Mostrando postagens com marcador valorização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador valorização. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Apartamentos garden valorizam o andar térreo dos edifícios

Imovelweb -

Apartamento térreo ganha quintal e cativa os que gostam de segurança, mas sonham com o espaço de uma casa.



Foi-se o tempo em que os apartamentos térreos eram preteridos em relação às unidades dos andares superiores na hora da venda, por terem uma planta reduzida e um terraço vazio e sem uso, que quando muito era usado para secar roupas. Hoje, graças à evolução dos projetos arquitetônicos, os apartamentos térreos ganharam projetos paisagísticos especiais e o terraço passou a ser considerado um cômodo a mais no imóvel – o apartamento ganhou quintal e cativou aqueles que gostam da segurança do apartamento, mas sonham com o espaço de uma casa.

“O apartamento garden tem como proposta principal a integração de um terraço privativo a uma unidade tipo do empreendimento. Este terraço pode ser composto por jardim, spa, ofurô ou até mesmo por uma piscina. É praticamente uma casa, mas com a segurança e a infraestrutura de lazer de um edifício”, explica o diretor de empreendimentos da Swell Construções e Incorporações, Leonardo Pissetti.

De acordo com ele, este tipo de imóvel é procurado por perfis específicos de compradores e, por isso, tem espaço cativo nos lançamentos imobiliários. “Estes imóveis geralmente chamam a atenção de famílias que possuem animais de estimação ou que gostam de receber visitas, aproveitando o ambiente de terraço integrado à sala interna. Também compõem este grupo as pessoas que gostam de lidar no jardim ou ter sua horta em casa”, descreve Pissetti.

O diretor de empreendimentos da Swell diz que o terraço ainda pode ser usado como uma sala ao ar livre e que são raros os casos em que o espaço é fechado. “Isto depende muito do tamanho desta área e da posição que ela se encontra no terreno. Geralmente, o terraço tem boa insolação e conta com um jardim murado. Se coberto, esta vegetação é morta”, comenta Pissetti.

O preço de um apartamento garden é superior ao de uma unidade tipo, no mesmo prédio, visto que o terraço soma-se à área privativa do imóvel. “Em sua maioria, o cálculo do valor final é feito com base no preço médio do apartamento, mais a área de terraço, o que o torna mais valorizado do que as demais unidades do edifício, à exceção das coberturas”, explica Pissetti.

Desvantagens

A proximidade com o salão de festas e outros itens da área comum, bem como o arremesso de lixo, são algumas das desvantagens dos apartamentos garden. Entretanto, algumas construtoras e incorporadoras estão oferecendo novas opções. “No caso dos empreendimentos da Swell, estas unidades ficam isoladas do salão de festas”, conta Pissetti. O Ville Royalle, condomínio residencial na Vila Izabel, em Curitiba, tem até um acesso de veículos exclusivo para o apartamento garden. “A questão do lixo pode ser resolvida com a própria legislação do condomínio”, sugere.
Leia Mais ►

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Imóveis têm valorização modesta em junho

Exame -

Alta é ligeiramente superior à de maio, mas tendência de desaceleração permanece, diz Índice FipeZap



Apesar de desaceleração no Rio, metro quadrado em Ipanema e Leblon beira os 18.000 reais


São Paulo – Os preços dos imóveis residenciais no Brasil tiveram alta de 1,0% em junho, índice mais ou menos estável em relação a maio, quando a alta foi de apenas 0,9%, a menor variação mensal desde o início da série histórica em setembro de 2010. De acordo com o relatório do Índice FipeZap, que acompanha os preços dos imóveis residenciais em seis cidades e no Distrito Federal, a valorização de junho continua confirmando a tendência de desaceleração nas altas dos preços.

O dado mais significativo nesse sentido é a valorização acumulada em 12 meses. O índice composto, com todas as cidades, registrou alta de 18,4% em junho de 2012 contra junho de 2011, 1,5 pontos percentuais a menos do que o observado em maio de 2012 contra maio de 2011. O caso mais notório foi o do Rio de Janeiro, cuja alta em 12 meses foi de 22%, metade dos 44% registrados em junho de 2011 frente a junho de 2010.

A menor variação mensal em junho ocorreu em Belo Horizonte, onde houve ligeira queda de 0,2% nos preços. Já a maior alta foi registrada em Fortaleza: 2,6%. São Paulo registrou valorização de 1,2%, a menor para o mês de toda a série histórica, iniciada em 2008. O Rio teve alta de 1,0%. Um ano antes, as duas maiores cidades do país haviam registrado valorizações de 2,6% e 3,0% respectivamente.

