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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Como achar o empréstimo mais barato para comprar um imóvel

Infomoney -

Sites permitem uma comparação rápida dos juros cobrados pelos bancos

SÃO PAULO – Comprar um imóvel no Brasil não é tarefa fácil – principalmente devido aos preços elevados. Para a maioria das pessoas, a única forma viável de realizar o sonho da casa própria é financiar a compra com um empréstimo para pagamento em vários anos.

Alguns sites especializados podem ajudar o futuro proprietário a encontrar o financiamento com taxas e prazos que mais atendem sua situação financeira.

Um deles, o Canal do Crédito, permite que você faça simulações com o valor do imóvel que pretende comprar. O site mostra todas as taxas de juros das instituições que atuam no estado em que o usuário reside, além do CET (Custo Efetivo Total), valor da prestação mensal e se há reembolso das despesas.

Outro canal que pode auxiliar na hora da busca pela melhor opção de crédito é o site Crédito Imobiliário Fácil, que indica o financiamento que melhor corresponde ao perfil financeiro e orienta sobre prazos de contratação de financiamento e seguros obrigatórios.

O site Financiar Casa também é uma excelente ferramenta para ajudar no refino das informações para quem pretende comprar um imóvel. Além do crédito imobiliário o site busca as melhores condições no financiamento para construir ou reformar um imóvel.

Simulação
O Portal Infomoney realizou uma simulação no site Canal do Crédito utilizando como base um imóvel de R$ 500 mil, com entrada de R$ 150 mil e um financiamento de 20 anos.

O CET desta simulação variou entre 9,57% e 12,23% ao ano, conforme mostra tabela abaixo:
Financimento Imobiliário 
Banco CET ao anoReembolsa  Despesas? Amortização TX. Juros + Índice 1º Prestação Última  Prestação Renda Necessária 
* Site Canal do Crédito
Banco do Brasil9,57% NãoSAC8,9% a.a 9 + TRR$ 4.077,73R$ 1.547,92R$ 13.592,45
Caixa Econômica Federal 9,68% Não SAC8,85% a.a + TRR$ 4.051,59R$ 1.539,74R$ 13.505,31
HSBC10,66%
 3% do valor do imóvel.
Limite R$ 10 mil
SAC10% a.a + TRR$ 4.370,08R$ 1.546,15R$ 14.566,94
Bradesco11,17% Não Informado SAC10,5% a.a +TRR$ 4.503,44R$ 1.546,70R$ 15.011,46
Citibank11,65%Não InformadoSAC10,95% a.a + TRR$ 4.616,47R$ 1.549,61R$ 15.388,24
Santander11,76% Sim, sob consulta e análise SAC11% a.a + TRR$ 4.636,24R$ 1.547,26R$ 15.454,14
Itaú11,77% Até 5% do valor do imóvel SAC11% a.a + TRR$ 4.653,79R$ 1.564,81R$ 15.512,64
BM Sua Casa12,23%Sim (não informa quanto)Price 11,7% a.a + TRR$ 3.751,24R$ 3.715,78R$ 12.504,14


Nesta simulação, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal ofereceram juros bem mais atraentes que os demais. A tabela deixa bem claro que o interessado em comprar um imóvel que pesquisa preços pode economizar milhares de reais.

Outra conclusão é que não é fácil conseguir um empréstimo para a compra de uma casa. Para um financiamento de R$ 350 mil como o da tabela acima, será necessário comprovar uma renda mensal de ao menos R$ 12.504.

Segundo o professor de marketing da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Daniel Pla, esses sites servem como ponto de partida na hora de buscar o melhor financiamento imobiliário. No entanto, o consumidor não pode se limitar somente aos dados dos simuladores. É importante visitar as instituições para pleitear melhores condições de crédito.

“É fundamental consultar os bancos. Acreditar somente no que está nos sites não é suficiente. Há taxas que são embutidas nos financiamentos e podem não estar claras nas simulações. O consumidor deve levar em conta o custo efetivo total desses financiamentos”, explica o professor.

Na opinião do especialista, o relacionamento que o cliente tem com seu banco também é importante na hora da negociação do crédito.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Caixa firma parceria com a IBM para facilitar crédito imobiliário

Infomoney - 

Modernização do sistema deve agilizar as contratações de financiamentos habitacionais

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (30) uma parceria com a IBM e a Funcef (Fundação dos Economiários Federais) para facilitar o acesso ao crédito imobiliário.

De acordo com a instituição bancária, a intenção é modernizar os processos empresariais e os serviços do crédito imobiliário. Com esta iniciativa, será possível agilizar as contratações de financiamentos habitacionais.



Novidades
Os consumidores passarão a receber informações da situação de seus pedidos de crédito em tempo real, por meio de canais como internet e celular.

Uma das novidades mais importantes dessa ação é a possibilidade de, em breve, o crédito imobiliário estar disponível 24 horas por dia, nos sete dias da semana, levando as propostas de financiamento e sua concretização ao local onde os negócios serão realizados.

Também será possível aos consumidores realizarem a maior parte operacional dos negócios por meio da Internet, viabilizando a contratação por meio de escritura eletrônica, assinatura digital certificada e interação com Cartórios de Registros de Imóveis.

A contratação de crédito imobiliário sem circulação de papel, deve de acordo com o banco, gerar grande comodidade para os consumidores e redução de custos.

Crédito Habitacional
Até 24 de agosto de 2012, a Caixa contratou um total de R$ 63,1 bilhões em crédito imobiliário, relativos a mais de 700 mil contratos, o que representa um crescimento 32,1% superior ao contratado no mesmo período do ano passado, quando emprestou cerca de R$ 47,78 bilhões.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Bancos reduzem taxas e elevam prazos para financiamento imobiliário

Folha.com -

Os bancos cortaram os juros do financiamento imobiliário e ampliaram o prazo de pagamento, em um movimento para alavancar o segmento que apresenta as maiores taxas de crescimento no crédito brasileiro.

Os juros da modalidade nas principais instituições do país variam de 7,7% a 11% ao ano mais Taxa Referencial para a compra de imóveis de até R$ 500 mil (veja quadro).

