a torre será um sucesso.



Outro projeto residencial elevando o conceito de garagem é o prédio Brickell House na área de Downtown em Miami. O condominio oferecerá serviço de manobrista robotizado para 480 carros. Segundo o empreendedor, o residente chamará o veiculo por meio de aplicativos e em 3 minutos este estará a disposição.



Geane Brito, é formada em Jornalismo pela New York University, trabalha como corretora imobiliária com clientes internacionais em Miami com a Chariff Realty Group.  Siga-a em Twitter: @geanemiami e leia o seu blog,  www.gogomiami.com  
***respeite o meu trabalho...se usar o meu material, por favor me de cré  dito! Obrigada :)

CONTACTE GEANE BRITO geane@chariff.com para parcerias comerciais internacionais! Vamos vender Miami? 
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Especialista recomenda a criação de S.A para compra de imóveis em Miami

Redimob - 

Os impostos federais sobre propriedade em caso de morte e herança são muito altos para pessoa física estrangeira.

Diariamente, investidores cruzam a internet procurando por oportunidades na Flórida e encontram centenas de execuções hipotecárias, leilões e pequenas empreitadas.

Imperdível? Logicamente. Mas os cuidados com este novo mercado também são imprescindíveis. Segundo a corretora de imóveis, Geane Brito, especializada no mercado de luxo em Miami, nada incomoda mais que a irresponsabilidade de alguns profissionais do mercado imobiliário. “A falta de conhecimento em como funciona o mercado imobiliário em Miami faz o investidor acreditar em feijões mágicos que acabam se tornando problemas de proporções gigantes, desde leilões imobiliários a compras rápidas sem uma estruturação e avaliação”, explica Geane.

Com muitos empreendedores garimpando clientes diretamente em países latino-americanos, a chance do comprador de fazer perguntas ou comparar imóveis pessoalmente é bem reduzida, o que é um erro, reforça Geane.

“Antes de assinar contrato, um dos meus clientes teve que aprender sobre a compra com visitas a uma advogada de imigração, um advogado especializado em negócios imobiliários e um contador local. Só então nos lançamos a visitas aos imóveis e comparações de opções”, ressalta a corretora.

Erros mais comuns na compra internacional

O erro mais comum é a compra sob pessoa física. Geane destaca a opinião de César Sordo, advogado especializado em Direito Imobiliário, que aconselha a abertura de uma sociedade anônima ou uma subsidiária de uma empresa internacional.

Uma das razões para a abertura de uma sociedade anônima são os impostos federais sobre propriedade em caso de morte e herança, que são altíssimos para pessoa física estrangeira. “Estas tributações têm que ser pagas prontamente após o falecimento dos titulares. Ou seja, os filhos arcarão com as consequências da falta de estruturação da compra”.

Se o investidor está pensando em comprar um imóvel que será alugado quando não estiver em uso, sua posse sob pessoa jurídica é ainda mais necessária. “O proprietário é responsável pelo o que acontece dentro do imóvel, mesmo ausente”, afirma Geane.

Com o conselho de um advogado, a pessoa jurídica tem meios fiscais de amenizar o chamado Imposto Imobiliário sobre Investimentos Estrangeiros (FIRPTA), que chega a 10% do valor da venda quando o cliente estrangeiro revende seu imóvel.

Confira outras dicas para a compra de imóveis na Flórida no post “Oportunidades e armadilhas no mercado imobiliário de Miami”.
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Imóveis nos EUA: Oportunidade de pechinchar já não é a mesma

Folha.com -

Sunny Isles BeachAinda que os preços dos imóveis e dos juros nos Estados Unidos sejam mais baixos que os do Brasil, o melhor momento para o brasileiro pechinchar parece que já ficou para trás.

"Depois da crise de 2008, os lançamentos foram totalmente paralisados, boa parte das obras estavam praticamente prontas e foram tomadas pelos bancos", diz Solange Santos, sócia da imobiliária Chris Brooks. "Mas a partir de 2010, esses empreendimentos começaram a ser relançados, e o mercado voltou a aquecer", completa.

A imobiliária prepara cinco lançamentos na Sunny Isles Beach, cujos preços das unidades variam de US$ 300 mil a US$ 15 milhões --valor alcançado por um dos mais esperados, o Porsche Design Tower, com 57 andares e 132 unidades, todas com elevadores panorâmicos que transportarão carros e passageiros até dentro de casa.

