segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Especialistas ensinam como dar outra funcionalidade ao quarto de empregada nos imóveis

 Estado de Minas -

Veja como pequenas intervenções nesses espaços ajudam a ampliar a casa

Normalmente construídos perto da área de serviço ou da cozinha, os quartos para empregados podem ser transformados em locais de convivência para os moradores (Eduardo de Almeida/RA Studio)
Normalmente construídos perto da área de serviço ou da cozinha, os quartos para empregados podem ser transformados em locais de convivência para os moradores


A dependência de empregada era um ambiente essencial nos empreendimentos há alguns anos. Isso por ser comum as famílias contarem com uma empregada doméstica que dormia no serviço. Atualmente a realidade é outra e muitos optaram por diaristas. Com isso, o cômodo tem sido cada vez menos comum nos imóveis e, em alguns casos, é adaptado para o uso dos moradores. A carência de espaço nos imóveis exige que todos os ambientes da casa sejam bem aproveitados.

A designer de interiores Fabiana Visacro explica que, como muita gente trabalha fora e não come em casa, atualmente tem-se feito a opção de recorrer ao trabalho de diaristas. “Além disso, esse tipo de serviço está cada vez mais caro e escasso. Diante dessa realidade, os quartos de empregada acabam sendo transformados para aproveitar o espaço da casa.” Assim, os moradores ganham mais um espaço para usufruir no lar. E as destinações que podem ser dadas a ele são as mais variadas. A designer de interiores Laura Santos sugere alguns exemplos de novas funções. “Podemos transformar esses cômodos em pequenos escritórios, quartos de costura, ateliê, espaços de leitura. Vai da criatividade e da necessidade do cliente.”

A arquiteta Estela Netto reforça a posição das designers e dá outra sugestão para aproveitar mais esse cômodo da casa. “Uma ótima ideia é expandir algum espaço, agregando esse ambiente. Pode ser o quarto do casal, a cozinha, o banheiro. Depende do desejo do cliente”, diz. Ela já realizou um projeto com essas características e o resultado alcançado foi surpreendente. “O cliente era um rapaz solteiro que queria um banheiro maior, com banheira, ducha, cabine para bacia etc. Para realizar esse desejo, incorporei o dormitório de serviço ao banheiro da suíte, criando um ambiente maior e mais funcional”, conta.

As profissionais da VS Design Fabiana Visacro e Laura Santos também já mudaram o que antes era um quarto de serviço para proporcionar um novo ambiente aos moradores. “Transformamos o quarto de empregada em um espaço de descanso e de conversa, que remete à cidade de Tiradentes, muito apreciada pelos clientes. Como o espaço era pequeno, retiramos uma das paredes e a porta, proporcionando a integração com a sala de jantar e a cozinha.”

CUSTO 


Para quem aprovou a ideia e quer incluir esse cômodo no projeto de decoração da casa, Laura Santos revela que o valor não pesa muito no bolso, já que as medidas desses ambientes, geralmente, são mais compactas. “Com valor aproximado de R$ 2,5 mil consegue-se montar um quarto bastante funcional, incluindo o projeto, a marcenaria inteligente e itens de decoração.” Estela Netto diz que somente o projeto fica em torno de R$ 1,5 mil por ambiente. Já o valor da mão de obra para realização da marcenaria e os equipamentos eletrônicos vai depender do que for especificado em projeto, que para ser bem-sucedido tem que ter como premissa o bem-estar.

O trabalho do profissional designado para essa tarefa é avaliar as reais necessidades do espaço e as medidas disponíveis para priorizar o que realmente importa, seja para uso da empregada doméstica, seja para a transformação total do espaço. Para tanto, é necessário que se faça uma análise do projeto como um todo antes de adquirir qualquer peça de forma independente, como completa Fabiana Visacro. “Ou seja, o cronograma de obra feito pelo decorador é de suma importância.”

A diferença nos detalhes 
Propostas de decoração propõem conforto para os quartos de empregadas e soluções criativas para quem pretende adaptar o espaço a outra função em casa 


Para quem precisa da dependência de empregada, a designer de interiores Fabiana Visacro ressalta a importância de integrar o espaço no projeto de todo o imóvel. “Devemos considerar que esse quarto, além de um ambiente íntimo, será também um espaço complementar ao ambiente de trabalho de quem vai usufruí-lo”, comenta.

