"São pessoas que antes mesmo de receberem as chaves já venderam as casas. Todos estes casos estão agora nas mãos da procuradoria do município que está, judicialmente, resolvendo essa questão", explica Rosângela Paulino Alexandrino, diretora de habitação de Araranguá.
Segundo ela, nestes casos, as famílias perdem o direito de serem incluídas em qualquer programa habitacional desenvolvido em Santa Catarina. "Eles saem da fila e são também punidos com a exclusão destes programas", ressalta.
Rosângela alerta também, que as famílias que compram acabam amargando prejuízo. "Eles perdem o dinheiro. Estes são programas do governo não há como comprar estas casas, furar a fila. São imóveis para contemplar famílias que precisam de um lugar para morar", lembra.
A diretora explica que o número de ocorrências só não é maior graças ao trabalho desenvolvido. "As famílias contempladas passam por um processo de orientação. São assuntos que vão desde cuidados básicos com saúde e higiene até estas questão legal".
Atualmente, Araranguá possui 154 casas em construção em dois conjuntos habitacionais

Nenhum comentário:
Postar um comentário