Conheça 10 motivos para comprar, manter ou vender ações do setor imobiliário
Por: Equipe InfoMoney
Dessa forma, os analistas recomendam 8 motivos para comprar as ações do setor, 1 para manter e 1 para vender. Confira:
1. Comprar: bem de 1ª necessidade
Imóvel é um bem indispensável e, segundo o educador financeiro Mauro Calil, sempre haverá demanda. “Trata-se de um setor extremamente necessário, que vai existir para sempre, sem imóvel ninguém vive. Isso favorece as empresas e por consequência suas ações na bolsa”, explica Calil.
Imóvel é um bem indispensável e, segundo o educador financeiro Mauro Calil, sempre haverá demanda. “Trata-se de um setor extremamente necessário, que vai existir para sempre, sem imóvel ninguém vive. Isso favorece as empresas e por consequência suas ações na bolsa”, explica Calil.
2. Comprar: crescimento urbano
O crescimento urbano é outro motivo que estimula o segmento imobiliário. A taxa de formação de famílias tem crescido em torno de 3% ao ano no Brasil, ou seja, cerca de 1,5 a 1,8 milhão de novas famílias por ano. “Isso se justifica pela baixa idade média do Brasil” explica Luiz Mauricio Garcia, analista do setor construção civil da Bradesco Corretora.
O crescimento urbano é outro motivo que estimula o segmento imobiliário. A taxa de formação de famílias tem crescido em torno de 3% ao ano no Brasil, ou seja, cerca de 1,5 a 1,8 milhão de novas famílias por ano. “Isso se justifica pela baixa idade média do Brasil” explica Luiz Mauricio Garcia, analista do setor construção civil da Bradesco Corretora.
3. Comprar: mercado corporativo
O mercado corporativo imobiliário promete um futuro brilhante, segundo especialistas. “Em algumas regiões, como a nordeste, é possível encontrar grandes oportunidades e valorização de até 30% desses patamares iniciais em um horizonte de dois anos”, acredita José Alves, sócio diretor TRX Realty.
O mercado corporativo imobiliário promete um futuro brilhante, segundo especialistas. “Em algumas regiões, como a nordeste, é possível encontrar grandes oportunidades e valorização de até 30% desses patamares iniciais em um horizonte de dois anos”, acredita José Alves, sócio diretor TRX Realty.
4. Manter: sem medo da “bolha”
“Não há possibilidade de bolha”, afirma Alves. Segundo ele, o mercado ficou tanto tempo estagnado e sem reajustes que agora o movimento que estamos observando é somente de recuperação, o que minimiza a possibilidade de que os preços atuais estejam fora da realidade e, consequentemente, resultem em uma bolha.
“Não há possibilidade de bolha”, afirma Alves. Segundo ele, o mercado ficou tanto tempo estagnado e sem reajustes que agora o movimento que estamos observando é somente de recuperação, o que minimiza a possibilidade de que os preços atuais estejam fora da realidade e, consequentemente, resultem em uma bolha.
5. Comprar: cenário econômico favorável
O País passa por um momento de intenso crescimento de renda, emprego e confiança do consumidor, mesmo com a crise econômica internacional. Todos estes fatores ajudam na decisão de compra de um imóvel e aquecem as vendas, promovendo valorização das empresas na bolsa.
O País passa por um momento de intenso crescimento de renda, emprego e confiança do consumidor, mesmo com a crise econômica internacional. Todos estes fatores ajudam na decisão de compra de um imóvel e aquecem as vendas, promovendo valorização das empresas na bolsa.
6. Comprar: Minha Casa Minha Vida
O programa governamental Minha Casa Minha Vida é outro destaque positivo do setor. “O aumento nos valores de financiamento das unidades e na renda limite das famílias aptas a buscar o financiamento é expressivo”, afirma Garcia. O Governo pretende construir 2 milhões de novas residências até 2014, número que pode crescer ainda em 400 mil unidades.
O programa governamental Minha Casa Minha Vida é outro destaque positivo do setor. “O aumento nos valores de financiamento das unidades e na renda limite das famílias aptas a buscar o financiamento é expressivo”, afirma Garcia. O Governo pretende construir 2 milhões de novas residências até 2014, número que pode crescer ainda em 400 mil unidades.
7. Vender: resultados negativos e falta de foco
Os resultados do 2º trimestre foram considerados mistos pelos analistas, o que pode comprometer os investimentos no curto prazo. “Tivemos empresas que sofreram com fatores relacionados as 'dores do crescimento' e diversificaram demais suas atividades neste ciclo 2007/2008”, explica Garcia, da corretora do Bradesco. Segundo ele, faltou a estas companhias repensar seu segmento de atuação e aprimorar suas ferramentas de controle de custo.
Os resultados do 2º trimestre foram considerados mistos pelos analistas, o que pode comprometer os investimentos no curto prazo. “Tivemos empresas que sofreram com fatores relacionados as 'dores do crescimento' e diversificaram demais suas atividades neste ciclo 2007/2008”, explica Garcia, da corretora do Bradesco. Segundo ele, faltou a estas companhias repensar seu segmento de atuação e aprimorar suas ferramentas de controle de custo.
8. Comprar: crédito mais fácil
O atual cenário de queda de juros traz um apelo muito forte para o setor. Com a queda de juros é possível trazer novas fontes de financiamento além de ampliá-las.
O atual cenário de queda de juros traz um apelo muito forte para o setor. Com a queda de juros é possível trazer novas fontes de financiamento além de ampliá-las.
9. Comprar: Copa e Olimpíadas
Os eventos esportivos que ocorrerão no País - Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas do Rio em 2016 - também vão refletir em uma valorização do setor. As cidades precisarão de infraestrutura, o que refletirá positivamente no mercado.
Os eventos esportivos que ocorrerão no País - Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas do Rio em 2016 - também vão refletir em uma valorização do setor. As cidades precisarão de infraestrutura, o que refletirá positivamente no mercado.
10. Comprar: crescimento seguirá forte
Todos os especialistas consultados acreditam que o setor imobiliário ainda deve crescer por um longo período. “Dez anos ainda é um horizonte curto, podendo chegar até 20 anos. Estamos engatinhando neste setor”, acredita o sócio diretor da TRX Realty.
Todos os especialistas consultados acreditam que o setor imobiliário ainda deve crescer por um longo período. “Dez anos ainda é um horizonte curto, podendo chegar até 20 anos. Estamos engatinhando neste setor”, acredita o sócio diretor da TRX Realty.

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