Projetos de escritório para espaços reduzidos, como este, podem ser facilmente adaptados em cômodos onde ficavam as dependências de empregada (Eduardo de Almeida/RA Studio)
Projetos de escritório para espaços reduzidos, como este, podem ser facilmente adaptados em cômodos onde ficavam as dependências de empregada
Por isso, a designer conta que ele precisa ser relaxante, confortável, de certa forma pessoal e adaptável, já que a rotatividade de profissionais pode ocorrer. “Vale lembrar a importância de deixar pequenos espaços para alguns pertences pessoais, como porta-retratos, livros e outros”, aponta Fabiana.

Assim como em uma empresa, é necessário proporcionar um local agradável que possibilite o desenvolvimento do trabalho do empregado doméstico da melhor maneira possível. De acordo com a arquiteta Flávia Zambelli, “oferecer um ambiente agradável, com conforto e segurança, é um dos atrativos para manter as empregadas nos lares. Esse espaço deve oferecer condições para que elas se sintam verdadeiramente em casa”.

Para possibilitar essa atmosfera, a arquiteta sugere um quarto elaborado com um pequeno estar, com frigobar e TV, para que a doméstica, em seus momentos de descanso, tenha total privacidade da movimentação da casa. “Mobiliário bem confortável que atenda suas necessidades, indo contra o atual padrão, sempre muito apertado. Para o banheiro, uma bancada com dimensões que permitam uma utilização também confortável”, acrescenta Flávia Zambelli.

O cuidado com esse espaço é proporcional à importância que, muitas vezes, uma funcionária que presta serviços gerais, uma babá ou um motorista têm para a família, segundo a arquiteta Estela Netto. “E seu bem-estar e conforto refletem em seu trabalho. Por isso, não basta apenas um dormitório básico, mas um espaço acolhedor equipado com tecnologia, como TV e DVD, que são itens indispensáveis. Um bom armário e uma cama de qualidade também.”

Mas antes de escolher o que será utilizado, é preciso pensar e se programar para adequar boas soluções de iluminação, leiaute e circulação de ar natural. Isso inclui a forma correta de utilizar o mobiliário. Estela diz que as soluções para o espaço são inúmeras, mas não têm nada de específico. “Os modelos de cama, armário, móvel para TV são as mesmas opções do restante da casa.”

pequenos O ideal para esse tipo de ambiente, que em sua maioria tem tamanhos mais compactos, é utilizar a marcenaria inteligente, como indica a designer de interiores Laura Santos. “O interessante é poder contar com camas com gavetões, criados com gavetas em vez de mesinhas como apoio lateral, armário com portas de correr e prateleiras internas realocáveis para atender as diversas demandas de quem vai usufruí-lo. A ordem é otimizar o espaço.”

Quartos planejados, com mobiliário racional – de preferência modulado –, são as melhores opções para aproveitar ao máximo os espaços, conferindo a eles conforto, como informa Flávia Zambelli. “O primeiro passo para isso é levar em consideração o dimensionamento do ambiente para que a padronização do móvel seja adequada da melhor forma possível”, diz. Para compor o espaço, a arquiteta sugere ainda um sofá-cama de boa qualidade.

Curingas para não fazer feio

Além de analisar criteriosamente as medidas do ambiente, a designer de interiores Fabiana Visacro recomenda peças neutras e multifuncionais. “A pessoa que vai usufruir desse espaço pode ter hábitos e necessidades distintas das da família que a recebe. Portanto, peças práticas, funcionais e de linhas retas são as mais indicadas.” Para a designer de interiores Laura Santos, o importante é tornar o ambiente confortável, aconchegante, prático e bastante funcional para quem vai utilizá-lo. “Além de uma marcenaria adequada, que abrigue todos os pertences necessários, as caixas organizadoras também contribuem bastante para a organização do quarto de uma forma bastante econômica e charmosa. Os valores são bem acessíveis – a partir de R$ 15”, explica.

