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domingo, 30 de setembro de 2012

Corretor online: uma ferramenta estratégica para suas vendas

Guilherme Machado -





A popularização do acesso à internet alterou o comportamento do consumidor e esta realidade tende a ganhar cada vez mais força. Diante deste cenário, vemos surgir novas formas de interação entre os corretores e seus clientes e uma ferramenta pode se tornar um grande diferencial. Estou falando do corretor online.
Com uma plataforma de fácil utilização, o corretor online proporciona um contato rápido entre o cliente e o profissional da intermediação. Um dos seus principais benefícios está na flexibilidade na forma de atendimento.
O cliente pode estar em qualquer lugar, realizando até outras tarefas ao mesmo tempo em que faz a pesquisa sobre o imóvel. Estas características otimizam o tempo e qualificam a busca, pois o cliente pode contar com o auxilio de um corretor capacitado para atendê-lo.
Por isso, o corretor online deixa de ser apenas uma possibilidade a mais oferecida para se tornar uma ferramenta estratégica de relacionamento e, consequentemente, um catalisador de novos negócios.
Perante sua importância, esta ferramenta precisa ser bem planejada. No artigo de hoje vamos abordar algumas dicas que podem potencializar a gestão do corretor online. Vamos evoluir juntos.
1. Identificar o perfil do corretor real é essencial
O corretor online não é como uma secretária eletrônica que já vem com mensagens pré-programadas. Por trás da ferramenta há um corretor real que precisa estar capacitado para atuar no ambiente digital.
É importante que este corretor tenha habilidade com o computador e esteja acostumado com a rotina de uma conversa online, uma vez que o diálogo no chat tem um ritmo diferenciado de um encontro presencial.
Além disso, cada cliente tem um tempo de resposta diferenciado e não entender essa especificidade pode gerar ruídos na comunicação. Por isso, o corretor real responsável pelo atendimento online deve ter paciência e atenção redobradas.
E mais, este profissional precisa ter a capacidade de personalizar o seu atendimento, mesmo que ele seja feito no ambiente digital. Com isso, mais do que nunca, é fundamental compreender que o corretor online é uma pessoa, e que o cliente gosta de se relacionar com pessoas e não com máquinas.
O computador, neste caso, é apenas mais um canal de diálogo, mas o cliente quer um corretor real que o entenda e interprete  seus sinais de compras e desejos.  #ficadica
2. O português deve ser usado corretamente em qualquer circunstância
A plataforma do corretor online é muito parecida com as que usamos nas conversas informais com os nossos amigos, mas de maneira nenhuma podemos confundir estes espaços.
Não é porque você usa “pq” para perguntar algo ao seu amigo que terá a mesma atitude com o seu cliente. No momento do atendimento, o corretor está em seu espaço profissional e, como tal, deve se comportar. Portanto, nada de abreviações, gírias ou erros gramaticais.
Nas conversas informais estes detalhes não fazem diferença, mas no ambiente de trabalho qualquer deslize pode minimizar as chances de um atendimento bem sucedido.
3. Saber explorar bem o espaço digital é um diferencial
Se o cliente escolheu o corretor online como canal prioritário de interação, solicitar o número de telefone nos primeiros segundos de chat é um grande erro.
Construa um relacionamento e envolva o cliente, saiba explorar o ambiente digital. Caso haja a necessidade de transferir a conversa para o telefone, isso deve acontecer de uma forma natural, ao longo do atendimento.
E mais, as possibilidades de realizar a venda são aumentadas quando a conversa pelo telefone é demandada pelo próprio cliente.
Diante disso, é fundamental ter um departamento ou equipe específica para gerenciar o corretor online, estabelecendo, assim, parâmetros para o atendimento e garantindo mais qualidade e credibilidade ao serviço oferecido.
4. Crie expectativa e converta o atendimento em visita
A possibilidade de fazer um direcionamento de percepção em relação ao imóvel certamente é potencializado em um atendimento pessoal. Logo, o corretor precisa criar mecanismos que provoquem no cliente o desejo de visitar o imóvel.
Uma estratégia que usava era passar informações precisas, mas não completas. Isso aguçava a curiosidade e gerava a expectativa de conhecer pessoalmente o empreendimento.
Contudo, é importante estar atento. Se o seu cliente estiver em outro estado ou país, a probabilidade deste recurso não ser aplicável é muito grande. E neste caso, o diferencial será o conhecimento do corretor.
Por isso, é essencial ter estudos, matérias e análises que fundamentem os seus argumentos. Tal atitude passará mais credibilidade para o seu cliente.
5. Realizar plantões é fundamental
Com o advento da internet, o conceito de horário comercial sofreu certa ruptura. Um site não sai do ar quando o último funcionário apaga a luz, a página continua lá disponível para o acesso do cliente.
Desse modo, oferecer horários flexíveis de atendimento é um diferencial que tende a ganhar cada vez mais relevância. Muitas vezes, durante o dia, o cliente não tem tempo para ir ao salão de vendas e ter a possibilidade de contar com um atendimento em horários não convencionais pode ser um grande propulsor de novos negócios.
E eu garanto a você que é possível fechar um negócio durante a madrugada. Tive uma experiência muito interessante em uma imobiliária na qual era executivo. Certa vez, um atendimento por meio do corretor online teve início às 00h30 e às 08 horas da manhã seguinte o contrato estava assinado.
Quem não estiver atento a esta mudança de comportamento do mercado, corre o risco de ficar ultrapassado.
6.  Monitorar para evoluir: este é o lema
Um dos grandes diferenciais de um site é a possibilidade de fazer um mapeamento mais assertivo do perfil do seu cliente. Por meio do monitoramento é possível saber de onde são os clientes, quais páginas ele visitou no site, que palavra-chave ele utilizou para encontrar o seu site, quanto tempo durou o  acesso, entre outros.
Estes elementos permitem gerar indicadores que, se bem analisados, podem ser transformados em inteligência competitiva para, assim, otimizar o site e catalisar novos negócios.
Diante de todas essas possibilidades, não se pode negar que o corretor online é uma ferramenta que precisa de um olhar mais estratégico dos profissionais do mercado. Contudo, de nada vale compreender estas dicas e não colocá-las em prática.
Quando um cliente procura pelo atendimento online, ele espera um serviço diferenciado e bem feito. Não adianta ter um ícone no seu site direcionando para o corretor online e, no momento em que o cliente acessa o link, não tem ninguém para atendê-lo ou o corretor demora demais para responder ao chamado. A regra básica é a resposta rápida.
Outro comportamento ao qual o corretor precisar estar atento é quanto ao começo do contato. Não é porque o corretor consegue visualizar que um cliente está online que ele deve convidá-lo para o chat. A iniciativa de interagir com o corretor online deve partir do cliente.
Estas foram algumas das práticas que adotei ao atuar como corretor online. Você pode ter vivenciado experiências diferentes das minhas, então, que tal enriquecer mais o nosso post de hoje? Aceita este desafio? Que outras dicas você daria para potencializar o corretor online? Participe, pois juntos somos fortes.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Por que os preços dos imóveis podem ter chegado ao topo