Com isso, a maioria dos novos contratos é fechada com taxa de 9% ao ano, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário). Há um ano, essas operações eram contratadas, em grande parte dos casos, por 10,5% ao ano.

Para os próximos meses, no entanto, não há previsão de cortes significativos. "Os bancos chegaram no limite do que se pode trabalhar", diz Octavio de Lazari Junior, presidente da entidade. As reduções agora deverão ocorrer de acordo com o relacionamento do cliente com o banco.

Diogo Shiraiwa e Affonso/Editoria de arte/Folhapress



A última modificação de juros foi anunciada pelo Santander neste mês. Em maio e junho, Banco do Brasil e Caixa também melhoraram as condições. As demais instituições ainda não anunciaram oficialmente alterações.

O economista José Pereira Gonçalves, especialista em mercado imobiliário, concorda que não há mais espaço para grandes mudanças. "Existe um custo de captação dos recursos pelo banco, não há como diminuir ainda mais essa margem", diz.

A maioria das operações vem de recursos da poupança. Desde maio, os novos depósitos tiveram a rentabilidade reduzida, atrelada a um percentual da taxa básica de juros, a Selic. Com a queda, os bancos tiveram esse custo de captação reduzido.

"Por mais que tenha caído, essa redução é momentânea, atrelada à Selic. Como as operações de financiamento são de longo prazo [até 35 anos], os bancos precisam estabelecer um parâmetro; assim, não têm como cortar mais."

Em relação ao prazo, Caixa e Santander ampliaram o teto de 30 para 35 anos. No anúncio, em junho, a Caixa disse que a vantagem é o aumento da capacidade de compra do mutuário, que pode financiar um imóvel mais caro. A prestação deve ser de até 30% da renda.

FATORES

As instituições consideram a modalidade uma das mais importantes do sistema financeiro atualmente.

O professor de finanças da FIA (Fundação Instituto de Administração) Ricardo Rocha diz que o interesse vem da possibilidade de a instituição manter relação de longo prazo com os mutuários.

Diogo Shiraiwa e Affonso/Editoria de Arte/Folhapress



Além disso, a análise de crédito para a concessão é rigorosa e a retomada do bem ocorre rapidamente no caso de inadimplência. "São as operações de crédito mais seguras", afirma Gonçalves.

O crédito imobiliário tem a menor inadimplência do mercado. Em maio, o percentual estava em 2%, enquanto o índice do crédito pessoal, por exemplo, era de 5,7%.

BUROCRACIA

Os bancos têm feito esforços para reduzir a burocracia nessas operações, que ainda estão entre as mais complicadas do sistema financeiro.

As instituições discutem, por exemplo, o registro eletrônico e a padronização dos contratos. A ideia é transmitir, por um sistema, o contrato para o cartório, que o devolve da mesma forma.
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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Conheça algumas linhas de crédito populares para quem quer reformar

Infomoney - 

Antes de optar por alguma linha, é importante estar ciente de que o financiamento cabe no bolso; taxas de juros variam de 1,40% a 4,90% ao mês

SÃO PAULO - Existem no mercado, diversas opções de linhas de crédito para quem deseja construir ou reformar um imóvel e não dispõe do valor todo do investimento naquele momento.

O consumidor interessado em utilizar uma dessas linhas precisa saber que é possível contratá-las com algum banco ou lojas de materiais para construção que oferecem esse tipo de financiamento.



Como em qualquer outro tipo de financiamento, o consumidor precisa estar atento às taxas de juros e se o valor de cada parcela do empréstimo cabe no orçamento da família. Não adianta estar com a casa em perfeitas condições e atolado em dívidas.

Para que o crédito seja feito no valor correto, é importante que o consumidor procure um profissional da construção especializado. Este profissional fará todos os cálculos necessários e dirá a quantidade de material que precisará ser comprada.

Quem utiliza alguma linha de crédito para construir ou reformar deve estar ciente de que não pode haver desperdício na obra, nem que será necessário comprar mais materiais fora do valor obtido. Qualquer desperdício ou compra fora do previsto pode se tornar um problema para as finanças. Conheça algumas opções:

Banco do Brasil
A instituição possui a linha de financiamento BB Crédito Material de Construção. Com esta linha de crédito, o consumidor pode finaciar 100% do valor gasto com o material de construção, acabamento e até móveis planejados.

De acordo com a aprovação do crédito, é possível realizar operações com valores que variam de R$ 70 a R$ 50 mil. O pagamento do empréstimo pode ser feito em até 54 meses.

A linha de crédito do Banco do Brasil aonda permite que a primeira prestação seja paga após seis meses da compra. As taxas de juros variam de 1,53% a 1,98% ao mês.

O empréstimo pode ser feito em uma das 21 mil lojas cadastradas pela linha de crédito.

Caixa Econômica
Com o Construcard da Caixa é possível financiar materiais de construção, itens de acabamento e até aquecedor solar. O valor mínimo para fazer o financiamento é de R$ 1 mil.

O prazo máximo do financiamento é de 60 meses, com seis meses de carência. A taxa de juros para as operações varia de 1,40% a 1,85% ao mês.

Esta linha de crédito precisa ser feita na agência. Para os que são clientes da instituição, em muitos casos, o limite já pode estar pré-aprovado.

Quem optar pode essa linha poderá comprar os materiais em uma das 80 mil lojas conveniadas.

Amanco
A empresa de material de construção tem um cartão de crédito exclusivo para construção. Para ter o cartão, o consumidor precisa ter uma renda mínima de R$ 600 e a aprovação do crédito é feito na hora.

O limite máximo para financiamento é de R$ 5 mil, que pode ser parcelado em até 24 vezes. Caso queira compar os materias à vista, o consumidor terá até 40 dias para pagar as contas sem juros.

A cada pagamento da fatura, o consumidor tem seu crédito aumentado. Além disso, o cartão permite que o consumidor compre materiais de outras marcas.

A linha de crédito tem taxa de juros a partir de 4,90% ao mês, e está disponível em 2.500 lojas em todo o Brasil, sendo 195 na capital.