Fabiana Visacro confirma que entre os objetos indispensáveis a serem empregados na composição estão as caixas organizadoras. “De variadas estampas e tamanhos, podem compor o espaço com bastante charme e contribuem muito para a organização do quarto.” Mas há peças que, apesar de práticas e até mesmo decorativas, requerem cuidados para não causarem um certo desconforto visual ao deixar à mostra muitos itens e de variadas cores. “São as araras de closet ou bastões para cabides de roupa que se misturam aos demais acessórios expostos nas paredes”, diz Fabiana.

O mesmo vale para as caixas que, muitas vezes, ocupam espaços aéreos. Caso não sejam organizadas, podem causar poluição visual. “Em alguns casos, não há como evitar. Mas o ideal é reduzir o volume das peças e deixá-las rasteiras. Exemplo: peças únicas como cama com gavetões, criados com gavetas, armário do piso ao teto recobrindo a parede”, cita Laura Santos. A escolha das soluções mais adequadas vai depender do uso e do tempo de permanência do empregado doméstico, segundo a arquiteta Estela Netto. “Se, por exemplo, seu funcionário for morar na sua casa de segunda a sexta-feira, o projeto e a escolha devem ser muito em função desse longo prazo que ele passará em serviço. Mas se funcionários passam apenas o dia no trabalho, não é necessário pensar o ambiente da mesma forma.”

LIMPEZA 

Outro ponto que conta muito na hora de escolher é a manutenção do espaço, seja com relação à limpeza ou mesmo à forma como ele é decorado. Quando o assunto é tornar esse ambiente aconchegante, prático e funcional com economia, a dica é investir no MDF na cor branca, “que, normalmente, é um material durável, de qualidade, mas com preço muito em conta”, diz a arquiteta. Aliás, as cores neutras, como o branco neve, são as ideais para esse tipo de ambiente, segundo Laura Santos.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Conheça a piscina mais profunda do mundo

Casa Vogue -

Tanque desce 33 metros abaixo do nível do solo



Nada menos do que 2,5 milhões de litros de água preenchem os 33 metros de profundidade da Nemo33, a piscina mais profunda do planeta. O tamanho do abismo equivale a um prédio de 12 andares. Situada em Bruxelas, ela é a principal atração de uma escola de mergulho local e acabou atraindo gente de outros países e até de outros continentes.

A ideia é simular as condições encontradas no mar do arquipélago de Bora Bora, na Polinésia Francesa. A água é, portanto, aquecida a uma temperatura constante de 30°C. Para atender às rígidas exigências sanitárias da Bélgica, porém, não há acréscimo de cloro. Assim, o único meio de garantir a qualidade é trocar periodicamente os 2,5 milhões de litros – e contar com a higiene dos mergulhadores.
  (Foto: reprodução)

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Mercado aberto para o corretor

Diario de Pernambuco -

Profissional que comemora seu dia nesta semana é fundamental nos negócios imobiliários

Entre o desejo de adquirir um imóvel e a realização de fechar o negócio, muitas vezes a intermediação de um especialista se torna indispensável. Seja para acompanhar o cliente até o fechamento da compra ou apenas para orientá-lo quanto à melhor opção, os corretores de imóveis ou consultores imobiliários cumprem um papel fundamental, há 50 anos, quando foi regulamentada a profissão. Hoje, o mercado hoje exige profissionais qualificados e com dedicação individualizada a cada novo cliente. 

Novas e velhas gerações de corretores são unânimes em afirmar que conhecer o perfil do cliente é o primeiro passo para efetivar uma venda. O crescimento do setor de imóveis e a diversidade de opções para compra ou aluguel exigem desse profissional conhecimento amplo de mercado, qualificação e atualização permanente. É papel do corretor se inteirar das novas demandas e dos novos perfis de compradores.