Exame - 

Agência classificadora de risco Fitch descarta bolha imobiliária e crê que preços tenham se estabilizado. Saiba por quê:


Descontada a inflação, alta dos preços foi de 118% no Rio e 92% em SP entre 2008 e 2012

São Paulo – Em relatório publicado nesta segunda-feira, analistas da agência classificadora de risco Fitch dizem acreditar que os preços dos imóveis residenciais brasileiros já tenham alcançado a estabilidade, notadamente em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. De acordo com o relatório, não há uma crença em uma queda de preços no mercado atual, nem na existência de uma bolha imobiliária. Uma queda significativa de preços, porém, é esperada no cenário mais pessimista traçado pelos analistas.

A ideia de uma bolha imobiliária é desconstruída pela Fitch, que justifica a alta estrondosa dos preços dos imóveis brasileiros nos últimos anos com motivos como a estagnação dos preços entre 1995 e 2007, o crescimento da economia brasileira, o crescimento da classe média, a expansão do crédito, a queda do desemprego e o déficit habitacional. O relatório dá, contudo, duas justificativas para basear a crença de que os preços dos imóveis residenciais já tenham atingido o topo:

1. As altas nos preços dos imóveis voltaram a ficar em linha com o crescimento da renda da população, diz o documento. Nos últimos anos, os preços se elevaram acima da renda, tanto em termos nominais quanto reais. “Embora a informação estatística seja limitada e haja uma grande dispersão de preços e rendimentos entre e até mesmo dentro dos bairros, a informação disponível claramente mostra que imóveis de boa qualidade e tamanho razoável no Rio de Janeiro e em São Paulo se tornaram muito caros para a vasta classe média”, diz o texto.

A relação entre os preços e a renda média estimada das famílias é de mais de cinco vezes em São Paulo e mais de sete vezes no Rio de Janeiro, números superiores aos da Europa Ocidental e da América no Norte, diz o relatório. Isso indicaria, portanto, que os preços dos imóveis nessas cidades já estão bem salgados para boa parte da população, obrigada a se lançar a dívidas de longo prazo.

2. O retorno com aluguéis (a renda anual com aluguéis dividida pelo preço de compra do imóvel) está decrescendo em São Paulo e no Rio, o que pode ser uma indicação de que os imóveis estão supervalorizados, “a menos que haja expectativas de maior crescimento na renda ou significativo ganho de capital”, diz o relatório. O documento cita dados da Fipe, que mostram que o retorno dos aluguéis em São Paulo caiu de 0,70% em janeiro de 2008 para 0,50% em julho de 2012; no Rio, nas mesmas datas, o retorno passou de 0,55% para 0,35%.

Tendência é a estabilidade

Mas não adianta se animar achando que isso significa que os preços vão cair e que comprar a casa própria ficará mais fácil. Para os analistas da Fitch, ao menos no médio prazo, os preços parecem ter se estabilizado. Boa notícia para quem é dono de imóveis e não pretende vendê-los em breve – ou quer calma para fazê-lo.

“Embora os preços pareçam caros de qualquer maneira, Fitch Ratings não espera que os preços caiam significativamente em um ambiente econômico benigno, dado o suprimento de médio prazo e os desequilíbrios de demanda”, diz o texto. Outro motivo citado pelos analistas é o fato de as maiores cidades brasileiras ainda terem preços acessíveis quando comparadas a metrópoles como Xangai e Moscou, onde a relação preço/renda é bem maior que a de São Paulo, segundo o relatório.

Forte queda de preços é considerada

Para classificar o risco das transações hipotecárias brasileiras, os analistas da Fitch trabalham com um cenário econômico conservador, em que os preços dos imóveis poderiam cair abaixo dos níveis de 2008. Nesse cenário pessimista, as quedas reais nos preços poderiam superar os 50% em algumas regiões, sacrificando mais o Rio de Janeiro e o Distrito Federal, onde os preços subiram mais rapidamente e são atualmente os mais altos do país.

Neste cenário, uma recessão poderia levar o crédito a secar e o desemprego a crescer, o que elevaria a exposição das famílias brasileiras, hoje altamente endividadas. “Como os compradores normalmente estão entrando em um financiamento imobiliário pela primeira vez, eles podem não se planejar para períodos de rendimentos menores e podem subestimar os custos de manter um imóvel. Em um cenário de recessão com uma alta de desemprego, pode haver uma elevação das taxas de inadimplência e de vendas forçadas, com consequente queda dos preços dos imóveis”, diz o relatório.

