| O engenheiro Cláudio Guisoli sugere solicitar referência de pelo menos uma dúzia de clientes atuais |
Assim como a estrutura do prédio, os elevadores têm de receber manutenção. A medida visa evitar o mau funcionamento, a paralisação do equipamento e, até mesmo, acidentes. Em alguns casos, é necessário, ainda, investir em sua modernização para que o elevador possa melhor atender seus usuários.
Para fazer o serviço, é imprescindível contar com profissionais especializados, como ressalta o engenheiro mecânico e consultor de elevadores da TVC Transporte Vertical Consultoria Profissional, Cláudio Henrique Guisoli. “Os serviços de manutenção, instalação, reforma e modernização de elevadores só podem ser executados por empresas fabricantes e/ou mantenedoras de elevadores”, diz.
Antes de contratar, é preciso observar alguns itens, como recomenda Cláudio Guisoli. “Essas empresas devem estar legalmente registradas no cadastro nacional de pessoa jurídica (com CNPJ ativo) e na Prefeitura de Belo Horizonte, com alvará de localização e funcionamento em dia. Além disso, a empresa deve ter registro no Conselho Regional de Engenharia e Agricultura (Crea)”, acrescenta.
Mas não bastam esses cuidados. Segundo o engenheiro, é necessário fazer uma visita à empresa para verificar suas instalações e recursos disponíveis para atendimento 24 horas. “Inclusive aos sábados, domingos e feriados. Além disso, conheça o almoxarifado da empresa. Um atendimento rápido depende também da disponibilidade imediata de peças de reposição.”
É preciso, ainda, verificar se a empresa é especializada na marca dos elevadores instalados no condomínio. “Uma empresa formada por ex-funcionários da fabricante do seu elevador tem maior possibilidade de prestar um serviço de melhor qualidade em função do treinamento que esses profissionais tiveram”, pondera o engenheiro.
Para se precaver melhor, Cláudio Guisoli recomenda que seja solicitada uma relação com pelo menos uma dúzia de clientes atuais da empresa, com nomes e telefones dos síndicos. “Faça uma pesquisa exaustiva junto a eles, questionando a respeito de todas as dúvidas que existirem e sobre a qualidade dos serviços de manutenção e/ou modernização prestados pela empresa.”
Todos esses cuidados são necessários para evitar transtornos aos moradores e complicações para o administrador do condomínio. “A obrigação do síndico vai além do simples contratar; é preciso contratar bem. Eventualmente, comprovada a negligência ou culpa do síndico, o condomínio pode, em ação de regresso, vir a buscar o ressarcimento dos danos na pessoa do síndico”, alerta Cláudio.
Quanto à periodicidade da manutenção, apesar de não haver norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou estar previsto na Lei Municipal 7.647/1999, Cláudio diz é recomendado que o serviço seja feito mensalmente. “A falta de manutenção periódica nos elevadores, além de reduzir a vida útil dos equipamentos, compromete sua segurança operacional e pode colocar em risco os usuários.”
De qualquer forma, é preciso ficar atento à execução do serviço com regularidade. “A falta de contrato de manutenção com uma empresa legalmente habilitada para o exercício dessa atividade sujeita o condomínio a multa e até a interdição dos elevadores pela fiscalização municipal”, adverte o engenheiro.
Para fazer o serviço, é imprescindível contar com profissionais especializados, como ressalta o engenheiro mecânico e consultor de elevadores da TVC Transporte Vertical Consultoria Profissional, Cláudio Henrique Guisoli. “Os serviços de manutenção, instalação, reforma e modernização de elevadores só podem ser executados por empresas fabricantes e/ou mantenedoras de elevadores”, diz.
Antes de contratar, é preciso observar alguns itens, como recomenda Cláudio Guisoli. “Essas empresas devem estar legalmente registradas no cadastro nacional de pessoa jurídica (com CNPJ ativo) e na Prefeitura de Belo Horizonte, com alvará de localização e funcionamento em dia. Além disso, a empresa deve ter registro no Conselho Regional de Engenharia e Agricultura (Crea)”, acrescenta.
Mas não bastam esses cuidados. Segundo o engenheiro, é necessário fazer uma visita à empresa para verificar suas instalações e recursos disponíveis para atendimento 24 horas. “Inclusive aos sábados, domingos e feriados. Além disso, conheça o almoxarifado da empresa. Um atendimento rápido depende também da disponibilidade imediata de peças de reposição.”
É preciso, ainda, verificar se a empresa é especializada na marca dos elevadores instalados no condomínio. “Uma empresa formada por ex-funcionários da fabricante do seu elevador tem maior possibilidade de prestar um serviço de melhor qualidade em função do treinamento que esses profissionais tiveram”, pondera o engenheiro.
Para se precaver melhor, Cláudio Guisoli recomenda que seja solicitada uma relação com pelo menos uma dúzia de clientes atuais da empresa, com nomes e telefones dos síndicos. “Faça uma pesquisa exaustiva junto a eles, questionando a respeito de todas as dúvidas que existirem e sobre a qualidade dos serviços de manutenção e/ou modernização prestados pela empresa.”
Todos esses cuidados são necessários para evitar transtornos aos moradores e complicações para o administrador do condomínio. “A obrigação do síndico vai além do simples contratar; é preciso contratar bem. Eventualmente, comprovada a negligência ou culpa do síndico, o condomínio pode, em ação de regresso, vir a buscar o ressarcimento dos danos na pessoa do síndico”, alerta Cláudio.
Quanto à periodicidade da manutenção, apesar de não haver norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou estar previsto na Lei Municipal 7.647/1999, Cláudio diz é recomendado que o serviço seja feito mensalmente. “A falta de manutenção periódica nos elevadores, além de reduzir a vida útil dos equipamentos, compromete sua segurança operacional e pode colocar em risco os usuários.”
De qualquer forma, é preciso ficar atento à execução do serviço com regularidade. “A falta de contrato de manutenção com uma empresa legalmente habilitada para o exercício dessa atividade sujeita o condomínio a multa e até a interdição dos elevadores pela fiscalização municipal”, adverte o engenheiro.

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