As restrições impostas pelo governo nos últimos dois anos, para tentar desinflar a bolha do mercado imobiliário, são o principal fator doméstico na desaceleração da economia chinesa.
Depois de investimentos realizados na onda do pacote de estímulo lançado em 2008, o setor tem estoques de residências para quase um ano nas maiores cidades do país, Pequim e Xangai.
Os negócios reagiram no último mês por causa de descontos oferecidos pelas construtoras. Mas analistas não acreditam que haja possibilidade de retomada dos investimentos no curto prazo.
O setor responde por cerca de 25% do PIB chinês e tem impacto sobre uma série de indústrias, que vão da siderurgia à produção de eletrodomésticos e carros. Seu comportamento define não apenas os movimentos da economia chinesa, mas a cotação de matérias-primas, como o minério de ferro, exportado pelo Brasil e usado na fabricação de aço. / C.T.

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