A variação se explica pela mudança no tipo de imóvel lançado. Se em 2010 os quitinetes de até 70 m² eram mais comuns, este ano a cidade viu a área média da unidade lançada saltar para 93 m². O valor médio do metro quadrado se manteve em torno de R$ 10,5 mil.
Atualmente, os lançamentos estão concentrados no setor noroeste, próximo à asa norte, que foi liberado recentemente para receber novos edifícios. A proximidade do plano piloto, onde os terrenos livres são escassos, tem mantido os preços altos.
Outra razão para a valorização estaria no perfil do comprador de Brasília: o funcionário público, diz o presidente da Ademi-DF (Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário), Adalberto Valadão. "Ele [o funcionário] sabe que não vai perder o emprego. Isso dá tranquilidade para que ele compre mais do que em outras cidades".
Para o diretor da Geoimovel, Marcelo Molari, os preços dos residenciais não vão mudar em Brasília, assim como o ritmo de lançamentos. "O mercado imobiliário vai continuar se expandindo no centro-oeste", prevê.

Nenhum comentário:
Postar um comentário