Trindade diz que consultor imobiliário se diferencia pelo tratamento dado ao cliente (IMOBILIÁRIA EDUARDO FEITOSA/DIVULGAÇÃO)
Trindade diz que consultor imobiliário se diferencia pelo tratamento dado ao cliente
 


Paulo Trindade, 29 anos, corretor da Imobiliária Eduardo Feitosa, diz que o diferencial do consultor imobiliário está na forma de tratamento com o cliente. “O bom relacionamento é o que gera a venda. O perfil de cada cliente deve ser visto de forma bem específica. Os imóveis voltados para um público de solteiros é diferente do que devo oferecer para casais e aposentados, por exemplo.” Paulo é um dos que investe na carreira. Graduado em turismo e administração, atualmente cursa MBA em gestão de pessoas.


Com uma postura mais tradicional sem, no entanto, deixar de reconhecer que o mais importante para um corretor é o cuidado com o cliente, Arlindo Queiroz, 75 anos, autônomo na profissão há mais de 35, se diz envaidecido com a forma que adotou para conquistar o mercado. “Experiência e cursos que complementem a técnica adquirida com o dia a dia fazem a diferença na hora de analisar o perfil do comprador ou investidor. A confiança que se transmite é um ponto que não pode ser deixado de lado. Dessa forma, fiz meu nome no setor”, afirma.

O ofício de corretor surgiu no início do século 20 e foi regulamentado em 1962, no dia 27 de agosto, data em que é comemorado o Dia do Corretor de Imóveis. De acordo com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Pernambuco (Creci), atualmente são mais de 9 mil corretores registrados no Conselho e, desse número, cerca de 5 mil estão na ativa.
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Caixa firma parceria com a IBM para facilitar crédito imobiliário

Infomoney - 

Modernização do sistema deve agilizar as contratações de financiamentos habitacionais

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (30) uma parceria com a IBM e a Funcef (Fundação dos Economiários Federais) para facilitar o acesso ao crédito imobiliário.

De acordo com a instituição bancária, a intenção é modernizar os processos empresariais e os serviços do crédito imobiliário. Com esta iniciativa, será possível agilizar as contratações de financiamentos habitacionais.



Novidades
Os consumidores passarão a receber informações da situação de seus pedidos de crédito em tempo real, por meio de canais como internet e celular.

Uma das novidades mais importantes dessa ação é a possibilidade de, em breve, o crédito imobiliário estar disponível 24 horas por dia, nos sete dias da semana, levando as propostas de financiamento e sua concretização ao local onde os negócios serão realizados.

Também será possível aos consumidores realizarem a maior parte operacional dos negócios por meio da Internet, viabilizando a contratação por meio de escritura eletrônica, assinatura digital certificada e interação com Cartórios de Registros de Imóveis.

A contratação de crédito imobiliário sem circulação de papel, deve de acordo com o banco, gerar grande comodidade para os consumidores e redução de custos.

Crédito Habitacional
Até 24 de agosto de 2012, a Caixa contratou um total de R$ 63,1 bilhões em crédito imobiliário, relativos a mais de 700 mil contratos, o que representa um crescimento 32,1% superior ao contratado no mesmo período do ano passado, quando emprestou cerca de R$ 47,78 bilhões.
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Minas ocupa o quarto lugar no ranking nacional em número de construções verdes

Estado de Minas -

São 10 em processo de certificação como empreendimento imobiliário sustentável
Projeção do novo prédio da Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz), o primeiro a ter a certificação LEED em Minas Gerais como construção sustentável (Perspectiva/Divulgação)
Projeção do novo prédio da Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz), o primeiro a ter a certificação LEED em Minas Gerais como construção sustentável



O Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em número de construções ecologicamente corretas. A conscientização dos empreendedores e dos consumidores quanto à exigência de certificação fez explodirem os pedidos de reconhecimento de sustentabilidade nos empreendimentos imobiliários como forma de agregar valor ao produto.

O número de pedidos de certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), sistema de orientação e certificação ambiental criado pelo U.S Green Building Council, não para de crescer. Minas Gerais ocupa a quarta posição no ranking nacional, com um empreendimento já certificado e outros 10 em processo de certificação. O primeiro colocado é São Paulo, com 47 empreendimentos sustentáveis e 308 em processo, seguido pelo Rio de Janeiro, com 10 certificações e 83 em andamento, e o Paraná, com dois certificados e 35 em processo.