Há outros fatores de risco, como o fato de o financiamento habitacional ser concentrado em poucas instituições financeiras, especialmente na Caixa, detentora de 75% deste mercado. Ou mesmo o simples fato de o governo precisar elevar a Selic para ajudar a conter a inflação, o que encareceria o crédito. A alternativa aos recursos da poupança para a concessão de crédito habitacional, a securitização, ainda é um instrumento caro e escasso no Brasil, lembra o relatório.
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domingo, 16 de setembro de 2012

Seja um corretor de imóveis de alto desempenho

 Guilherme Machado -

Inovação, criatividade, engajamento, comprometimento, aperfeiçoamento. Estas são algumas das expressões mais utilizadas no mercado imobiliário na atualidade e se fossemos agrupá-las em um único cenário, diria que tais palavras traduzem o mesmo objetivo: a busca por resultados mais ousados.

A pressão pelo alcance de metas está cada vez mais inserida em nossas vidas e para isso temos que nos adaptar às mudanças dos tempos modernos que exige do corretor de imóveis uma melhor capacidade de se relacionar com pessoas de perfis diferentes e mais qualificação. Em resumo, o mercado, hoje, demanda corretores de alto desempenho.

Muitos têm o desejo de ser esse profissional, mas ainda falta o saber como fazer para alcançar este objetivo. Em minha carreira, utilizei uma ferramenta que muito contribuiu para minha evolução profissional, mas também pessoal: o ciclo PDCA.

O PDCA é uma ferramenta de melhoria contínua muito utilizada na gestão de processos e vem da sigla dos verbos em inglês que significam: P- Plan (planejamento) , D – Do (executar), C – Check (checar) e A – Action (ação). Vamos conhecer um pouco mais sobre cada etapa desta metodologia.

P(Plan) – Planejamento

Nesta etapa é preciso planejar como você alcançará o resultado que quer, ou seja, como você chegará às suas metas. Exemplo: um lançamento se aproxima e sua meta é vender 30% do empreendimento em 24 horas. Então é preciso saber o que fazer e como fazer para alcançar esta meta.

Sendo assim, é primordial estabelecer um plano de ação definindo os métodos que serão utilizados.

D(Do) – Executar

Vencida a etapa do planejamento, vamos à execução do que foi planejado. Lembre-se: é importante estar atento à realização do que foi programado.

Evite sair do que foi planejado. O que não é mensurado não pode ser analisado. #ficaadica

C (check) – Verificar

Respeitadas as duas primeiras etapas, agora é hora de verificar se o que o foi planejado e executado estava dentro do previsto.

É importante avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado.

A (Action) – Ação Corretiva


Se depois da verificação for constado que algo não saiu como programado, é chegado o momento das ações corretivas entrarem em ação, sendo necessário avaliar o que contribuiu para que o fato ocorresse e assim traçar novos passos para que possíveis falhas não se repitam.

Vivemos em uma época em que o aprendizado e a melhoria deve ser contínua para alcançarmos a excelência. O que foi feito pode e deve ser melhorado. Então vamos planejar, agir, analisar as ações, corrigi-las quando necessário. e recomeçar um novo ciclo de aprimoramento, até alcançarmos nossas metas. Isso é melhoria contínua.

Um corretor de imóveis de alto desempenho é um profissional da transformação da realidade, que não fica acomodado diante do mercado e que busca o aprimoramento permanente dos seus processos.

E você, pode ser considerado um corretor de alto desempenho? Compartilhe conosco suas experiências, elas são muito importantes.
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sudeste é a região mais cara para construir: R$ 879,65 por metro quadrado

Infomoney - 

O valor, que considera materiais e mão de obra, ficou acima do custo médio nacional, que atingiu R$ 845,10 em agosto

SÃO PAULO – Os moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês de agosto.

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (5), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 879,65, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 845,10 no mês passado.



Em seguida estão as regiões Sul, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 860,50; Centro-Oeste, onde os custos atingiram R$ 858,83; e Norte, com o metro quadrado a R$ 852,49. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 791,02.

Em relação ao maior aumento de custo em agosto, na comparação com julho deste ano, a região Centro-Oeste se destacou ao mostrar um avanço de 3,08%. Já a região Sul, por sua vez, foi a que teve o maior aumento em 2012, avançando 7,07%, se comparado com 2011.

Por estado
Ao analisar os dados por estado, o Mato Grosso registrou a maior variação mensal, de 5,17%. Já na comparação anual, o Paraná registrou a maior variação de 2012, de 8,70%.

Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Sergipe, com alta de 0,01%. Piauí (-0,02%), Pernambuco (-0,83%), Minas Gerais (-0,06%) e Rio de Janeiro (-0,10%) apresentaram percentual negativo em suas taxas.

Com relação ao estado mais caro para se construir, o Rio de Janeiro ficou novamente em primeiro lugar, com R$ 951,86. Por outro lado, o Espírito Santo registrou o menor custo, de R$ 737,32.

Índice
O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço da mão-de-obra, que ficou 1,26% mais caro, se comparado a julho, e de materiais de construção, que subiu 0,31%, na mesma base comparativa.
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Cai o número de financiamentos imobiliários, aponta associação

Folha.com -

 
Os empréstimos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 6,45 bilhões em julho deste ano no país, número 13% menor do que em junho, segundo dados Abecip (Associação Brasileira das entidades de crédito imobiliário e poupança).

Em relação a julho do ano passado, a queda foi de 3%.