Segundo ela, a demanda levou a incorporadora do edifício a uma ação inédita. Para filtrar curiosos e amealhar candidatos sérios, a empresa pede um depósito de US$ 100 mil para uma reunião privada, onde o projeto é detalhado e o comprador pode escolher a planta, o andar e o preço. "Até agora ninguém pediu o depósito de volta."

"As estatísticas mostram que o preço médio pago por estrangeiros em um imóvel, em 2011, foi de US$ 240 mil, com variações de R$ 70 mil a R$ 540 mil. Apenas em Miami foram vendidas cerca de 200 propriedades com valor acima de US$ 1 milhão. E para brasileiros!", diz Francisco Francisco Pesserl, da Cofeci.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Brasileiros investem em segunda casa no exterior

Folha.com -

Como costuma viajar muito para Miami, a publicitária Sara Rozemberg Tastaldi acabou percebendo que adquirir um imóvel por lá era uma questão de custo/benefício.

"Fui pensando em um quarto e sala para investir e acabei comprando um apartamento com três suítes", diz Sara, que arrematou seus 178 metros quadrados por um terço do valor que pagaria por um imóvel equivalente na zona sul de São Paulo. "E a cozinha veio equipada com forno elétrico, cooktop, geladeira com freezer, lava louças."

Geralmente, quem compra imóveis no exterior tanto para passar temporadas quanto para investir opta por aplicar de 20 a 30% do valor da compra, financiando o resto a longo prazo -e entrega o imóvel a uma administradora para locação, segundo o Conselho Federal de Corretores de Imóveis.

Divulgação

Vista aérea da orla de Miami Beach

"O valor do aluguel é normalmente suficiente para cobrir a prestação. Ou seja, o comprador tem uma propriedade quitada, ao fim do prazo, com uma aplicação inicial de um terço ou um quarto do seu valor", diz Francisco Pesserl, do Cofeci.

O empresário C.A., que preferiu não se identificar, conseguiu valorizar sua compra. "Vendi um apartamento no Itaim a R$ 10 mil o metro quadrado e comprei dois em Brickell, Miami, de frente para o mar, a R$ 4.500 o metro quadrado cada um", diz.

"Todo processo é realizado por meio do Cartório de Títulos e Documentos, e o visto de turista é suficiente para a aquisição do imóvel. Sugerimos a abertura de conta bancária só para facilitar pagamentos de contas, como luz, água ou recebimento do aluguel, se for o caso", afirma Ariany Pedroso, corretora da Vitoria Realty.

É importante, também, contratar um advogado.


Há ainda outra questão para atentar na hora de comprar uma casa ou apartamento nos EUA: a Lei de Herança, que apesar de isentar o estrangeiro em US$ 60 mil do valor de mercado, tributa essa diferença em até 40% do valor do bem em caso de falecimento do proprietário. Um imóvel no valor de US$ 200 mil é tributado pela "estate tax" em US$ 140 mil.

"Como regra geral, estrangeiros não residentes nos EUA devem adquirir propriedades imobiliárias por meio de corporações americanas. Isso evitará certos impostos na venda do imóvel e em caso de morte do proprietário" explica o advogado tributarista Julio Barbosa.

"Abri três empresas 'offshore' [para pagar menos impostos] para quatro imóveis. Na hora de vendê-los, basta fechar a empresa", diz o empresário C.A.

"As taxas de juros são bem convidativas e o financiamento é bem rápido", diz o executivo P.P.M., que comprou um apartamento em Miami e outro em Paris. "Além disso, os custos de manutenção, IPTU, condomínio e impostos na França, por exemplo, são bem menores."

E por que o brasileiro gosta tanto de Miami? "Miami tornou-se a cidade mais segura do Brasil", brinca Solange Santos, da Chris Brooks. "Aqui as pessoas desfilam à vontade com seus carros, joias, Rolex, sem culpa nem medo."
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Preços mais em conta abrem portas para brasileiros comprarem imóveis no exterior

Folha.com - 

Já pensou comprar um apartamento em Miami, de frente para o mar? Ou um estúdio em Paris, para não gastar com hotel quando visitar a cidade? O que antes era desejo virou realidade para muitos brasileiros, empresários e executivos, que agora aproveitam a redução de preços nos mercados internacionais e vão às compras de imóveis, tanto para investimento quanto para seu próprio uso.