A questão da sustentabilidade pode estar na produção do material da construção, diz o arquiteto e professor no curso de extensão em sustentabililidade da PUC Minas André Buarque. A gestão energética e/ou de água pode ser contornada pelo ser humano com inteligência, da mesma forma que o material utilizado. No caso de cimento e ferragens, por exemplo, são materiais retirados de minério, que causam grandes impactos ambientais, não somente na extração, mas também no transporte. Madeiras, se forem manejadas de forma correta, podem causar impacto positivo, uma vez que o plantio de florestas para manejo purifica o ar. Entretanto, seu transporte até o local da construção causa impacto, por causa do uso de combustível fóssil.

Para a construção de casas de madeira, o material deve ser certificado e o cliente deve estar atento a isso. “No Brasil, não há muito o hábito de construir casas em madeira, uma vez que causa desconforto térmico.” Mas não é o que pensa o empresário Júlio Cezar Ramos, da Dakota Alto Padrão em Casas de Madeira, que aprendeu a construí-las em Imperatriz (MA) e adotou a técnica em Belo Horizonte. A empresária Márcia da Silva Batista, da MG Sistema Construtivo, também aposta no mercado de casas de madeira, mas adotou uma técnica diferenciada da usada nas pré-fabricadas. Sua empresa oferece até 30 modelos de plantas. Ela e Júlio Cezar garantem que trabalham somente com madeiras certificadas e de reflorestamento.

CONFERÊNCIA 

Márcia da Silva Batista, da MG Sistema Construtivo, diz que trabalha somente com madeiras certificadas e de reflorestamento  (Maria Tereza Correia/EM/D.A Press)
Márcia da Silva Batista, da MG Sistema Construtivo, diz que trabalha somente com madeiras certificadas e de reflorestamento
Há cinco anos, existiam no Brasil apenas oito empresas com a certificação Leed em andamento. E é com foco em apresentar, discutir e fomentar iniciativas desse mercado em potencial que a Reed Exhibitions Alcantara Machado (RXAM) promove a 3ª edição da Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo, entre os dias 11 e 13 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Além de apresentar o que há de mais atual em produtos e serviços do setor, o Greenbuilding Brasil oferece uma imersão no mundo sustentável a partir de conferências com especialistas e visitas técnicas que possibilitam entender na prática a exata dimensão de uma construção civil sustentável.

Segundo a gerente da Unidade de Negócios e Conferência da Reed, Márcia Coimbra, os especialistas nacionais e internacionais poderão transmitir ao público participante todo o panorama do setor da construção civil mundial, “quer pela apresentação de cases que foram classificados como referência global para o segmento, quer por meio da apresentação e as tendências que vão nortear os profissionais envolvidos nesse mercado nos próximos anos”.

Alternativa para reduzir custos 
O preço da construção pode cair pela metade com a substituição da alvenaria por material pré-fabricado e eliminação de resíduos

A utilização de material pré-fabricado pode diminuir em até 50% o custo de uma construção em relação à alvenaria, como garante o empresário Volmar Barcelos de Almeida Filho, da Nova Casa. A tecnologia de sua empresa usa placa e pilar de concreto em casas populares. A construção é rápida e não há desperdício de material.

O cliente recebe toda a estrutura pronta, ficando por sua conta o interior do imóvel, que ele construirá de acordo com seu gosto e seu orçamento. Esse acabamento representa cerca de 30% no preço final da construção. A Nova Casa fabrica, além do módulo estrutural, janelas, portas e telhado colonial.

De acordo com Volmar, a obra é barata em relação à alvenaria, uma vez que o tempo gasto na construção é bem reduzido. “Uma casa de dois quartos demora cerca de 10 dias para ficar pronta; uma de três quartos, em torno de 15 dias. São 30 modelos à disposição. Uma casa de 200 metros quadrados (m²) leva até 40 dias para ficar totalmente pronta, incluindo seu interior.

Volmar Barcelos, da Nova Casa, garante que a construção é rápida e não há desperdício de material  (Maria Tereza Correia/EM/D.A Press)
Volmar Barcelos, da Nova Casa, garante que a construção é rápida e não há desperdício de material
O empresário esclarece que a casa é definitiva, ou seja, não é desmontável. O terreno tem que ser natural, nivelado, com terra firme, sem aterro, e a fundação é feita pela empresa. “O pré-moldado é a construção do momento: rápida, baixo custo e usada em obras de hospitais, metrô, shopping e recentemente, o Estádio Independência.”