Também houve recuo quando se analisa o acumulado de janeiro a julho deste ano diante do mesmo período em 2011. Nesse caso, os financiamentos imobiliários atingiram R$ 43,5 bilhões, recuo de 0,4% em relação ao mesmo período no ano passado.

Em relação à quantidade de financiamentos, também houve queda. Foram financiadas 34,7 mil unidades em julho, recuo de 17% ante junho e de 11%, em relação ao mesmo mês do ano passado.
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terça-feira, 4 de setembro de 2012

O que esperar do mercado imobiliário nos últimos quatro meses de 2012?

Guilherme Machado -

O mercado imobiliário brasileiro vem passando por um crescimento acentuado nos últimos anos. Afinal, a casa própria ainda está entre os maiores desejos de consumo da população, e não é à toa que este sonho provoca tanto o imaginário das pessoas.

Em função desta expansão, o segmento tem se configurado como um dos mais promissores da economia nacional e isso faz emergir diversos tipos de questionamentos quanto ao futuro do setor. Estamos caminhando para o final de 2012 e é comum surgirem dúvidas em relação ao que esperar do mercado nestes últimos quatro meses que restam para fechar o ano.

Contudo, antes de compartilhar com você quais são as perspectivas que acredito que conduzirão o comportamento do segmento neste quadrimestre, vale a pena darmos uma revisada no nosso passado para nos direcionarmos a uma percepção mais assertiva do nosso futuro.

Lembro-me da época em que crédito imobiliário era escasso em nosso país, e isso acarretava várias previsões de que o mercado iria estagnar. Ao passar pela crise imobiliária dos Estados Unidos em 2008, vivíamos sobre a frequente pressão de estourarmos também uma bolha imobiliária por aqui e até hoje este é um posicionamento que gera controvérsias entre os especialistas e estudiosos do mercado.

Mas o fato é que presenciamos uma realidade oposta ao que se esperava: as linhas de crédito se expandiram, a economia vem se estabilizando, a renda da população tem melhorado, o número de lançamentos aumentou e o mercado segue aquecido.

Alia-se ainda a este cenário a contribuição inegável dos programas do Governo como o “Minha Casa Minha Vida” que revolucionaram o acesso à moradia no Brasil. Sempre fomos um país de grandes desigualdades sociais, mas na última década temos vivenciado consideráveis mudanças.

Não tenho a pretensão de, neste artigo, sentenciar de maneira irrevogável o futuro que nos aguarda, mas baseado nas análises do cenário econômico brasileiro que faço, frequentemente, nas minhas vivências e no relacionamento que construí com os mais diversos setores que abarcam o mercado imobiliário, avalio este final de ano como um momento positivo para o setor de imóveis.

Viemos de um primeiro semestre onde as empresas se engajaram para baixar os estoques: promoções foram feitas, vários brindes e descontos foram dados e os maiores beneficiados deste processo, certamente, foram os clientes.

Para esta segunda etapa do ano, a expectativa é de que as construtoras e incorporadoras voltem a lançar novos empreendimentos que tendem a estar cada vez mais personalizados de acordo com o perfil do futuro comprador e da região onde ele será erguido.

Outro fator que ficará ainda mais evidente, não só neste final de ano, mas que será uma tendência para o mercado nos próximos anos é que estamos caminhando para um equilíbrio e um crescimento cada vez mais sustentado do setor.

Não será difícil perceber uma estabilização dos preços dos imóveis. Em um cenário dinâmico como o nosso, nenhum preço se mantém alto demais ou baixo ao extremo durante um longo período, pois o próprio comportamento do mercado trata de harmonizar estas variações.

Nesse sentido, é fundamental entender que houve uma desaceleração necessária do segmento de imóveis. Continuamos com um aquecimento nas vendas, mas em um ritmo diferente do que há seis anos, quando o que se lançava era vendido em um prazo muito curto. No entanto, o planejamento das ações nesta época era quase inexistente.

Hoje, vivemos um mercado mais maduro e consciente e por isso, o planejamento e a execução do mesmo ganham cada vez mais relevância.

Integra-se ainda a esse caminho de equilíbrio uma gestão imobiliária mais criteriosa. A política de crédito no Brasil é mais rigorosa se comparada a outros países. A crise gerada pela “bolha imobiliária” nos Estados Unidos ligou o botão de alerta no mundo todo e o Brasil, que já praticava uma política diferente da dos americanos, ficou ainda mais atento a esta ameaça.

Por aqui não se empresta sem antes avaliar, cuidadosamente, a capacidade do tomador do crédito de quitar a sua dívida.

Diante desse cenário, vale destacar ainda a transformação também no perfil do comprador. Atualmente, as pessoas estão em busca do imóvel para usufruir prioritariamente como moradia, o que faz surgir um cliente mais crítico e exigente, que sabe exatamente o quer e por isso demanda profissionais cada vez mais qualificados.

Tal realidade nos coloca diante dos maiores desafios do segmento imobiliário: a profissionalização do setor que engloba desde a construção civil até o atendimento ao cliente com o corretor de imóveis. No entanto, esta não será uma demanda que será resolvida em curto prazo.

No segmento imobiliário, como em outros setores da nossa economia, temos uma carência de preparação preventiva, ou seja, aquela na qual eu me preparo para crescer. O que temos visto no Brasil é que os diversos segmentos têm se desenvolvido, mas a qualificação profissional não acompanha o mesmo ritmo.

Por isso, não raramente, vemos o crescimento das demandas e a busca desenfreada por profissionais qualificados que possam desempenhá-las. Sendo assim, a procura por trabalhadores diferenciados é uma realidade que nos espera não só para este final de 2012, mas ainda por um longo período, uma vez que nosso déficit habitacional conta com elevados índices.