Dicico
A rede de lojas também oferece uma linha de crédito para financiar material de construção. Neste caso, o financiamento é feito por CDC Sorocred e pode ser parcelado em até 24 meses.

Para conseguir realizar o financiamento, o consumidor precisa ter talão de cheques e cadastro na loja.

A aprovação do crédito não tem burocracia e as taxas de juros variam entre 1,62% e 2,69% ao mês. Ao todo são 55 lojas disponíveis para o consumidor comprar.
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Banco do Brasil quer ser vice-líder em crédito imobiliário

Exame -  

Banco hoje ocupa a quinta posição nesse mercado, atrás da Caixa, Itaú, Bradesco e Santander


Agência do BB: banco planeja um salto no ranking do crédito imobiliário

São Paulo - A carteira de crédito imobiliário do Banco do Brasil cresceu mais de 90% nos últimos 12 meses, atingindo a cifra de quase 10 bilhões de reais. O montante coloca o BB como quinto no ranking dos maiores bancos provedores desse tipo de financiamento, atrás, da Caixa, Bradesco, Itaú e Santander, mas se depender das ações e do ritmo de crescimento dessa carteira, o banco espera em breve ocupar a segunda posição no pódio.

“Aprendemos a trabalhar com esse segmento de crédito e estamos crescendo em velocidade mais acelerada que os concorrentes. Tirando a Caixa, que é líder desse tipo de financiamento, temos condições para alcançarmos a segunda maior carteira de crédito imobiliário do país e isso não vai demorar muito para acontecer”, afirmou Alexandre Corrêa Abreu, vice-presidente de negócios de varejo do BB, em coletiva com a imprensa, nesta terça-feira.

O Itaú hoje ocupa a posição que o Banco do Brasil almeja e tem uma carteira de crédito imobiliário de aproximadamente 22 bilhões de reais, nos últimos 12 meses, o banco, no entanto, cresceu 36%. O Bradesco tem uma carteira de cerca de 20 bilhões de reais e o Santander de 17 bilhões de reais.

No trimestre, 7.464 financiamentos de crédito imobiliário foram liberados pelo banco. O número é o maior desde 2008, quando o BB começou sua carteira nesse setor. “Temos uma base de 56 milhões de clientes que será o combustível para atingirmos nossas metas”, disse Abreu.

Crescimento sustentável


A carteira de crédito total do Banco do Brasil atingiu a cifra de mais de meio trilhão de reais no fim de junho deste ano, crescimento de 20,3% nos últimos 12 meses. O banco encerrou o primeiro semestre deste ano como líder desse mercado, com quase 20% de market share.

Segundo Ademir Bendini, presidente do Banco do Brasil, o crescimento da carteira vem ocorrendo de forma sustentável. “Estamos oferendo produtos que oferecem menores riscos. A nossa taxa de inadimplência é menor do que a apresentada pelo mercado e a tendência é de queda para os próximos meses”, afirmou o executivo.

No final o primeiro semestre, os índices de inadimplência do BB ficaram em 2,1% da carteira de crédito, já o Sistema Financeiro Nacional (SFN) registrou inadimplência de 3,8% no mesmo período. De acordo com o banco, as operações de baixos riscos representaram mais de 90% de toda a carteira de crédito do banco.

No semestre, o BB lucrou 5,5 bilhões de reais. No segundo trimestre, os ganhos do banco totalizaram 3 bilhões de reais, queda de quase 10% na comparação com o mesmo período do ano passado.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Liberar crédito para a casa própria vai ficar mais fácil

Imovelweb -

Com novo sistema eletrônico, o comprador não precisará levar a documentação pessoalmente ao banco.



O crescimento do crédito imobiliário fez com que os bancos concentrassem esforços para diminuir a burocracia da aprovação do financiamento, uma das operações mais complexas hoje.

A burocracia dessa etapa já diminuiu nos últimos anos. Para facilitar ainda mais o processo, os bancos discutem meios de viabilizar o registro eletrônico, como a padronização dos contratos. Por esse sistema, o comprador não precisará levar o documento pessoalmente até o cartório, esperar dias pelo registro na matrícula do imóvel e, depois, voltar ao banco com os papéis. A comunicação seria feita diretamente entre banco e cartório, por meio de um sistema. Essa mudança reduziria para uma semana o prazo de aprovação do crédito, que hoje é de 30 dias, em média.

A discussão começou no ano passado, mas ainda não há data para a entrada em vigor do novo sistema. O maior entrave é a necessidade da assinatura eletrônica dos envolvidos.

Segundo a Abecip (Associação das Entidades de Crédito), o prazo e número de documentos pedidos para o financiamento vêm caindo. Há cinco anos eram solicitados cerca de 45 documentos. Hoje, a média é de dez. Em relação ao tempo de aprovação após o envio dos papéis, os bancos estimam uma média de 15 dias, ante os 60 dias de 2007.

Como é hoje
- O comprador precisa levar pessoalmente o documento até o cartório
- O registro na matrícula do imóvel não sai na hora, ou seja, é preciso voltar alguns dias depois para buscá-lo
- Com o documento em mãos, é preciso ir novamente ao banco
- Tempo médio gasto: 30 dias

Como vai ser
- Pelo novo sistema, a comunicação entre o banco e o cartório será feita diretamente
- Tempo estimado: 1 semana
- Desafio: necessidade de assinatura eletrônica nos documentos
- Prazo para implementação: desconhecido


Fonte: Folha de S.Paulo e Agora São Paulo
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domingo, 12 de agosto de 2012

Santander reduz taxas para financiamento de imóveis

Exame - 

Taxas mínimas chegam a 8,8% e valem para clientes que contratarem pacote de serviços de R$ 45 mensais


Agência Santander: Taxas variam de acordo com o relacionamento do cliente com o banco


São Paulo - O Santander anunciou hoje reduções de taxas para o financiamento de imóveis. Para clientes que aderirem ao pacote Serviços Imobiliários Van Gogh, as taxas mínimas praticadas passam a ser de 9,5% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR), para financiamentos de imóveis com valor abaixo de 500.000 reais, e 10% ao ano mais TR para imóveis acima deste valor. E para clientes que aderirem aos serviços Van Gogh e trouxerem a conta-salário ao banco, as taxas mínimas serão de 8,8% ao ano mais TR, para imóveis com valor inferior a 500.000 reais, e de 9,5% mais TR para imóveis com valores superiores.