Adriano Vizoni/Folhapress

A publicitária Sara Tastaldi comprou um apartamento em Miami


"Os juros estão baixos nos países do primeiro mundo e há crédito para investidores estrangeiros qualificados. A crise nos mercados mundiais estimula os esforços para conseguir novos clientes, e os prazos concedidos são longos", afirma Francisco Pesserl, assessor para assuntos internacionais do Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis).

Segundo Pesserl, os destinos mais procurados pelos brasileiros são as principais cidades e os balneários do Estado da Flórida, seguidas por outras localidades como Nova York e Califórnia. Há bastante procura também por Portugal e por locais de veraneio da Europa, como Palma de Mallorca, na Espanha, a costa sul da França e algumas províncias italianas, como Toscana e Veneto.
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terça-feira, 8 de maio de 2012

O mercado imobiliário dos EUA dá sinais de vida

VivaReal -

O mercado imobiliário dos EUA dá sinais de vidaEnquanto na Espanha o mercado imobiliário está em crise profunda (e não há indícios de quando irá se recuperar), nos Estados Unidos os analistas estão começando a ver uma luz no fim do túnel para o mercado residencial, que mostra sinais de recuperação.

De acordo com um relatório recentemente publicado pelo portal imobiliário Zillow, em 19 das 30 grandes cidades dos EUA é aguardado um aumento nos preços até o final deste ano. Já se notou os primeiros resultados positivos nos últimos meses.

“O final do primeiro trimestre deste ano foi cheio de boas notícias, e embora seja improvável que os preços continuem a subir neste ritmo durante o verão, é inegável que estamos vendo os primeiros sinais de recuperação “, disse Stan Humphries, economista-chefe do Zillow.

Em alguns lugares é esperado que o valor dos imóveis aumente ainda mais para o próximo ano. Por exemplo, em Phoenix pode haver alta de 6,5%, em Miami de 5,6%, e em Tampa, 2,5%.

No entanto, o mercado imobiliário não é homogêneo e há cidades que ainda continuam ajustando os valores. Em Atlanta, por exemplo, a tendência é que os preços recuem 4,5%, ou em Chicago, acredita-se que a queda seja de 3,5%.

O ajuste dos preços de habitação registrado nos EUA é muito maior do que na Espanha. De fato, segundo dados publicados no relatório anterior S&P/Case-Shiller, a quantidade de ofertas de unidades recuou em outubro de 2002, chegando aos mesmos índices de fevereiro do mesmo ano, depois de registrar uma queda de 3,5%.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Residencial de luxo em Miami com preços menores do que na Avenida Boa Viagem

JC Online - 

Apartamentos têm três quartos, sendo uma suíte, e ficam de frente para o mar


Construtora financia até 70% do valor do imóvel em cinco anos.

O Saint Tropez Condominius, residencial de luxo situado em Sunny Isles Beach, em Miami, vai ser lançado hoje (dia 02), no Recife. A construtora J-Milton Associates quer conquistar os consumidores locais que podem investir entre US$ 650 mil e US$ 750 mil para ter um imóvel na cidade norte-americana.

Dos 216 apartamentos de 178 metros quadrados do residencial, 40 ainda estão disponíveis para o mercado local. São seis unidades por andar. Os prédios têm vista para o mar. Cada unidade tem três quartos, sendo uma suíte.

O financiamento do imóvel dura, no máximo, cinco anos e engloba até 70% do valor. O cliente pode optar por pagar somente os juros todo mês e amortizar de uma só vez no final do contrato ou amortizar um valor todo ano.

“O comprador é quem escolhe como quer pagar, mas ele é obrigado a quitar o valor total do imóvel em cinco anos”, informa Isnar Oliveira, empresário brasileiro parceiro do proprietário da J-Milton Associates, o multimilionário Yosi Gil. A taxa de juros anual é de 6%. O residencial tem uma marina particular e um clube privado na praia em frente aos prédios.
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Os destinos dos brasileiros que buscam imóveis no exterior

Exame -

Além da Flórida, outras cidades nos Estados Unidos e na América Latina vêm sendo muito procurados por brasileiros

Punta del Este, Uruguai
Proximidade do Brasil, cassinos e benefícios tributários atraem brasileiros para Punta

São Paulo – As famílias mais abastadas que procuram imóveis no exterior já não se limitam mais ao estado americano da Flórida, nem mesmo aos Estados Unidos. Outras cidades americanas, cidades caribenhas e vizinhas sul-americanas também entram no radar de quem busca uma segunda residência no exterior.