Nosso país já passa e deverá continuar a passar nos próximos anos por um grande processo de reestruturação de sua infraestrutura. Construção de novas rodovias, portos, ferrovias, novas alternativas para a mobilidade: esse é um país em crescimento e que demandará mão de obra qualificada, sobretudo, da área da construção civil, elementos esses que certamente impactarão também no mercado de imóveis.

Quem souber interpretar este cenário com suas várias facetas, verá um Brasil forte, aberto a diversas oportunidades de novos negócios, de crescimento profissional e de consolidação do setor.

Estamos diante de um mercado altamente promissor, que cada vez mais dá sinais de sua força e revela seus importantes avanços. Temos que direcionar a nossa percepção para potencializarmos este momento favorável de forma planejada e estratégica.

E você, como tem se preparado para o futuro do mercado imobiliário? Quais são as suas expectativas para finalizar 2012? Compartilhe conosco suas experiências e lembre-se: juntos somos fortes!
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Confiança do comprador de imóvel está 5,6% maior em julho

Exame - 

Pesquisa da Lopes mostra que compradores estão mais confiantes em relação à situação econômica brasileira, situação financeira da família e intenção de compra de imóvel





Imóveis: Estudo consultou 581 clientes que passaram pelos estandes da Lopes em julho




São Paulo - Uma pesquisa feita pela Lopes, uma das maiores empresas de consultoria domercado imobiliário do país, mostra que em julho os compradores de imóveis do Estado de São Paulo estão com um nível de confiança 5,6% maior do que no mês anterior em relação a três pontos: situação econômica brasileira, situação financeira da família e intenção de compra de imóvel.
As três questões foram apresentadas a 581 potenciais clientes que visitaram os estandes Lopes no mês de julho. De acordo com as respostas, a empresa avalia se o Índice de Confiança do Comprador de Imóvel (ICCI) para os próximos seis meses aumentou ou diminuiu em relação aos três pontos apresentados.

Segundo a pesquisa, entre junho e julho deste ano houve também um aumento de 12,4% na confiança dos clientes que buscam pagar até 250.000 reais pelo imóvel.

O estudo ainda mostrou que 56% dos entrevistados estão fazendo a compra do primeiro imóvel. E entre os clientes que estão prospectando imóveis de até 250.000 reais, a proporção aumenta para 81%.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mercado aberto para o corretor

Diario de Pernambuco -

Profissional que comemora seu dia nesta semana é fundamental nos negócios imobiliários

Entre o desejo de adquirir um imóvel e a realização de fechar o negócio, muitas vezes a intermediação de um especialista se torna indispensável. Seja para acompanhar o cliente até o fechamento da compra ou apenas para orientá-lo quanto à melhor opção, os corretores de imóveis ou consultores imobiliários cumprem um papel fundamental, há 50 anos, quando foi regulamentada a profissão. Hoje, o mercado hoje exige profissionais qualificados e com dedicação individualizada a cada novo cliente. 

Novas e velhas gerações de corretores são unânimes em afirmar que conhecer o perfil do cliente é o primeiro passo para efetivar uma venda. O crescimento do setor de imóveis e a diversidade de opções para compra ou aluguel exigem desse profissional conhecimento amplo de mercado, qualificação e atualização permanente. É papel do corretor se inteirar das novas demandas e dos novos perfis de compradores.

Trindade diz que consultor imobiliário se diferencia pelo tratamento dado ao cliente (IMOBILIÁRIA EDUARDO FEITOSA/DIVULGAÇÃO)
Trindade diz que consultor imobiliário se diferencia pelo tratamento dado ao cliente
 


Paulo Trindade, 29 anos, corretor da Imobiliária Eduardo Feitosa, diz que o diferencial do consultor imobiliário está na forma de tratamento com o cliente. “O bom relacionamento é o que gera a venda. O perfil de cada cliente deve ser visto de forma bem específica. Os imóveis voltados para um público de solteiros é diferente do que devo oferecer para casais e aposentados, por exemplo.” Paulo é um dos que investe na carreira. Graduado em turismo e administração, atualmente cursa MBA em gestão de pessoas.


Com uma postura mais tradicional sem, no entanto, deixar de reconhecer que o mais importante para um corretor é o cuidado com o cliente, Arlindo Queiroz, 75 anos, autônomo na profissão há mais de 35, se diz envaidecido com a forma que adotou para conquistar o mercado. “Experiência e cursos que complementem a técnica adquirida com o dia a dia fazem a diferença na hora de analisar o perfil do comprador ou investidor. A confiança que se transmite é um ponto que não pode ser deixado de lado. Dessa forma, fiz meu nome no setor”, afirma.

O ofício de corretor surgiu no início do século 20 e foi regulamentado em 1962, no dia 27 de agosto, data em que é comemorado o Dia do Corretor de Imóveis. De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Pernambuco (Creci), atualmente são mais de 9 mil corretores registrados no Conselho e, desse número, cerca de 5 mil estão na ativa.
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Minas ocupa o quarto lugar no ranking nacional em número de construções verdes

Estado de Minas -

São 10 em processo de certificação como empreendimento imobiliário sustentável
Projeção do novo prédio da Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz), o primeiro a ter a certificação LEED em Minas Gerais como construção sustentável (Perspectiva/Divulgação)
Projeção do novo prédio da Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz), o primeiro a ter a certificação LEED em Minas Gerais como construção sustentável



O Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em número de construções ecologicamente corretas. A conscientização dos empreendedores e dos consumidores quanto à exigência de certificação fez explodirem os pedidos de reconhecimento de sustentabilidade nos empreendimentos imobiliários como forma de agregar valor ao produto.