Para fazer a adesão ao pacote de serviços Van Gogh e poder desfrutar das taxas reduzidas, o cliente deve pagar 45 reais mensais e deve se manter no plano por, no mínimo, seis meses (período de carência). O pacote, além de oferecer taxas reduzidas, oferece serviços de assessoria ao cliente para compra do imóvel, desconto de 25% no seguro do imóvel e em outras modalidades de seguro e também taxas diferenciais para outras linhas de investimento, como em CDB e previdência.

Para clientes que não contratarem os serviços do pacote Van Gogh, as taxas continuam as mesmas. Segundo José Roberto Machado, diretor executivo de negócios imobiliários do banco, a taxa média das linhas de crédito imobiliário praticadas anteriormente pelo banco e também fora do serviço Van Gogh é de 10,5% e a taxa máxima, que não foi modificada, é de 11%.

Machado explica que as reduções visam a trazer mais clientes ao banco e também aumentar o volume de transações de quem já é correntista. “O banco entende a importância do produto, não só no relacionamento de longo prazo com o cliente, como na carteira de crédito de outros ativos do banco. O cliente que tem crédito imobiliário realiza um volume de transações 30% maior do que os outros clientes, descontando a transação do crédito imobiliário”, explica.

As novas taxas estão valendo desde o dia 7 de julho. A contratação do financiamento pode ser feita nas agências do Santander em todo Brasil e, segundo o banco, 75% dos financiamentos são aprovados imediatamente. Os prazos do financiamento podem chegar a 35 anos.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Lei que muda poupança também facilita portabilidade de empréstimo imobiliário

Agência Brasil -

Alteração na remuneração da caderneta foi publicada nesta quarta no Diário Oficial da União, acrescida de medida que reduz burocracias para transferir o crédito para compra do imóvel


A lei que estabeleceu as novas regras de remuneração da poupança foi publicada nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial da União, acrescida de medida que facilita a portabilidade do financiamento para compra da casa própria entre os bancos.

De acordo com a Lei 12.703, quando o cliente transferir o financiamento de um banco para outro, será eliminada parte do processo burocrático para transferir a garantia do bem. A alteração foi feita durante a tramitação, no Congresso Nacional, da medida provisória sobre as novas regras de poupança, agora convertida em lei.

A lei permite que uma averbação na troca de credores seja suficiente para mudar a garantia hipotecária ou alienação fiduciária do imóvel. Atualmente, o mutuário tem o direito de migrar seu financiamento imobiliário para um banco que ofereça taxas e condições mais vantajosas para o pagamento.

No entanto, para fazer isso, precisa pegar o empréstimo com a nova instituição financeira, quitar o financiamento com o banco anterior, ir ao cartório fazer o registro do imóvel e depois fazer a alienação fiduciária. Agora, segundo o relator da medida provisória, Henrique Fontana (PT-RS), a averbação de transferência terá um custo menor para o cliente bancário.

Ainda será preciso regulamentação da nova regra de migração do crédito imobiliário pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Quanto às regras de remuneração da poupança, continua valendo o que estava definido na medida provisória. Sempre que a taxa básica de juros, a Selic, estiver em 8,5% ao ano ou abaixo desse patamar, o rendimento da poupança é 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR). Quando a Selic for superior a 8,5%, vale a regra antiga de reajuste pela TR mais 0,5%. Atualmente, a Selic está em 8% ao ano.

A lei também estabelece que o Banco Central divulgue a remuneração da poupança, que já pode ser consultada pela internet.
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Ação judicial cobra redução dos juros da Caixa

Infomoney - 

Processo pede a redução da taxa de juros para consumidores com contrato imobiliário anterior a 4 de maio deste ano



SÃO PAULO - A Proteste - Associação de Consumidores entrou com uma ação civil coletiva contra a Caixa Econômica Federal para reduzir a taxa de juros dos consumidores com contrato imobiliário assinado antes do dia 4 de maio deste ano.

A ação ajuizada na 22ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal quer dar o direito dos consumidores de todo o País negociarem e obterem a aplicação da mesma taxa de juros mensal divulgada para os novos financiamentos imobiliários, e nas mesmas condições oferecidas aos clientes/mutuários de outras instituições financeiras que optem pela portabilidade para a CEF, sempre que essa taxa for inferior ao já previsto e aplicado no contrato firmado.

Segundo a Proteste, estes contratos foram excluídos da política de redução de juros praticada a partir de 4 de maio nos financiamentos imobiliários em todas as suas modalidades.

Na ação, a Proteste também pede que após revisão do saldo devedor e apurado crédito em benefício de cada um dos mutuários, ou na hipótese de quitação do contrato, que a Caixa devolva aos mutuários a diferença paga a maior.

Processo

Caso ganhem a ação, os mutuários que assinaram contrato antes de 4 de maio poderão negociar para passar a pagar as prestações de seu financiamento que ainda estão por vencer com juros até 21% menores.

Além disso, também serão revistos os saldos devedores dos contratos de financiamento de imóvel, em todas as modalidades, como SFH, SFI, carteira hipotecária, a contar de maio de 2012, data da primeira redução de juros divulga pela CEF.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

FMI alerta para expansão de crédito e risco de bolha imobiliária no Brasil

O Estado de S.Paulo - 

Relatório, liberado pelo governo brasileiro pela primeira vez, aponta também preocupação com volatilidade do mercado de capital


 
O Brasil pode ser "vítima do próprio sucesso". O alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) refere-se aos riscos da expansão acelerada do crédito e também da redução da taxa básica de juros, a Selic, sem o necessário alongamento dos prazos de crédito. Bolhas em preços no setor imobiliário e o endividamento das famílias são dois dos riscos mais evidentes.