O preço médio do metro quadrado foi de 6.661 reais. O menor valor é encontrado em Salvador (3.694 reais) e o maior, no Distrito Federal (8.280 reais). Em São Paulo foi de 6.525 reais e no Rio de Janeiro o preço médio do metro quadrado ultrapassou os 8.000 reais pela primeira vez, registrando 8.072 reais.

Veja abaixo a tabela com os preços do metro quadrado e as variações sofridas em maio e junho em cada região:
LocalVariação mensal em maioVariação mensal em junhoPreço do metro quadrado (R$)
Composto nacional0,9%1,0%6.661
Belo Horizonte0,4%-0,2%4.862
Distrito Federal0,5%0,3%8.280
Fortaleza2,4%2,6%4.637
Recife1,9%0,8%5.329
Rio de Janeiro1,1%1,0%8.072
Salvador-1,3%2,1%3.694
São Paulo1,2%1,2%6.525
Fonte: Índice FipeZap.
Leia Mais ►

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Brasil e Índia lideram aumento nos preços de imóveis, revela estudo

Infomoney -

 
Brasil IndiaSÃO PAULO – Que os imóveis no Brasil estão bastante valorizados, não é segredo para ninguém. Mas agora, um estudo global ainda mostrou que o aumento dos preços das casas no País é um dos mais intensos de todo o mundo. A valorização registrada em São Paulo só perde para Nova Déli, na Índia.

De acordo com relatório Global Property Guide, nos três primeiros meses deste ano, frente ao mesmo período do ano passado, a valorização dos imóveis em São Paulo foi de 18,70%. Entre os 36 países pesquisados, essa foi a segunda maior alta, só perdendo para a valorização de 24,41% em Nova Déli.

São Paulo e Nova Déli
Ainda falando de São Paulo, o relatório destaca que, no trimestre passado, o aumento de preços das casas e apartamentos foi bem inferior, de 2,57%. A capital do estado de São Paulo e Nova Déli foram os únicos locais onde o aumento de preços foi de dois dígitos.

O terceiro maior aumento de preços foi verificado na Estônia, 9,13%, seguido pela Áustria (8,24%), Filipinas (7,34%) e Suíça (5,49%). De acordo com o levantamento, das 36 nações analisadas, houve queda de preço de imóveis em 24 delas. Por outro lado, houve aumento em 12 países.

As maiores quedas foram encontradas na Irlanda (-18,95%), Grécia - Atenas (-11,68%), Polônia (-10,94%) e Portugal (-10,45%). Ressaltando apenas os países que fazem parte do BRICs (grupo que reúne Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), além da Índia e Brasil, também houve alta nos preços dos imóveis na Rússia, de 3,86%.

Já na China - Shangai - e na África do Sul, os preços recuaram, -3,68% e -5,85%, respectivamente.
Leia Mais ►

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Imóveis: Índice FipeZap desacelera novamente em abril


EXAME - 

Alta no início de 2012 está menor que no mesmo período do ano passado


Belo Horizonte registrou a maior alta do mês; valorizações ainda superam inflação

São Paulo – O Índice FipeZap, que mede a evolução do preço dos imóveis brasileiros, teve alta de 1,2% em abril, menor do que a alta de 1,4% de março. De acordo com o estudo divulgado mensalmente, “a tendência de desaceleração observada nos últimos meses acentuou-se em abril”. Após uma fase de desaceleração entre abril de 2011 e janeiro de 2012, o índice voltou a acelerar em fevereiro (+1,5%), tornando a desacelerar em março.

É a segunda redução na valorização neste ano. Houve desvalorização no preço dos imóveis em Salvador (-0,6%), e em São Paulo a alta de 1,2% foi a menor para o mês de abril de toda a série histórica, iniciada em 2008. Também foi a primeira vez que a valorização dos imóveis na capital paulista em abril foi menor que no mês de março. A alta acumulada nos quatro primeiros meses do ano no país também foi inferior à do mesmo período do ano passado: 5,3% em 2012, frente a 9,2% em 2011.

No Rio, no Distrito Federal e no Recife, a valorização dos imóveis no mês foi de 1,4%; em Fortaleza, foi de apenas 0,1%. A maior alta se deu em Belo Horizonte, 2,5%. O preço médio do metro quadrado nacional está em 6.529 reais. O mais caro continua sendo o do Distrito Federal: 8.216 reais; e o mais barato, o de Salvador: 3.665 reais.