O número de pedidos de certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), sistema de orientação e certificação ambiental criado pelo U.S Green Building Council, não para de crescer. Minas Gerais ocupa a quarta posição no ranking nacional, com um empreendimento já certificado e outros 10 em processo de certificação. O primeiro colocado é São Paulo, com 47 empreendimentos sustentáveis e 308 em processo, seguido pelo Rio de Janeiro, com 10 certificações e 83 em andamento, e o Paraná, com dois certificados e 35 em processo.

A questão da sustentabilidade pode estar na produção do material da construção, diz o arquiteto e professor no curso de extensão em sustentabililidade da PUC Minas André Buarque. A gestão energética e/ou de água pode ser contornada pelo ser humano com inteligência, da mesma forma que o material utilizado. No caso de cimento e ferragens, por exemplo, são materiais retirados de minério, que causam grandes impactos ambientais, não somente na extração, mas também no transporte. Madeiras, se forem manejadas de forma correta, podem causar impacto positivo, uma vez que o plantio de florestas para manejo purifica o ar. Entretanto, seu transporte até o local da construção causa impacto, por causa do uso de combustível fóssil.

Para a construção de casas de madeira, o material deve ser certificado e o cliente deve estar atento a isso. “No Brasil, não há muito o hábito de construir casas em madeira, uma vez que causa desconforto térmico.” Mas não é o que pensa o empresário Júlio Cezar Ramos, da Dakota Alto Padrão em Casas de Madeira, que aprendeu a construí-las em Imperatriz (MA) e adotou a técnica em Belo Horizonte. A empresária Márcia da Silva Batista, da MG Sistema Construtivo, também aposta no mercado de casas de madeira, mas adotou uma técnica diferenciada da usada nas pré-fabricadas. Sua empresa oferece até 30 modelos de plantas. Ela e Júlio Cezar garantem que trabalham somente com madeiras certificadas e de reflorestamento.

CONFERÊNCIA 

Márcia da Silva Batista, da MG Sistema Construtivo, diz que trabalha somente com madeiras certificadas e de reflorestamento  (Maria Tereza Correia/EM/D.A Press)
Márcia da Silva Batista, da MG Sistema Construtivo, diz que trabalha somente com madeiras certificadas e de reflorestamento
Há cinco anos, existiam no Brasil apenas oito empresas com a certificação Leed em andamento. E é com foco em apresentar, discutir e fomentar iniciativas desse mercado em potencial que a Reed Exhibitions Alcantara Machado (RXAM) promove a 3ª edição da Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo, entre os dias 11 e 13 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Além de apresentar o que há de mais atual em produtos e serviços do setor, o Greenbuilding Brasil oferece uma imersão no mundo sustentável a partir de conferências com especialistas e visitas técnicas que possibilitam entender na prática a exata dimensão de uma construção civil sustentável.

Segundo a gerente da Unidade de Negócios e Conferência da Reed, Márcia Coimbra, os especialistas nacionais e internacionais poderão transmitir ao público participante todo o panorama do setor da construção civil mundial, “quer pela apresentação de cases que foram classificados como referência global para o segmento, quer por meio da apresentação e as tendências que vão nortear os profissionais envolvidos nesse mercado nos próximos anos”.

Alternativa para reduzir custos 
O preço da construção pode cair pela metade com a substituição da alvenaria por material pré-fabricado e eliminação de resíduos

A utilização de material pré-fabricado pode diminuir em até 50% o custo de uma construção em relação à alvenaria, como garante o empresário Volmar Barcelos de Almeida Filho, da Nova Casa. A tecnologia de sua empresa usa placa e pilar de concreto em casas populares. A construção é rápida e não há desperdício de material.

O cliente recebe toda a estrutura pronta, ficando por sua conta o interior do imóvel, que ele construirá de acordo com seu gosto e seu orçamento. Esse acabamento representa cerca de 30% no preço final da construção. A Nova Casa fabrica, além do módulo estrutural, janelas, portas e telhado colonial.

De acordo com Volmar, a obra é barata em relação à alvenaria, uma vez que o tempo gasto na construção é bem reduzido. “Uma casa de dois quartos demora cerca de 10 dias para ficar pronta; uma de três quartos, em torno de 15 dias. São 30 modelos à disposição. Uma casa de 200 metros quadrados (m²) leva até 40 dias para ficar totalmente pronta, incluindo seu interior.

Volmar Barcelos, da Nova Casa, garante que a construção é rápida e não há desperdício de material  (Maria Tereza Correia/EM/D.A Press)
Volmar Barcelos, da Nova Casa, garante que a construção é rápida e não há desperdício de material
O empresário esclarece que a casa é definitiva, ou seja, não é desmontável. O terreno tem que ser natural, nivelado, com terra firme, sem aterro, e a fundação é feita pela empresa. “O pré-moldado é a construção do momento: rápida, baixo custo e usada em obras de hospitais, metrô, shopping e recentemente, o Estádio Independência.”

A MG Sistema Construtivo utiliza produtos padronizados de tecnologia avançada, permitindo obra rápida, limpa e com acabamento superior ao da alvenaria tradicional. Segundo a empresária Márcia da Silva Batista, ela é composta por perfis de aço galvanizado ou madeira, contraventados por painéis de OSB estrutural, lã de vidro, membrana e placa de cimento.

RECICLADOS 

A vantagem, segundo Márcia Batista, é que não há desperdício de material, além da rapidez na construção. São utilizados produtos reciclados e madeira de reflorestamento na estrutura: o pinus autoclave, com garantia de 20 anos.

Júlio Cezar Ramos, da Dakota Alto Padrão em Casas de Madeira, usa paraju, madeira nobre nativa da Amazônia. Segundo o construtor, a madeira não precisa de tratamento, mas deve ser feita manutenção a cada dois anos, principalmente nos locais muito atingidos pelo sol e água de chuva. Deve-se evitar o acúmulo de água junto à estrutura da construção.