A MG Sistema Construtivo utiliza produtos padronizados de tecnologia avançada, permitindo obra rápida, limpa e com acabamento superior ao da alvenaria tradicional. Segundo a empresária Márcia da Silva Batista, ela é composta por perfis de aço galvanizado ou madeira, contraventados por painéis de OSB estrutural, lã de vidro, membrana e placa de cimento.

RECICLADOS 

A vantagem, segundo Márcia Batista, é que não há desperdício de material, além da rapidez na construção. São utilizados produtos reciclados e madeira de reflorestamento na estrutura: o pinus autoclave, com garantia de 20 anos.

Júlio Cezar Ramos, da Dakota Alto Padrão em Casas de Madeira, usa paraju, madeira nobre nativa da Amazônia. Segundo o construtor, a madeira não precisa de tratamento, mas deve ser feita manutenção a cada dois anos, principalmente nos locais muito atingidos pelo sol e água de chuva. Deve-se evitar o acúmulo de água junto à estrutura da construção.

“A manutenção é basicamente raspar, lixar e invernizar ou pintar. O cliente apresenta seu próprio projeto, mas temos várias opções para oferecer. Uma vez pronta, a casa de madeira pode receber modificações, desde que não se mexa na estrutura.”
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Inflação do aluguel acumula alta de 6% no ano, até agosto

Agência Estado - 

O Índice Geral de Preços-Mercado subiu 1,43% no mês de agosto, depois de avançar 1,34% em julho



O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 1,43% no mês de agosto, depois de avançar 1,34% em julho, divulgou, nesta

quinta-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa ficou dentro do intervalo das estimativas do mercado financeiro apuradas pelo AE Projeções, que iam de 1,31% a 1,61%, com mediana em 1,45%. Até agosto, o IGP-M, índice bastante usado no reajuste de contratos de aluguel, acumula altas de 6,07% no ano e de 7,72% nos últimos 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M deste mês. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve alta de 1,99% em agosto, após subir 1,81% em julho. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação positiva de 0,33%, depois de registrar elevação de 0,25% no mês anterior. Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,32%, ante 0,85% na mesma base de comparação.
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Análise: Preço do imóvel deve se estagnar em SP nos próximos 4 anos

FOLHA.com

Os resultados financeiros apresentados pelas principais incorporadoras com ações na Bolsa não têm sido nada animadores.


Com o capital obtido com o lançamento de seus papéis no mercado financeiro há alguns anos, muitas empresas alteraram seus focos de lançamento, investindo em uma expansão para outros Estados jamais vista no setor, mas sem o retorno desejado.

Já as que apostaram em trabalhar com o chamado "mais do mesmo", ou seja, aplicar seus recursos em áreas geográficas e produtos em que já tinham experiência, tiveram resultados mais satisfatórios.

Em decorrência disso, muitas incorporadoras resolveram voltar agora para o conhecido "arroz com feijão". São Paulo retoma seu lugar como foco de investimentos dessas empresas, mas não é tão simples como antes atuar nesse mercado.

Como nos anos recentes houve um boom imobiliário nas regiões metropolitanas e um encarecimento (e também esgotamento) expressivo de áreas para incorporação, a taxa de retorno nas grandes metrópoles ficou menor, quando não inexistente.

Nesse cenário, há um impasse: baixas velocidades de venda e não viabilidade de novos empreendimentos.

E o alto nível de estoque de apartamentos prontos cria ainda mais barreiras para novos lançamentos.

Assim, é possível afirmar que a tendência para os próximos quatro anos é a redução no ritmo de vendas e, consequentemente, estagnação do preço por metro quadrado, o que significa, na prática, redução do preço real, devido ao efeito da inflação.

Para solucionar a vida das incorporadoras, a única saída é a inovação.

