De acordo com especialista, a tendência é que situação melhore.
Segundo o Ministério do Trabalho, a construção civil, no mês de abril deste ano, no estado, apresentou uma queda de 0,64%. Foram 3.956 contratações e 4.357 demissões, um déficit de 400 empregados. “Essa diminuição é decorrência do enfraquecimento dos lançamentos. E a redução no número de lançamentos é consequência da queda da procura. A procura diminuiu porque os preços subiram e as pessoas não aumentaram a capacidade de suas rendas, então se a procura diminuiu, os lançamentos também diminuirão”, explicou José Carlos Ribeiro, empresário do setor.
A grande dificuldade que os operários demitidos enfrentam, agora, é receber o seguro desemprego no Ministério de Trabalho. No primeiro semestre deste ano, a procura pelo seguro, na Sede da Superintendência Regional do Trabalho, em São Luís, foi notável. O CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulga dados oficiais em todo o Brasil e no estado do Maranhão, o cadastro que é vinculado ao Ministério do Trabalho afirma que no mês de maio, na construção civil, o saldo foi positivo. Foram contratados 4.851 trabalhadores e demitidos 4.156.
De acordo com o superintendente regional do Trabalho, Alan Kardec, a tendência, agora no segundo semestre, é melhorar. “Já houve uma reação positiva, mais de 500 novas vagas de emprego na construção civil. A tendência até o final do ano e que a quantidade de emprego cresça muito mais”, concluiu ele.

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