“A manutenção é basicamente raspar, lixar e invernizar ou pintar. O cliente apresenta seu próprio projeto, mas temos várias opções para oferecer. Uma vez pronta, a casa de madeira pode receber modificações, desde que não se mexa na estrutura.”
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Análise: Preço do imóvel deve se estagnar em SP nos próximos 4 anos

FOLHA.com

Os resultados financeiros apresentados pelas principais incorporadoras com ações na Bolsa não têm sido nada animadores.


Com o capital obtido com o lançamento de seus papéis no mercado financeiro há alguns anos, muitas empresas alteraram seus focos de lançamento, investindo em uma expansão para outros Estados jamais vista no setor, mas sem o retorno desejado.

Já as que apostaram em trabalhar com o chamado "mais do mesmo", ou seja, aplicar seus recursos em áreas geográficas e produtos em que já tinham experiência, tiveram resultados mais satisfatórios.

Em decorrência disso, muitas incorporadoras resolveram voltar agora para o conhecido "arroz com feijão". São Paulo retoma seu lugar como foco de investimentos dessas empresas, mas não é tão simples como antes atuar nesse mercado.

Como nos anos recentes houve um boom imobiliário nas regiões metropolitanas e um encarecimento (e também esgotamento) expressivo de áreas para incorporação, a taxa de retorno nas grandes metrópoles ficou menor, quando não inexistente.

Nesse cenário, há um impasse: baixas velocidades de venda e não viabilidade de novos empreendimentos.

E o alto nível de estoque de apartamentos prontos cria ainda mais barreiras para novos lançamentos.

Assim, é possível afirmar que a tendência para os próximos quatro anos é a redução no ritmo de vendas e, consequentemente, estagnação do preço por metro quadrado, o que significa, na prática, redução do preço real, devido ao efeito da inflação.

Para solucionar a vida das incorporadoras, a única saída é a inovação.

Ou as empresas trabalham na criação de empreendimentos considerados surpreendentes pelo consumidor ou o arroz com feijão não encherá mais a barriga dessas companhias.
DANIEL BRITTO é especialista em mercado imobiliário da FIA (Fundação Instituto de Administração)
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Secovi promove semana imobiliária em setembro

FOLHA.com -

 
O Secovi-SP (sindicato da habitação) divulgou a programação da Semana Imobiliária, que acontece entre os dias 11 e 16/9, em sua sede, na Vila Mariana.

O evento é gratuito e busca proporcionar atualização, aperfeiçoamento, conhecimento, negócios e reconhecimento aos profissionais da cadeia da indústria imobiliária.

Veja a programação:

PROGRAMAÇÃO

11 e 12/9 - Quality Service Conference, que se propõe a discutir a qualidade dos serviços no Brasil, e workshop do Instituto Disney;

12/9 - Entrega do 18º Prêmio Master Imobiliário;

13 a 16/9 - Convenção Secovi, que apresenta os temas "O Novo Consumidor Brasileiro", "O Mercado Imobiliário no Interior", "Adaptação do Mercado Imobiliário às Novas Faixas de Preço" e "Panorama da Locação Comercial nas Principais Capitais Brasileiras".

14/4 - Fórum Urbanístico Internacional, com painéis sobre adensamento predial e drenagem urbana, reabilitação urbana planejada e desenvolvimento de bairros sustentáveis;

15/9 - Real Estate Showcase, em que empresários brasileiros e estrangeiros apresentarão produtos e encontrarão potenciais parceiros para realizar negócios.

SERVIÇO
Semana Imobiliária 2012
De 11 a 16/9
Local: r. dr. Bacelar, 1.043, Vila Mariana (zona sul de São Paulo)
Mais informações: www.semanaimobiliaria.com.br
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Brasil Brokers adquire parte da Libório Imóveis

Exame - 

Negócio prevê a compra de 55% da sociedade que realizará as operações de intermediação imobiliária da companhia de Jundiaí por R$ 8 milhões de reais


Visão aérea de Jundiaí: operação está de acordo com sua estratégia de expansão geográfica da corretora

São Paulo - A Brasil Brokers (BBRK3) adquiriu 55% das quotas representativas do capital social da sociedade que realizará as operações de intermediação imobiliária da Libório Imóveis, segundo comunicado enviado nesta terça-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A corretora deverá pagar 8 milhões de reais pela empresa.

A operação está de acordo com sua estratégia de expansão geográfica através da aquisição de participações em empresas de intermediação imobiliária. Conforme revelado nesta última sexta-feira, a corretora tem planos de comprar duas ou três empresas até o fim do ano para ampliar a fatia da receita proveniente de vendas de imóveis usados.

O pagamento deverá ser feito com um valor inicial de 3,2 milhões de reais e o saldo restante em três parcelas anuais. A companhia ainda irá convocar uma assembleia geral extraordinária para deliberar sobre o assunto.

A Libório Imóveis possui três lojas em Jundiaí, interior de São Paulo, com atuação nos mercados primário e secundário.
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Conheça os melhores imóveis de 2012, segundo o prêmio Master Imobiliário

Infomoney -

O prêmio, do Secovi-SP/Fiabci-Brasil, apontou os empreendimentos mais inovadores e bem-sucedidos do país nos últimos 12 meses

SÃO PAULO - Os vencedores da 18ª Edição do Prêmio Master Imobiliário, que homenageia as empresas e os profissionais que se destacaram em termos de excelência e inovação, foram apresentados na última terça-feira (28) pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo).

Ao todo, 16 projetos foram contemplados na categoria Empreendimentos, dentre eles residenciais, comerciais, industriais e outros, que consideram trabalhos 100% concluídos e entregues; e ‘Profissionais’, que reúnem trabalhos ou projetos nas áreas de marketing, administração, comercialização, inovações tecnológicas, urbanismo, soluções arquitetônicas, meio ambiente, entre outras. A premiação é considerada a maior consagração do mercado nacional.