No documento "Avaliação da Estabilidade do Sistema Financeiro", divulgado ontem, o FMI chama a atenção também para os riscos externos ao setor provocados pela volatilidade do mercado de capitais e pelos preços das commodities.

"Há risco de o sistema financeiro tornar-se vítima do próprio sucesso no País", disse Dimitri Demekas, diretor-assistente do Departamento de Mercados Monetários e de Capitais do Fundo, ao Boletim Digital do FMI. "A expansão acelerada do crédito nos últimos anos apoiou o crescimento da economia interna e o aumento da inclusão financeira. Mas essa expansão também poderia gerar vulnerabilidades."

Essa foi a primeira vez que o governo brasileiro autorizou a divulgação do documento pelo FMI. A avaliação é feita desde 1999, a cada cinco anos, em 25 países. Desde 2002, quando houve a primeira avaliação do Brasil, o FMI constatou "crescimento, diversificação e sofisticação do sistema", que se mostrou capaz de atravessar "excepcionalmente bem" a crise de 2008.

O ambiente atual, porém, é de desafios, alerta o Fundo. A expansão do crédito nos últimos anos é um deles, mesmo sendo o total de empréstimos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) ainda baixo. Essa situação não representa risco para os grandes bancos, mas gera vulnerabilidade para os pequenos.

O Fundo reforça sua mensagem em favor da redução da Selic. Porém, chama a atenção das autoridades brasileiras para o fato de essa queda gradual romper o atual equilíbrio no sistema financeiro brasileiro de juros altos e crédito de curto prazo. Será preciso, portanto, extremo cuidado para acomodar a economia e o setor financeiro em novo equilíbrio, mais saudável, de juros baixos e crédito de longo prazo.

Sem esse cuidado, vários riscos podem emergir. Se mexer só na Selic, o Banco Central pode estimular a alta da inflação, criar instabilidade macroeconômica e favorecer a formação de bolhas de preços de ativos, especialmente de imóveis. Se apenas estimular o alongamento do prazo do crédito, pode ampliar demais o passivo financeiro.

Nessa tarefa, será requerida a mudança de foco do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Há duas semanas, em sua avaliação da economia brasileira, o FMI já havia feito a mesma recomendação para o BNDES concentrar-se mais no crédito de longo prazo - em especial a empresas sem capacidade de captar recursos no setor privado - e no financiamento de projetos de infraestrutura. O BNDES, salientou o Fundo, precisa deixar de lado os empréstimos de baixo risco - como os concedidos à Petrobrás - e tornar-se mais competitivo.

Em outro documento, sobre a observância das regras da Basileia pelo sistema bancário, o FMI insistiu na necessidade de o governo aprovar legislação para garantir, formalmente, a autonomia do BC. A questão, informa o documento, "continua em aberto". O País pôs em prática as regras de Basileia 2 e está em consultas para a aplicação gradual das de Basileia 3. Mas será preciso, reforçou o FMI, também reformar a governança do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

De forma geral, o FMI considerou o sistema financeiro brasileiro "amplo, concentrado e altamente conectado, no âmbito doméstico". O sistema é formado por 1.475 instituições de depósito cujos ativos, somados, superam 100% do PIB do País. A capitalização é superior ao mínimo recomendado. Os cinco maiores bancos respondem por dois terços dos ativos. A presença de instituições estrangeiras ainda é menor que em outros países latino-americanos. Esses bancos controlam menos de 20% do total de ativos do setor do País.
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terça-feira, 31 de julho de 2012

Novas regras para financiamento beneficiam público do primeiro imóvel

Olhardireto -

Com os juros mais baixos e as novas regras da Caixa Econômica Federal para financiamento habitacional, que ampliam o prazo de crédito de 30 para 35 anos, a Vanguard Home prevê um aumento entre 20%no volume de vendas para este ano. Além disso, a construtora recomenda o investimento em imóveis como fonte de renda.

Segundo o diretor regional da Vanguard, Márcio Ferreira, as novas regras de financiamento, que já estão em vigor, podem ser descritas como um fôlego e novo impulso para o mercado imobiliário. “A demanda ficou reprimida durante muito tempo e o reaquecimento está sendo estimulado pelo corte das taxas de juros”, avalia.

Para ele o público do primeiro imóvel, foco da empresa, é um dos grandes beneficiados. “A redução nos juros, aliada à ampliação do prazo de pagamento, reduz significativamente o valor da prestação, aumentando o acesso ao crédito para uma parcela maior de pessoas que antes não conseguiam contratar o financiamento”, pontua.

Um exemplo disso, segundo o diretor regional da construtora é a pesquisa realizada pela empresa que identificou que o tempo para a decisão de compra de um imóvel é de dois anos. “Com as novas regras as pessoas podem antecipar a compra”, analisa.

Márcio Ferreira também aponta que a compra de um apartamento em um dos empreendimentos na região perto da Arena Pantanal pode se tornar uma nova fonte de renda. “Por exemplo, a compra de um dos apartamentos a pronta entrega nos empreendimentos Piazza das Mangueiras e Piazza di Napoli com o intuito do aluguel, pode gerar uma nova fonte de renda”, pontua.

O diretor regional conta que durante a participação da Vanguard na Feira de Negócios da Habitação e Construção de Mato Grosso - Edificar 2012 foi realizado uma visita técnica a Arena Pantanal. “Durante o Edificar conhecemos mais o projeto, que quando ficar pronto terá uma grande área pública no entorno, com lago artificial, restaurantes, estacionamentos, pista de caminhada, o que valorizará ainda mais a região”, afirma.

Novas Regras

As novas regras de financiamento da Caixa permitem que os mutuários quitem a dívida em até 35 anos. Os financiamentos serão feitos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Somente mutuários que têm renda mensal a partir de R$ 5,4 mil serão contemplados.

Os novos juros praticados são pelo Sistema Financeiro de Habitação (imóveis até R$ 500 mil) com taxas menores por ano. Se o contratante for cliente do banco, a taxa pode ser mais diferenciada ainda. Fora do SFH (imóveis acima de R$ 500 mil), os juros são maiores. Para todos os contratos, além da taxa de juros, incide a Taxa Referencial (TR). A taxa de juros difere de acordo com o perfil de cada comprador.

