No trimestre concluído em fevereiro, o nível médio do indicador foi 8,4% inferior ao de igual período em 2011, uma queda menos acentuada que a de 8,7% registrada em janeiro de 2012, na mesma base de comparação.
Na base de comparação interanual, os destaques positivos foram os grupos Preparação do Terreno, com variação de 0,1%, no trimestre concluído em fevereiro de 2012, ante -1,0%, em janeiro; e Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição, com Operador, com variação de -15,7%, ante -19,3%. No sentido inverso, os segmentos Obras de Acabamentos, com variação de -9,1% em fevereiro, contra -5,4% em janeiro; e Obras de Instalações - com variações de -5,5% e -4,6%, respectivamente - foram os que pressionaram negativamente a confiança do setor.
Entre janeiro e fevereiro, houve ligeiro avanço tanto do Índice da Situação Atual (ISA-CST) quanto do Índice de Expectativas (IE-CST). A variação interanual trimestral do ISA-CST passou de -11,5% para -11,1% e do IE-CST de -6,1% para -5,9%.
O item situação atual dos negócios foi o que mais contribuiu para a queda do ISA-CST no trimestre concluído em fevereiro de 2012: das 721 empresas consultadas, 34,6% consideraram a situação atual como boa, contra 48,1%, no mesmo período de 2011; enquanto 9,8% a consideraram ruim (contra 5,9%).
O quesito tendência dos negócios para os próximos seis meses foi o que mais influenciou na redução do IE-CST, no trimestre concluído em fevereiro: a expectativa de melhora nos negócios foi de 49,5%, ante a 57,3%, no mesmo período de 2011. Já o contingente que espera piora foi de 3,5%, contra 2,0%.
Com informações da FGV

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