A cerimônia de entrega dos prêmios aos vencedores do Master Imobiliário será realizada no próximo dia 12 de setembro, no Clube Monte Líbano, em São Paulo.

Vencedores: empreendimentos residenciais e comerciais

Residencial:

- Na cidade de Guarulhos, quem se destacou foi o Único Guarulhos, da Cury Construtora e Incorporadora. O empreendimento faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida (faixa de renda familiar de 3 a 6 salários mínimos), com 3.080 unidades distribuídas em 17 torres, áreas de lazer internas e externas diferenciadas, foi indutor de desenvolvimento na região.



- A Cyrela é a reponsável pelo Grand Lider Olympus, em Belo Horizonte. São nove torres residenciais de alto luxo, que alcançaram o VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 1 bilhão e se tornaram um marco no mercado imobiliário da região.



Comercial:

- O Pátio Victor Malzoni, da Brookfield Incorporações, está localizado na área metropolitana de São Paulo e reúne uma arquitetura esmerada, preservação do patrimônio histórico e o resgate do espaço público, resultando em um ícone urbano que valoriza e qualifica o seu entorno, de acordo com o júri do Prêmio Master Imobiliário.



- O Porto Brasilis é da Fibra Experts e fica no Rio de Janeiro. O empreendimento conta com uma arquitetura arrojada, que contribui com a requalificação urbana da área central da cidade. Os jurados apontaram ainda a concepção do projeto e o desenvolvimento da obra, certificada com o selo Green Building.



- Na área da saúde, a premiação contemplou o Advance – Excelência em saúde e bem-estar, da JCGontijo Engenharia/ECAP Engenharia/Victória Empreendimentos Imobiliários, instalado em Brasília. Situado no Setor Hospitalar Sul de Brasília, o projeto é moderno e eficiente, congregando atributos técnicos e tecnológicos. Oferece ambientes comuns acolhedores e funcionais.



- Já o Centro Empresarial José Alencar Gomes da Silva, do PaulOOctavio Investimentos Imobiliários, fica em Brasília e se sobressai pela arquitetura marcante. O projeto foi cuidadosamente concebido, planejado e executado para oferecer diferenciais significativos dentro da sua categoria.



- Em Cajamar está o Cajamar Industrial Park, da Prologis-CCP/Libercon Engenharia. A identificação da oportunidade do negócio, a excelência do projeto e os cuidados de implantação fazem do empreendimento um case de destaque no seu segmento.



- O retrofit do edifício Galeria, da Tishman Speyer, no Rio de Janeiro, foi outro contemplado pelo prêmio. Na avaliação do júri, trata-se de um excepcional retrofit, onde a convivência entre o antigo e o novo ocorre de forma harmoniosa, respeitando as características do Rio de outrora e incorporando tecnologias do novo século.
Retrofit edifício Galeria RJ
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Preço das casas em Portugal recua 7,3% em julho

Folha.com -

 
Em meio à crise financeira, Portugal viu o valor médio de uma casa no país cair 7,3% em julho em relação ao mesmo mês em 2011, segundo dados divulgados hoje (27/8) pelo Instituto Nacional de Estatística, órgão oficial português.

O metro quadrado de uma casa no país valia, em média, 1.033 euros em julho. Em relação a junho, a queda foi de 0,6%.

Na região metropolitana de Lisboa, o valor médio apresentou queda ainda maior, com recuo de 8,5% ante o mesmo período no ano passado.

Com isso, o valor na região ficou em 1.236 euros por metro quadrado.
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Custo da construção cai e fecha agosto em 0,32%

Agência Brasil - 

 
O Índice Nacional de Custo da Construção–Mercado (INCC-M) registrou taxa de variação de 0,32% em agosto, uma redução de 0,53 ponto percentual na comparação com o mês passado (0,85%). No acumulado do ano, o índice apresenta variação de 6,21%. Nos últimos 12 meses, a taxa acumula 7,48%. O INCC-M, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de julho e 20 de agosto.

O resultado foi pressionado, principalmente, pela taxa de variação do grupo mão de obra, que passou de 1,05% para 0,28%, uma queda de 0,77 ponto percentual. A maior redução nesse grupo foi registrada no item mão de obra especializada (de 1,29% para 0,13%). Os demais itens também tiveram decréscimo: técnico (de 0,97% para 0,19%) e auxiliar (de 1,06% para 0,41%).

De acordo com a FGV, a redução no custo da mão de obra foi consequência do fim do impacto do reajuste salarial ocorrido em Brasília, assim como da diminuição da taxa de Porto Alegre, que passou de 3,16% para 2,14%.

O grupo materiais, equipamentos e serviços teve redução de 0,27 ponto percentual, passando de 0,63% para 0,36%. Um dos itens que compõem o grupo, materiais e equipamentos (0,37%), caiu 0,31 ponto percentual na comparação com o mês anterior (0,68%). Nesse item, três dos quatro subgrupos tiveram redução: materiais para estrutura (de 0,81% para 0,31%), materiais para acabamento (de 0,61% para 0,55%) e equipamentos para transporte de pessoas (de 0,81% para 0,08%). O custo dos materiais para instalação foi o único com acréscimo, de 0,23% para 0,50%.

O custo dos serviços (0,32%), que também compõe o grupo materiais, equipamentos e serviços, teve decréscimo de 0,12 ponto percentual na comparação com julho (0,44%). Todos os subgrupos desse item tiveram reduções: aluguéis e taxas (de 0,22% para 0,09%), serviços pessoais (de 0,55% para 0,33%) e serviços técnicos (de 0,64% para 0,62%).
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