Segundo dados da Century 21, a maior franquia imobiliária do mundo, depois de Miami e Orlando, as localidades estrangeiras que mais vêm sendo buscadas pelo público brasileiro são Punta del Este, no Uruguai, Nova York, além das ilhas de Aruba e Saint Barths. A maioria busca uma segunda residência para veraneio ou para fazer negócios, ou mesmo aluguel para temporada.

Punta del Este, Uruguai


De acordo com a Century 21, a procura de brasileiros por imóveis em Punta del Este cresceu 55% entre 2010 e 2011. A operação uruguaia da companhia começou em março deste ano. “O Uruguai tem benefícios tributários, além de fazer parte do Mercosul. É possível, por exemplo, fazer a transferência do capital a custos muito baixos”, explica Ernani Assis, CEO da Century 21 no Brasil e no Uruguai.

Outros fatores de forte atração de brasileiros são a proximidade com o Brasil – existem voos diretos para Punta – e a existência de cassinos, uma vez que o jogo é legalizado no país. O metro quadrado de imóveis de alto padrão em Punta custa em média 4.000 dólares, mais ou menos o preço médio do metro quadrado na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Índice FipeZap de abril. As localidades preferidas de quem busca uma segunda residência no local são La Barra, José Ignacio, Praya Brava, Bosque e Beverly Hills.

Estátua da Liberdade em Nova York
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Quem faz negócios nos Estados Unidos procura Nova York

Nova York, Estados Unidos

A cidade de Nova York teve um aumento de 21% nas buscas feitas por brasileiros de 2010 para 2011, por dois aspectos importantes: o de turismo e o de negócios, tanto para pessoas físicas, que vão passar temporadas na cidade a trabalho, quanto para empresas que buscam instalações para montar uma filial nos Estados Unidos. “Quatro empresas já fizeram negócio conosco este ano: uma de fundos imobiliários, uma de mercado de capitais e duas de serviços”, diz Ernani Assis. O preço do metro quadrado de imóveis residenciais de alto padrão na Grande Maçã, porém, é bem salgado: 13.000 dólares.

Aruba
Aruba tem preços razoáveis e voos diretos do Brasil

Aruba
Aruba é uma ilha caribenha que funciona como território autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. Houve uma alta de 15% nas buscas de brasileiros por imóveis à venda na região de 2010 para 2011. “É uma das ilhas com maior desenvolvimento econômico do Caribe, onde os brasileiros buscam um lugar mais exclusivo e confortável, porém a um preço médio razoável”, diz Ernani Assis. Também existe voo direto para Aruba, que conta ainda com cassinos legalizados, outro fator de atração de brasileiros. O metro quadrado médio dos imóveis de alto padrão custa 3.500 dólares, pouco mais do que o metro quadrado médio na cidade de São Paulo em abril, segundo o Índice FipeZap de abril.

Saint-Barths
Saint-Barths é destino de quem quer alugar para temporada

Saint-Barths

Também localizada no Caribe, a ilha de Saint-Barths tem um perfil um pouco diferente das demais localidades citadas por Ernani Assis. Houve um aumento de 15% na procura por imóveis na região de 2010 para 2011, mas a maioria desses brasileiros buscava propriedades para alugar para as férias ou para feriados. “Saint-Barths é onde os ricos e famosos passam férias, e dispõe de uma quantidade enorme de hotéis e mansões de luxo”, explica o CEO da Century 21 no Brasil.

A ilha de colonização primordialmente francesa tem apenas 21 quilômetros quadrados, o que resulta em imóveis muito caros por um lado, e um ar de refúgio e exclusividade por outro. “Saint-Barths tem um dos Réveillons mais nobres do mundo. Na virada do ano passado, alugamos 11 mansões para brasileiros. Uma delas custou 40.000 dólares para uma semana”, conta Assis.
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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Os lugares preferidos de quem compra imóveis na Flórida


Exame - 


As localidades preferidas dos brasileiros que compram imóveis na Flórida, segundo a franquia imobiliária Century 21