Em matéria publicada no início de abril, as altas mensais dos imóveis no Rio e em São Paulo foram comparadas às altas mensais da inflação desde o início da série histórica em 2008. Mês a mês, a valorização dos imóveis superou a inflação. Em março, não foi diferente. Com alta de 0,21% da inflação, a valorização dos imóveis no Rio foi de 1,42%, em São Paulo de 1,29% e no Brasil de 1,40%. A alta da inflação em abril ainda não foi fechada, mas deve ficar abaixo de 0,5%.

Desde 2008, os imóveis valorizaram 135% em São Paulo e 170% no Rio, em média. Veja abaixo o preço médio do metro quadrado em todas as cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap:
CidadePreço médio do metro quadrado
Distrito FederalR$ 8.216
Rio de JaneiroR$ 7.907
São PauloR$ 6.372
RecifeR$ 5.192
Belo HorizonteR$ 4.851
FortalezaR$ 4.413
SalvadorR$ 3.665
Leia Mais ►

terça-feira, 1 de maio de 2012

Considerado a cirurgia plástica dos edifícios, retrofit valoriza imóvel em até 10%

Infomoney -

retrofit valoriza 

SÃO PAULO - Considerado a “cirurgia plástica” dos edifícios, o conjunto de medidas chamado de retrofit pode valorizar apartamentos em até 10%, segundo informação da Lello Condomínios – empresa especializada em administração condominial.

Além disso, conforme explicação da gerente de marketing da Lello, Angélica Arbex, a adoção do retrofit pode reduzir o consumo de energia elétrica em 40%.

Mas, afinal, o que é retrofit?

De acordo com a Lello, o sistema de retrofit tem sido usado por síndicos e moradores para recuperar o condomínio desgastado pelo tempo.

O sistema completo consiste na atualização das instalações elétricas, hidráulicas e dos principais equipamentos instalados nas áreas comuns dos edifícios, como elevadores, sistemas de iluminação, mobiliários, entre outros.

Além da modernização, o retrofit pode tornar o imóvel mais competitivo e atrativo no mercado em relação aos novos empreendimentos imobiliários, já equipados com o que há de mais avançado no ramo de construção.

“Para se ter uma ideia, uma reforma que custe R$ 5 mil para cada condômino pode valorizar o imóvel em cerca de R$ 50 mil”, finaliza Angélica.
Leia Mais ►

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Jardim para valorizar

Diario de Pernambuco - 

Pesquisa mostra que áreas verdes aumentam valor dos imóveis em até 16%. E dá para fazer por conta própria

Você sabia que uma área verde e uma rua arborizada podem valorizar em 16% o seu imóvel? Pois uma pesquisa realizada pela Husqvarna, rede sueca líder em equipamentos de paisagismo, mostrou que o chamado "efeito do jardim" na hora da compra de uma casa é maior do que o imaginado. O estudo, feito com cinco mil proprietários de imóveis de nove países diferentes, dentre eles o Brasil, mostrou que o aumento de vendas é de 10% para um condomínio ou residência com jardim bem cuidado e de 16% caso essa mesma edificação fique em uma rua com várias árvores. Se sua casa ou apartamento é rodeado por concreto, não precisa desanimar. Existe um caminho verde para todos.

Em novas construções, esse recanto é obrigatório. No caso de prédios antigos, caso haja alguma área livre ou mesmo um espaço já pavimentado, mas subutilizado, a transformação é simples. Nem é preciso aprovar projeto nos órgãos públicos. "Convoque uma assembleia, discuta com seus vizinhos, veja se alguém está disposto a ceder parte da garagem, ou um playground que as crianças não usam. Uma área de nove ou 12 metros quadrados já é suficiente. Depois, é só consultar um paisagista, plantar e aproveitar", afirma o arquiteto Antenor Vieira de Melo.

Para quem quer começar o jardim por conta própria, as prefeituras costumam dar orientação e, em alguns casos, até mudas de planta gratuitas. É o que acontece em Olinda, que tem uma sementeira pública para ajudar na arborização da cidade. "Oferecemos mudas tanto para quem quer fazer um jardim privado como para quem quer adotar uma praça ou colocar na rua. E também instruímos sobre as opções mais convenientes para que depois estas árvores não causem danos ao patrimônio", comenta o secretário de serviços públicos, Oswaldo Lima Neto.

Já a Prefeitura do Recife está organizando um manual de arborização da cidade para ajudar os moradores que querem contribuir para um município mais verde. O estudo, porém, será mais útil para áreas privadas, uma vez que apenas a Emlurb está habilitada a plantar, podar ou erradicar árvores das vias públicas, como explica o diretor de Políticas Ambientais, Maurício Guerra. "Quem achar que existe espaço na sua rua ou uma praça por perto que poderia abrigar mais árvores deve ligar para o 156 e solicitar o serviço. A Emlurb vai verificar a viabilidade e plantará a muda gratuitamente." O livro será disponibilizado no site da prefeitura em maio.