Ou as empresas trabalham na criação de empreendimentos considerados surpreendentes pelo consumidor ou o arroz com feijão não encherá mais a barriga dessas companhias.
DANIEL BRITTO é especialista em mercado imobiliário da FIA (Fundação Instituto de Administração)
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Secovi promove semana imobiliária em setembro

FOLHA.com -

 
O Secovi-SP (sindicato da habitação) divulgou a programação da Semana Imobiliária, que acontece entre os dias 11 e 16/9, em sua sede, na Vila Mariana.

O evento é gratuito e busca proporcionar atualização, aperfeiçoamento, conhecimento, negócios e reconhecimento aos profissionais da cadeia da indústria imobiliária.

Veja a programação:

PROGRAMAÇÃO

11 e 12/9 - Quality Service Conference, que se propõe a discutir a qualidade dos serviços no Brasil, e workshop do Instituto Disney;

12/9 - Entrega do 18º Prêmio Master Imobiliário;

13 a 16/9 - Convenção Secovi, que apresenta os temas "O Novo Consumidor Brasileiro", "O Mercado Imobiliário no Interior", "Adaptação do Mercado Imobiliário às Novas Faixas de Preço" e "Panorama da Locação Comercial nas Principais Capitais Brasileiras".

14/4 - Fórum Urbanístico Internacional, com painéis sobre adensamento predial e drenagem urbana, reabilitação urbana planejada e desenvolvimento de bairros sustentáveis;

15/9 - Real Estate Showcase, em que empresários brasileiros e estrangeiros apresentarão produtos e encontrarão potenciais parceiros para realizar negócios.

SERVIÇO
Semana Imobiliária 2012
De 11 a 16/9
Local: r. dr. Bacelar, 1.043, Vila Mariana (zona sul de São Paulo)
Mais informações: www.semanaimobiliaria.com.br
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Conheça 5 caminhas charmosas e criativas para o seu pet

Pense Imóveis -

O seu bichinho de estimação merece ter um cantinho de destaque na sua casa, certo? Então confira as sugestões que o Pense Imóveis preparou


O mercado voltado aos animais de estimação oferece uma infinidade de caminhas e casinhas para que os pets fiquem sempre confortáveis. Veja algumas opções que destacamos:

1. Kooldog House
Com a proposta de também fazer parte da decoração da casa, a canadense Kooldog House vem em dois tamanhos: pequeno (com 36 centímetros de largura, 41 centímetros de altura e 50 centímetros de profundidade) e grande (com 46 centímetros de largura, 53 centímetros de altura e 66 centímetros de profundidade). Cada uma custa, em média, U$ 200 (cerca de R$ 400). A compra pode ser feita pelo site http://www.kooldog.ca.



2. PetNap Nasa
Esta luxuosa caminha possui tecnologia desenvolvida pela Nasa, agência espacial norte-americana. A PetNap Nasa é feita de uma espuma que se molda ao contorno do corpo do animal, tornando a cama mais confortável e fazendo-o dormir na posição correta.



3. Pousse Créative
O estilo de vida eco-friendly também faz parte do mundo dos pets. A loja francesa Jardin Chic, por exemplo, oferece opções de casinhas para os bichinhos que também têm espaço para as plantas crescerem. A casa, da marca Pousse Créative, serve tanto para cachorros como para gatos e custa por volta de R$ 600. Infelizmente, por enquanto, a Jardin Chic só entrega produtos para a França, Bélgica e Luxemburgo.



4. Kitty Meow
A Kitty Meow, criada pelo holandês Paul Hendrikx, do Studio Mango, tem um visual moderno. Com os dois andares, seu bichinho pode optar por dormir dentro (na boca do gato) ou fora dela (entre as orelhas do gato). Ou, ainda, se você tem dois bichinhos, a casinha pode ser utilizada por ambos.



5. Cat Crib
Chamada de Cat Crib, a peça é, na verdade, uma rede para os bichinhos que pode ser afixada nos pés de mesas e cadeiras. O produto ainda não está à venda, mas por meio do site oficial é possível reservar uma unidade. O preço de cada Cat Crib é de U$ 29 (R$ 60), sem frete. A empresa fará entregas no Brasil, depois que o produto for lançado por volta de setembro de 2012.

Cat Crib / Divulgação
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