Miami, Flórida


Em busca de custo-benefício

São Paulo – Desde o estouro da bolha imobiliária americana os brasileiros vêm, junto com outros estrangeiros, aquecendo o mercado de imóveis na Flórida, notadamente em Miami. São pessoas de alta e altíssima renda em busca de pechinchas ou mesmo de propriedades de luxo, normalmente em preços mais em conta que seus equivalentes brasileiros. De acordo com a Century 21, maior franquia imobiliária do mundo, a maioria de seus clientes brasileiros busca imóveis de veraneio – em 2011, apenas 40% deles procuravam imóveis como investimentos.
Entre os brasileiros de alta renda – que ganham a partir de 30.000 reais por mês – é possível obter pechinchas por meio dos leilões judiciais (foreclosure) ou então por meio de um processo de short sales, que envolve negociação com o agente financeiro do vendedor endividado. No primeiro caso, é possível conseguir descontos de até 60% em relação ao preço atual de mercado, e no segundo, em média 40% de desconto.
Já para os muito endinheirados, o preço absoluto importa menos – na verdade, o grande atrativo é o custo-benefício. São procurados os empreendimentos de luxo, normalmente de frente para o mar, cercados por rica vida noturna, gastronômica e comercial. Veja a seguir quais as localidades preferidas dos brasileiros que buscam imóveis na Flórida, segundo a Century 21:
Vista aérea da Ocean Drive, em South Beach, Miami

South Beach, Miami

Os brasileiros que desejam morar em Miami Beach buscam casas e apartamentos de luxo, preferencialmente junto à praia. São procuradas desde casas de praia até unidades em condomínios arranha-céus, passando por mansões exclusivas em locais como Star Island, Palm Island e Fisher Island.
South Beach, a praia mais famosa de Miami Beach, é também a localidade mais popular entre os brasileiros que decidem comprar um imóvel na Flórida, em especial os que estão em busca de sua primeira propriedade nos Estados Unidos. A região é um reduto da população latina, famoso por suas belezas naturais e pela vida noturna agitada. É lá que ficam as ruas Ocean Drive, Lincoln Road e Spañola Way, ricas em opções de lazer, como bares e restaurantes.
Aventura Mall, famoso shopping center na cidade de Aventura

Aventura

Fora do centro da badalação, uma das cidades preferidas dos brasileiros que compram imóveis na Flórida é Aventura. Localizada ao norte de Miami Beach, a cidade também fica no condado de Miami-Dade. Trata-se de uma cidade planejada na década de 70, que conta com uma área residencial de alto padrão e algumas das maiores torres de condomínio da região. É também lá que se localiza o enorme shopping center Aventura Mall, que reúne lojas de departamento e lojas de grife.
O distrito de compras Miracle Mile, em Coral Gables, na Flórida

Coral Gables

Localizada mais ao sul do condado de Miami-Dade, Coral Gables é uma cidade planejada, desenhada para se tornar uma cidade internacional e onde hoje se localizam mais de 20 consulados e escritórios de governos estrangeiros e mais de 150 multinacionais. A intenção de seu fundador era torná-la um portão para a América Latina – a isso se soma o fato de que, atualmente, a cidade fica próxima ao Aeroporto Internacional de Miami. Hoje, Coral Gables mantém laços com “cidades-irmãs”, como Granada, na Espanha, e Quito, no Equador.
Construída em arquitetura mediterrânea, Coral Gables conta com ruas e avenidas cheias de verde e amigáveis a pedestres, sendo também a sede da Universidade de Miami. A cidade conta com importantes centros de compras, como o Miracle Mile e o shopping a céu aberto Village of Merrick Park, além de ser considerada o melhor destino de compras para noivas.
Porto de Fort Lauderdale, Florida

Fort Lauderdale

Segundo a Century 21, Fort Lauderdale oferece algumas das melhores opções do mercado imobiliário americano, tanto residencial quanto comercial, incluindo imóveis de luxo. Importante destino turístico, a cidade do condado de Broward é considerada a Capital Mundial dos Iates. Seu sistema de canais ladeados por mansões rendeu-lhe ainda a alcunha de “A Veneza da América”.
Praia em Key Biscayne, Florida

Key Biscayne

Ao sul de Miami Beach fica a ilha onde se localiza o vilarejo de Key Bicayne, uma comunidade tranquila, porém a menos de 20 quilômetros da vida agitada de Miami. Key Biscayne é uma das áreas mais valorizadas da região de Miami Beach, repleta de condomínios residenciais e cercada por praias de águas rasas.





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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Em Miami, apartamento com garagem na sala

Estadão - 

Unidade em prédio com elevador para carros custará até R$ 27 milhões

carro na sala SÃO PAULO - Os brasileiros viraram alvo não só de empreendimentos imobiliários de luxo no exterior, mas também daqueles que oferecem requintes de excentricidade. Amanhã será apresentado em São Paulo, em primeira mão no mundo, num evento fechado para 300 convidados, um condomínio de luxo em Miami, nos Estados Unidos, no qual será possível estacionar o automóvel dentro do apartamento.