Para Marcelo Gomes, presidente do conselho consultivo da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), a iniciativa é urgente, pois existe um déficit de árvores no estado. "Esse manual deveria existir há muito tempo, porque a árvore melhora as paisagens urbanas, diminui a sensação térmica e ainda constrói uma área de convivência urbana, estas três coisas, por si só, agregam valor a qualquer imóvel", ressalta. Ele lembra, porém, que existe um outro lado no qual é preciso atenção. "Elas também pode destruir calçadas e muros, romper redes elétricas e cair em cima de veículos ou pessoas. Por isso é necessária uma maior conscientização sobre o que pode ser plantado e como fazer isso.
Leia Mais ►

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Será que reformas sempre valorizam os imóveis? Como avaliar o retorno?

InfoMoney -


SÃO PAULO - Reformar um imóvel não é uma tarefa fácil. É preciso muito planejamento, disposição, tempo e, o mais importante, dinheiro. Ao decidir reforma a residência, o proprietário ainda tem de avaliar se esse investimento vai permitir que o imóvel se valorize, ou seja, se na hora da venda, ele conseguirá o retorno de pelo menos parte de tal desembolso.

O diretor de condomínios da Habitacional Administradora, Marcio Bagnato, explica que, na hora da venda, os compradores levam em consideração, principalmente, o estado em que o imóvel se encontra. “Dependendo do estado de conservação, o vendedor pode conseguir uma valorização de até 10%”, diz Bagnato.

Na prática, se no mesmo prédio houver duas unidades à venda, na faixa dos R$ 600 mil, mas uma delas estiver mais bem cuidada, o vendedor consegue vender por até R$ 60 mil a mais, em média. O especialista explica que os itens que mais valorizam o imóvel são aqueles que conferem uma aparência melhor a ele. O piso e a pintura, ainda mais se houver textura, serão diferenciais.

O padrão do imóvel
Ter armários embutidos também pode fazer diferença na hora da venda. “Pode ser um fator de decisão de compra”, diz a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. Apesar desses investimentos no seu imóvel serem positivos, é preciso tomar alguns cuidados. De acordo com os especialistas, as reformas devem estar alinhadas com o padrão do imóvel. Ou seja, se você decidir colocar um piso extremamente caro em um apartamento de classe média, dificilmente conseguira recuperar esse valor.

Quanto mais alto o padrão do imóvel, será mais fácil recuperar o investimento, pois os consumidores de alta renda costumam prestar mais atenção aos detalhes e podem pagar mais pela diferença. Mas isso nem sempre é regra. Roseli afirma que os consumidores de alta renda muitas vezes querem reformar eles mesmos o imóvel que compram, logo, não vão valorizar a reforma feita pelo atual proprietário.

Mas, como regra geral, é sempre interessante manter o imóvel atualizado e conservado, e investimentos nesse sentido sempre caminharão no sentido de valorizar o imóvel. Por outro lado, os especialistas explicam que os tipos de reformas que nem sempre ajudam a valorizar o imóvel são aqueles relacionados à manutenção, ou seja, tubulação e fiação. Se você, portanto, decidir investir na troca de tubulação, não espere grandes retornos por isso.

As áreas comuns
Pensando nas áreas comuns do prédio, a lógica é a mesma, ou seja, apesar dos desembolsos, vale a pena manter o prédio atualizado para que seja valorizado na hora da venda. Mas lembre-se: qualquer reforma deve estar de acordo com o padrão do imóvel.

Um sistema de segurança atual, uma fachada limpa e bonita e um jardim bem cuidado são os principais elementos em que vale a pena investir, de acordo com Bagnato. “É o cartão de visita de qualquer condomínio”, diz o especialista.
Leia Mais ►

Preço dos imóveis sobe acima da inflação 50 meses seguidos


Exame - 

Números do índice FipeZAP apontam uma valorização imobiliária impressionante - e bastante atípica - nos últimos anos

Brookfield 

São Paulo – É impressionante o que aconteceu nas maiores cidades brasileiras nos últimos anos em termos de valorização imobiliária. De acordo com o índice FipeZAP, os preços dos imóveis superaram a alta da inflação em todos os últimos 50 meses em São Paulo. No Rio de Janeiro, onde a coleta de dados também começou a ser realizada em janeiro de 2008, a inflação só bateu a alta dos imóveis no primeiro mês e perdeu para o mercado imobiliário nos outros 49