As regras ainda não valem para os contratos dentro do programa federal Minha Casa, Minha Vida nem para os financiamentos que usam recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
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Cresce número de imóveis financiados

O Diário.com -

A concretização do sonho da casa própria está cada vez mais real no Brasil. Em Maringá e região não é diferente. Segundo levantamento realizado pela Caixa Econômica Federal (CEF), nos 122 municípios da área de abrangência da Regional Noroeste do Paraná, de janeiro a maio deste ano, foram formalizados 6.802 contratos.

O equivalente a R$ 470,371 milhões liberados em financiamentos habitacionais. Em período semelhante do ano passado, as liberações contabilizaram R$ 351,1 milhões, para 5.324 contratos assinados.




Hamilton e Elenir financiaram a casa há dois meses, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida

Para o superintendente regional da CEF, Roberto Luiz Bachmann, são várias as circunstâncias que influenciam o aumento da procura pelos financiamentos. "A estabilidade financeira e o controle inflacionário no Brasil geram a perspectiva de empréstimos de médio e longo prazo.

A redução das taxas de juros em todas as linhas de crédito é outro fator que impulsiona o crescimento nos números de contratos fechados", destaca.

Segundo o superintendente, o levantamento mostra um incremento nos financiamentos realizados por pessoas na faixa etária entre 28 e 35 anos. "É um dado que nos leva a concluir que esta parcela da população é justamente a que não tem ‘memória inflacionária’. Esse fator incentiva os compradores a assumirem financiamentos a longo prazo", ressalta.

Bachmann cita ainda o sistema de amortização como fator determinante para a procura por financiamentos. "Além da redução dos juros, as prestações decrescem a cada mês. Percebendo a redução do saldo devedor, essas pessoas são mais atraídas a firmarem os contratos", opina.

Em relação à queda nos juros, o superintendente esclarece que atualmente as taxas cobradas são de 7% ao ano. Em um passado recente, o índice chegou a 12%. "Foram vários repiques de redução, que atraíram os compradores e proporcionaram a taxa atual.

TAXA DE JUROS


Além de todas essas vantagens, não podemos deixar de falar do Programa ‘Minha Casa Minha Vida’, que oferece às famílias de baixa renda subsídios de até R$ 17 mil por unidade", diz.

O superintendente conclui que essa série de fatores foi preponderante para o resultado de R$ 1 bilhão em financiamentos habitacionais, firmados nos 122 municípios, durante todo ao ano passado.
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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Crédito Imobiliário: Coldwell Banker anuncia que investirá R$ 17 milhões no Brasil

G1 - 

Recursos serão aplicados ao longo dos próximos cinco anos.
Gigante americana do setor de franquia imobiliária chega ao país.


A gigante norte-americana do setor de franquia imobiliária Coldwell Banker anunciou nesta segunda-feira (30) que pretende investir R$ 17 milhões no Brasil nos próximos cinco anos. Fundada em 1906, a marca está presente em 51 países e conta com cerca de 3.100 franqueados e 85 mil corretores de imóveis no mundo.

A rede chega ao mercado brasileiro com o objetivo de participar da expansão do mercado imobiliário no país, bem como do setor de franquias. “Acreditamos que a marca tem um grande potencial para se estabelecer no país, considerando que o mercado imobiliário brasileiro continua em franco crescimento”, diz, em comunicado, Vitor Patacas, diretor-executivo da Coldwell Banker no Brasil.

A marca inicia suas operações no país com a expectativa de gerar um volume de vendas de R$ 10 bilhões até 2017.

Na foto, os investidores portugueses Vitor Patacas, António Lourenço e Jorge Paulo Fernandes (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

A empresa se anuncia como a rede de franquias imobiliárias com maior volume de vendas nos Estados Unidos, com US$ 153 bilhões comercializados em 2011.

Os investidores da operação no Brasil são três sócios portugueses que adquiriram a franquia master da marca para o país. O sócio majoritário é António Lourenço, que possui negócios em Portugal e Angola, e que já atua há cerca de 5 anos no mercado imobiliário em Fortaleza e Ilhéus. “Viemos para ficar. Avaliamos que o mercado imobiliário brasileiro ainda está muito carente em termos de tecnologia e treinamento de corretores”, disse o presidente da Coldwell Banker Brasil.

Os seus parceiros no investimento são Vitor Patacas e Jorge Paulo Fernandes, que estão no Brasil desde fevereiro e atuarão, respectivamente, como diretor-executivo e diretor financeiro da empresa.

Metas de expansão

Em entrevista nesta segunda-feira, os executivos afirmaram que a meta é abrir 350 franquias no país em 5 anos. Neste fase inicial, a prioridade será encontrar parceiros locais para atuarem como franqueados regionais. Com taxa de franquia de R$ 30 mil, a abertura de uma unidade da rede tem investimento total estimado a partir de R$ 60,7 mil.

“Nossa ideia é crescer inicialmente no Sudeste e Sul, mas já temos interessados também no Nordeste”, diz Guilherme Carnicelli, diretor de expansão da marca.

No estado de São Paulo, a ideia é atuar com ao menos 8 desenvolvedores locais, que serão os responsáveis pela expansão do número de unidades. O valor do investimento para uma franquia regional sai a partir de R$ 500 mil.

O mercado de franquia imobiliária ainda é novo no Brasil e representa, segundo os executivos, menos de 1% do volume de vendas.

Para fortalecer esse mercado e conquistar tanto novos empreendedores como clientes, a Coldwell Banker aposta na força internacional da marca e nas ferramentas tecnológicas desenvolvidos pelo grupo, que permitem que a busca pelo imóvel seja feita diretamente pela internet em sistemas integrados com o Google Maps e com redes sociais.

