Construção: otimismo quanto ao nível da atividade cai em julho
Fonte: Infomoney
SÃO PAULO – O nível de atividade da construção civil voltou a apresentar queda em julho, na comparação com junho deste ano, aponta a sondagem da construção civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e sindicatos da construção civil e divulgada nesta quinta-feira (25).
O indicador do nível de atividade marcou 51 pontos, o que representa uma queda de 1,4 ponto frente a junho de 2011.
Nas grandes empresas, o nível de atividade chegou a 54,8 pontos, enquanto nas médias ficou em 51 pontos e nas pequenas, em 47 pontos.
Na medição do nível de atividade efetivo em relação ao usual, o índice foi de 50 pontos em julho, o que representa uma queda de um ponto frente a junho. As grandes empresas apresentaram indicador de 53,2 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 47,1 pontos e 49,4 pontos, respectivamente.
Expectativas
Com relação às expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 60,1 pontos para agosto, índice 1 ponto menor que o esperado para julho. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.
O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 61,9 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 59,9 pontos, e das pequenas, com 58,3 pontos.
Novos empreendimentos e serviços
Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários também estão menos otimistas, com o indicador marcando 60,1 pontos para agosto, contra 61 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são novamente as mais confiantes (62,1 pontos), enquanto as médias registraram 59,9 pontos e as pequenas, 58,1.
Quanto ao índice de compras de insumos e matérias-primas, o índice passou de 60,3 pontos em julho para 59,7 pontos em agosto. As grandes empresas se destacam na expectativa de compra de insumos, com este indicador chegando a 62,3 pontos. As médias empresas marcaram 58,4 pontos e as pequenas, 58,5 pontos.
SÃO PAULO – O nível de atividade da construção civil voltou a apresentar queda em julho, na comparação com junho deste ano, aponta a sondagem da construção civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e sindicatos da construção civil e divulgada nesta quinta-feira (25).
O indicador do nível de atividade marcou 51 pontos, o que representa uma queda de 1,4 ponto frente a junho de 2011.
Nas grandes empresas, o nível de atividade chegou a 54,8 pontos, enquanto nas médias ficou em 51 pontos e nas pequenas, em 47 pontos.
Na medição do nível de atividade efetivo em relação ao usual, o índice foi de 50 pontos em julho, o que representa uma queda de um ponto frente a junho. As grandes empresas apresentaram indicador de 53,2 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 47,1 pontos e 49,4 pontos, respectivamente.
Expectativas
Com relação às expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 60,1 pontos para agosto, índice 1 ponto menor que o esperado para julho. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.
O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 61,9 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 59,9 pontos, e das pequenas, com 58,3 pontos.
Novos empreendimentos e serviços
Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários também estão menos otimistas, com o indicador marcando 60,1 pontos para agosto, contra 61 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são novamente as mais confiantes (62,1 pontos), enquanto as médias registraram 59,9 pontos e as pequenas, 58,1.
Quanto ao índice de compras de insumos e matérias-primas, o índice passou de 60,3 pontos em julho para 59,7 pontos em agosto. As grandes empresas se destacam na expectativa de compra de insumos, com este indicador chegando a 62,3 pontos. As médias empresas marcaram 58,4 pontos e as pequenas, 58,5 pontos.

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