Já a pesquisa nacional com os dados de sete capitais brasileiras só começou a ser divulgada em setembro de 2010. Desde então, os preços dos imóveis superaram a inflação medida pelo IPCA por 19 meses seguidos. A conclusão mais direta desse movimento é que quem já possuía imóveis há alguns anos teve sua riqueza multplicada no período.
MêsInflação pelo IPCAVariação do preços dos imóveis no Brasil, segundo o índice FipeZapVariação em São PauloVariação no Rio
jan/080,54NDNDND
fev/080,49ND0,80%0,36%
mar/080,48ND1,36%0,64%
abr/080,55ND1,75%0,88%
mai/080,79ND1,66%0,91%
jun/080,74ND1,77%1,09%
jul/080,53ND1,69%0,88%
ago/080,28ND1,44%0,50%
set/080,26ND1,04%0,99%
out/080,45ND0,93%1,46%
nov/080,36ND1,38%1,89%
dez/080,28ND1,93%1,56%
jan/090,48ND1,50%1,23%
fev/090,55ND1,38%1,24%
mar/090,2ND1,14%1,10%
abr/090,48ND1,82%1,07%
mai/090,47ND1,84%1,10%
jun/090,36ND2,15%1,17%
jul/090,24ND1,96%1,66%
ago/090,15ND1,88%1,97%
set/090,24ND1,36%2,18%
out/090,28ND1,28%1,99%
nov/090,41ND1,56%2,54%
dez/090,37ND1,85%2,31%
jan/100,75ND1,69%2,14%
fev/100,78ND1,56%1,89%
mar/100,52ND1,62%2,27%
abr/100,57ND1,66%2,74%
mai/100,43ND1,37%2,74%
jun/100ND1,59%3,06%
jul/100,01ND2,01%3,17%
ago/100,04ND1,91%3,27%
set/100,452,09%1,93%3,08%
out/100,752,06%1,98%3,06%
nov/100,832,42%2,29%3,44%
dez/100,632,11%2,10%2,99%
jan/110,831,79%1,67%2,80%
fev/110,82,06%1,97%2,76%
mar/110,792,40%2,04%3,16%
abr/110,772,69%2,42%3,30%
mai/110,472,56%2,62%3,02%
jun/110,152,32%2,57%3,00%
jul/110,162,09%2,24%2,63%
ago/110,371,74%1,72%2,48%
set/110,531,86%1,96%2,46%
out/110,431,58%1,86%1,92%
nov/110,521,43%1,68%1,69%
dez/110,51,09%1,38%1,10%
jan/120,561,14%1,22%1,29%
fev/120,451,46%1,31%1,29%
mar/12ND1,40%1,29%1,42%


Os dados corroboram a teoria de que o Brasil passa por um momento de forte correção de preços no mercado imobiliário, o que, segundo especialistas, é considerado um movimento atípico e nunca duradouro. O mais famoso estudo sobre o assunto foi realizado pelo economista americano Robert Shiller, que coletou dados sobre os preços dos imóveis nos Estados Unidos durante mais de um século.

Sua conclusão: ainda que haja momentos de euforia e depressão em qualquer mercado imobiliário, no longo prazo os preços tendem a ser corrigidos de acordo com a inflação – nem mais nem menos do que isso.

Março

O índice FipeZap, divulgado nesta quarta-feira, também mostrou uma alta do preço dos imóveis de 1,4% em março. A valorização foi menor que a de fevereiro (1,5%), mas ainda deve se situar bem acima da inflação para o mês - ainda não divulgada pelo IBGE, o IPCA deve ficar abaixo de 0,5%, de acordo com as previsões de mercado. Apesar das altas recentes dos imóveis ainda serem representativas, a Fipe, responsável pelo cálculo do índice FipeZap, vê os preços em tendência de desaceleração nas principais capitais brasileiras.

As valorizações mais acentuadas no mês passado foram observadas em Belo Horizonte (2,6%) e Recife (2,1%). Já as menores variações ocorreram em Salvador (0%) e Fortaleza (0,6%). Em São Paulo e Rio de Janeiro, as altas foram de 1,3% e 1,4%, respectivamente.

O preço do metro quadrado mais caro do Brasil, por sua vez, pode ser encontrado no Distrito Federal, conforme a tabela abaixo:
LocalPreço do metro quadrado
Distrito FederalR$ 8.100
Rio de JaneiroR$ 7.796
São PauloR$ 6.295
RecifeR$ 5.122
Belo HorizonteR$ 4.735
FortalezaR$ 4.410
SalvadorR$ 3.688
Leia Mais ►