“No Brasil, a internet já é o principal instrumento de busca de imóveis e no mundo todo o sistema de franquia imobiliária vem se mostrando como uma forma natural de evolução do mercado em termos de compartilhamento de informação e qualidsade”, diz Carnicelli.
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domingo, 29 de julho de 2012

Caixa espera superar meta de liberação de recursos para habitação rural

Agência Brasil - 

 
A Caixa Econômica Federal espera superar a meta de liberação de crédito para construção e reforma de casas de agricultores familiares e trabalhadores rurais. A meta do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), que faz parte do Minha Casa, Minha Vida, é financiar a construção e a reforma de 60 mil moradias, entre 2011 e 2014.

Segundo o diretor de Habitação da Caixa, Teotônio Rezende, a expectativa é que no início do próximo ano essa meta seja alcançada e revisada. Desde que o banco começou a atuar no programa, em setembro de 2009, foram liberados recursos para 29.131 famílias. Desse total, no primeiro semestre deste ano, foram atendidas 9.665. “Pelo volume de propostas em análise atualmente na Caixa, será possível superar essa meta”, disse. De acordo com ele, atualmente, há mais de 50 mil propostas em análise. Rezende destacou que o programa ganhou maior impulso no ano passado, quando foi feita articulação com entidades de classe para atender melhor às necessidades dos agricultores familiares e trabalhadores rurais. Em média, são liberados R$ 25 mil por unidade habitacional.

No último dia 9, o Banco do Brasil (BB) também passou a fazer parte do PNHR. A meta é liberar crédito para 100 mil unidades habitacionais até julho de 2014. Para Rezende, a participação do BB vai ajudar a contribuir para reduzir o déficit habitacional rural, estimado em cerca de 1 milhão de unidades.

Ao anunciar a participação no programa, o vice-presidente de Agronegócios do BB, Osmar Dias, negou que a entrada do banco seja para competir com a Caixa. “O fator mais importante que determinou o ingresso do Banco do Brasil nesse segmento é a relação estreita que o banco tem com os agricultores familiares. Não estamos concorrendo com a Caixa. Estamos complementando um trabalho que a Caixa faz com bastante competência”, disse. Para o secretário de Política Agrícola da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Antoninho Rovaris, apesar de o país ainda estar longe de superar o déficit habitacional no setor rural, o programa pode ajudar a reduzir o problema. “Talvez sejam necessários dez ou 20 anos”, estimou.

Segundo Rovaris, o setor está confiante na promessa do governo de que não faltará recursos para o programa. Ele acrescentou que o segmento rural tem negociado com o governo a participação de outros bancos públicos no programa – Banco do Nordeste e Banco da Amazônia - e também cooperativas de crédito. Outra reivindicação é que trabalhadores assalariados rurais, como cortadores de cana, também tenham acesso ao programa rural, assim como assentados da reforma agrária.

De acordo com a Caixa, podem ser atendidos pelo PNHR os agricultores familiares e os trabalhadores rurais, além dos pescadores artesanais, extrativistas, aquicultores, maricultores, piscicultores, ribeirinhos, comunidades quilombolas, povos indígenas e demais comunidades tradicionais. As famílias são organizadas pelo município ou pelo estado ou por entidade representativa sem fins lucrativos, sindicatos, cooperativa ou associações. Essas entidades apresentam o projeto para a Caixa. As propostas devem atender no mínimo quatro e no máximo 50 famílias por grupo. Para ter acesso a crédito até R$ 25 mil para construção e R$ 15 mil para reforma, a renda familiar anual deve ser até R$ 15 mil. Segundo o BB, nesse caso, não há cobrança de encargos financeiros e o subsídio é 96%. O prazo para pagamentos é até quatro anos.

No grupo 2 do programa, enquadram-se as famílias com renda anual acima de R$ 15 mil e até R$ 30 mil. Nesse caso, os encargos financeiros são 5% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). No grupo 3, estão as famílias com renda anual acima de R$ 30 mil e até R$ 60 mil. As taxas de juros variam entre 6% e 8,16% ano ano mais a TR. Nos grupos 2 e 3, podem ser financiados até R$ 80 mil.
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Taxas mais baixas estimulam financiamento no exterior, mas câmbio exige atenção

Folha.com -

Brasileiros têm ido às compras no exterior e incluem na bagagem até um apartamento financiado

Segundo pesquisa da NAR (Associação Nacional de Corretores, na sigla em inglês), publicada em junho, brasileiros compraram 12% das residências vendidas a estrangeiros em Miami até outubro do ano passado --só venezuelanos adquiriram mais (15%). O número diz respeito ao total de vendas, sem determinar o tipo de transação.

Fabiano Silva/Folhapress

O advogado catarinense Jailson Pereira, 42, que financiou um dos dois imóveis que comprou em Miami neste ano


Mesmo com a recuperação dos preços no mercado americano, em maio o índice que mede o valor médio de uma residência nos EUA ainda era 17% mais baixo que o registrado em abril de 2007. Os dados são da FHFA (Agência Federal de Financiamento Imobiliário, na tradução do inglês) e se referem a vendas com financiamento.

Uma alternativa para quem quer aproveitar os preços mais baixos e não tem todo o dinheiro à vista é financiar o imóvel. "As taxas são menores do que as brasileiras", aponta Leo Ickowicz, proprietário da Elite International Realty, empresa especializada na venda de imóveis na Flórida.

Mas é preciso muito cuidado com a variação cambial. Além disso, o comprador deve entender muito bem as regras de financiamento em cada país e checar atentamente quais são as condições de pagamento.

VARIAÇÃO CAMBIAL

Pesquisar os preços dos imóveis é item básico para qualquer futuro comprador.

No caso de quem planeja financiar uma residência no exterior, é fundamental levar outro fator em consideração: a variação cambial.

Ariany Pedroso, corretora de imóveis da Vitoria Realty, lembra que, se a cotação do dólar subir em relação à moeda brasileira, quem financiou desembolsará um valor maior em reais.

Uma parcela de US$ 2.500 no início de agosto do ano passado correspondia a quase R$ 3.900 --hoje (27/7) vale mais de R$ 5 mil. Somente em 2012, o dólar se valorizou cerca de 8% em relação ao real.