O veículo será conduzido ao andar do apartamento pelo motorista, que não precisa sair do carro, por meio de um elevador, que sobe na mesma velocidade de um elevador comum. E o proprietário poderá admirar o carrão, que terá um local reservado e envidraçado ao lado da sala de estar, com espaço para dois veículos.

"Percebemos que o brasileiro é um grande cliente do mercado imobiliário americano, principalmente nas cidades Miami, Orlando e Nova York. Ele gasta com imóveis 20% a mais do que outros compradores estrangeiros", afirma Cristiano Piquet, sócio da Piquet Realty, empresa especializada na prestação de serviços a brasileiros em Miami. Ele está encarregado de fazer o pré-lançamento do edifício no País e os interessados podem fazer uma pré-reserva de uma unidade no prédio que só será lançado em julho.

Batizado de Porsche Design Tower, o edifício terá 57 andares e somente 132 apartamentos. O menor apartamento, de 400 metros quadrados sai por R$ 5,4 milhões. O maior, com 1,5 mil metros quadros, custará o equivalente a R$ 27 milhões. Nas contas de Piquet, o preço do metro quadrado é R$ 13,5mil. "É mais barato do que na Vila Nova Conceição ( bairro Paulistano de lato padrão)", compara.

Porsche. O edifício localizado, na praia de Sunny Isle, uma das melhores da cidade, segundo Piquet, começa a ser construído no fim deste ano e entregue em 2016. Nele, os empreendedores, que são o construtor Gil Dezer e a Porsche Design, vão investir perto de US$ 600 milhões para erguer o prédio. Piquet conta que é a primeira vez empresa alemã Porsche, sinônimo de carros de luxo, vai trazer para o setor imobiliário a sua marca. "A tecnologia dos dois elevadores usados no edifício será a mesma que a montadora utiliza para estocar os carros em prédio verticais na Alemanha", explica o executivo.

A expectativa de Piquet é que metade dos apartamentos sejam pré-reservados para compra no evento de amanhã. "Convidei para o evento todos os 50 pilotos da fórmula Porsche no Brasil, entre os quais estão grandes empresários, e eles se mostraram interessados", conta.

Além do requinte da garagem dentro do apartamento, as unidades terão pé direito com sete metros de altura, vista panorâmica e adega envidraçada no lobby do edifício. Segundo Piquet, cada condômino terá a sua chave e poderá apreciar o estoque de bebidas do vizinho.

O executivo conta que no evento de amanhã também serão apresentados dois outros empreendimentos que já foram lançados. Um deles é um resort de casas e terrenos dentro da Disney. O outro é um condomínio no Soho, em Nova York, do Donald Trump.
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domingo, 22 de abril de 2012

Condomínio residencial lançado na Disney World tem brasileiros como foco

TribunaHoje -

Apesar de não estar em primeiro lugar na lista em números de compradores, o brasileiro foi quem mais gastou, investindo em média 20% mais do que outros estrangeiros

Foto: Reprodução
Primeiro condomínio residencial da Walt Disney, em Orlando
Primeiro condomínio residencial da Walt Disney, em Orlando


Uma pesquisa feita pela National Association of Realtors da Florida, em junho de 2011, revelou que o Brasil é o segundo país que mais investiu em imóveis residenciais para estrangeiros não residentes no estado em 2010, atrás somente do Canadá e à frente do Reino Unido, Venezuela e Alemanha.

Apesar de não estar em primeiro lugar na lista em números de compradores, o brasileiro foi quem mais gastou, investindo em média 20% mais do que outros estrangeiros. Tanto investimento, segundo a pesquisa, é só para as férias: Quase metade das casas compradas pelos brasileiros deve ser usada somente no período de recesso escolar.

Por isso, o mercado imobiliário americano passou a dedicar atenção especial ao Brasil, que começa a ter projeção nessa modalidade de turismo. No primeiro condomínio residencial da Walt Disney, em Orlando, o Golden Oak Walt Disney World Resort, apresentado pela Piquet Realty, espera-se que os brasileiros fiquem entre os principais compradores dos cerca de 240 lotes de um a três mil metros quadrados que estarão à venda.

Para construir a casa dos sonhos dentro do parque de diversão mais famoso do mundo, o interessado terá de investir pelo menos US$ 400 mil pelo terreno, ou US$ 1,5 milhão para comprar uma casa de 300 m², pronta para morar.
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