A variação cambial, contudo, não assustou o advogado catarinense Jailson Pereira, 42, que financiou um dos dois imóveis que comprou em Miami neste ano pensando em lucrar mais à frente.

"Invisto acreditando na valorização dos imóveis, o que já está acontecendo."

Em maio, o preço dos imóveis residenciais nos EUA subiu 3,7% ante o mesmo mês em 2011, segundo a agência reguladora americana FHFA.

Leo Ickowicz, da Elite International Realty, aponta uma prática usada por quem busca se precaver: "Há quem alugue o imóvel. Assim, o que a pessoa recebe em dólar serve para pagar as parcelas".

Já Ernani Assis, presidente e CEO das operações brasileira e uruguaia da Century 21, aconselha: "Não arriscaria meu dinheiro num financiamento se posso pagar à vista".

O analista de sistemas Silvio Almeida Oliveira, 40, comprou um apartamento no centro financeiro de Miami no ano passado, mas achou o processo burocrático. "Quem me assessorou nos EUA não conhecia a documentação brasileira."

Ele aluga o imóvel para pagar as parcelas. "Depois vou usar para passeio," diz.

José Carlos Mendes, diretor-executivo da Espírito Santo Serviços Financeiros, recomenda contratar um advogado especializado para analisar a documentação com o banco estrangeiro.

O presidente da Re/Max Brasil, Renato Teixeira, sugere buscar orientação com corretores que trabalhem com venda de imóveis no exterior.
Editoria de arte/Folhapress


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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Mercado se anima com anúncio de redução de juros em materiais de construção

Correio Braziliense - 
 
Após um início de ano com crescimento modesto, as empresas de material para construção esperam elevar o faturamento nos próximos seis meses. De janeiro a maio, os negócios do setor tiveram alta de 1,1%, enquanto a média nacional chegou a 11,1%, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção do DF (Sindmac). Representantes da categoria avaliam que a redução nos juros cobrados pela Caixa Econômica Federal na linha Construcard deve contribuir para melhorar as vendas. A taxa mínima passou de 1,96% ao mês para 1,40%, e a máxima, que era de 2,35%, caiu para 1,85%.

Para o presidente do Sindmac, Cecin Sarkis, essa decisão do banco público é um incentivo que trará benefícios para os lojistas, pois o Construcard é uma ferramenta de compras utilizada pelos clientes com frequência. Além da diminuição nos juros, Sarkis também ressalta que o alongamento dos prazos para pagamento, que passaram de 60 para 96 meses, contribuirá para que mais negócios se concretizem.
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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Aumento do crédito imobiliário causa maior endividamento das famílias

Infomoney -

De acordo com o BC, o endividamento das famílias com o financiamento habitacional passou de 27,2%, em janeiro de 2009, para 31,2%



SÃO PAULO - O aumento do endividamento das famílias é devido “em boa parte à expansão dos financiamentos habitacionais”, avaliou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.

De acordo com Maciel, em janeiro de 2009, o volume total das dívidas das famílias em relação a um ano de renda correspondia a 32,15%. Em abril deste ano, o percentual ficou em 43,3%. Ao ser retirado desse cálculo, o endividamento das famílias com o financiamento habitacional passou de 27,2%, em janeiro de 2009, para 31,2%, em abril de 2012.

“Isso é uma evidência de que grande parte do crescimento do endividamento decorre da expansão do crédito imobiliário, que é algo positivo. As famílias estão constituindo patrimônio, tendo melhoria de qualidade de vida”, destacou Maciel.

Maciel argumentou ainda que a expansão do crédito no país vem acompanhada do crescimento da renda das famílias. “Tem um aumento expressivo de emprego e também melhoria de salários. O crédito cresceu porque a capacidade de pagamento das famílias permitiu isso”, acrescentou.

De acordo com Maciel, o comprometimento da renda mensal das famílias com o pagamento de dívidas com o sistema financeiro “tem mostrado estabilidade desde o primeiro semestre do ano passado”. Em janeiro de 2010, o percentual era 19,7%. No mesmo mês do ano passado, chegou a 19,8% e subiu para cerca de 22% em agosto do ano passado. Em abril de 2012, esse percentual ficou em 22,1%.

A redução no valor que as pessoas precisam desembolsar, por mês, para pagar as dívidas ocorre porque os prazos para pagamento estão maiores, influência do crescimento do financiamento habitacional. Com os prazos maiores, as parcelas dos financiamentos também ficam menores. Outro fator, continuou Maciel, para a diminuição do comprometimento da renda é a redução das taxas de juros.
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FGTS vai liberar mais 12,7 bilhões para financiamento da habitação

Agência Brasil - 

Do total de recursos destinados à habitação, mais de R$ 10 bilhões serão enviados para reforçar os programas de habitação populares



SÃO PAULO - Os conselheiros do Fundo Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiram ontem (24) disponibilizar mais R$ 12,7 bilhões para financiamento da habitação. Desse total, R$ 10,7 bilhões serão para o reforço de programas de habitação popular e R$ 2 bilhões para aumentar o subsídio de compra de casa própria por famílias de baixa renda.

Com o acréscimo, o orçamento do FGTS este ano sobe de R$ 43,9 bilhões para R$ 56,6 bilhões – cerca de 28,9%. Os recursos serão assim distribuídos: R$ 36,6 bilhões para habitação popular, R$ 6,4 bilhões para subsídios, R$ 5 bilhões para saneamento, R$ 5 bilhões para infraestrutura urbana, R$ 2,5 bilhões para a compra de certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e R$ 1 bilhão para o Programa Pró-Cotista, que concede juros a menores com conta vinculada ao FGTS.

De acordo com a prestação de contas do FGTS de 2011, analisada pelo conselho curador do fundo hoje, foram investidos R$ 42 bilhões em habitação popular, R$ 4,8 bilhões em saneamento e R$ 4 bilhões em infraestrutura – principalmente no âmbito do Minha Casa Minha Vida e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. A auditoria do FGTS foi feita pela Caixa Econômica Federal e pela empresa Price Waterhouse Coopers.
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