Acordos entre os moradores permitem que aparelhos sejam utilizados por todos sem abuso
Com a necessidade de praticidade, otimização do tempo e ainda de ter uma vida mais saudável, em muitos projetos imobiliários está prevista a implantação de quadras esportivas. Entretanto, quando a obra está pronta e os moradores começam a ocupar o condomínio, o uso do espaço tem de ser bem administrado, para que todos possam usufruir dele de forma organizada e segura.
Além das quadras de peteca, vôlei e poliesportivas, que há algum tempo fazem parte dos empreendimentos, o vice-presidente das administradoras de condomínio da CMI/Secovi-MG, Leonardo Mota Costa, nota que é comum encontrar hoje as de tênis. “Essas são, geralmente, de dois tipos: saibro ou cimento lisonda (piso emborrachado)”, conta.
Só para ter uma ideia em relação à manutenção desse espaço, Leonardo diz que, caso seja de saibro, a manutenção tem de ser realizada, praticamente, todos os dias, já que esse tipo de quadra tem um desgaste maior. “No caso das de lisonda, é menor, porque é um material mais resistente.”
Independentemente do tipo de quadra, seu uso tem de obedecer à vontade dos condôminos, por meio da criação de um regimento interno, conforme Leonardo Costa. “As regras de utilização, portanto, devem ser criadas em uma assembleia, que dará origem ao regimento”, conta.
Por isso, Leonardo Costa ressalta a importância de se terem normas de utilização benfeitas e claras, para evitar problemas. “Toda área de lazer em condomínio, especialmente a quadra, se não for bem gerenciada pode se transformar em foco muito grande de conflitos. O condomínio pode, inclusive, cobrar taxa de uso para cobrir a ma
nutenção do espaço”, diz.
Isso é necessário até mesmo porque, caso algum condômino se acidente por não terem sido tomados os devidos cuidados para que a quadra possa ser utilizada, o condomínio pode sofrer as consequências. “Qualquer defeito ou problema de manutenção é de responsabilidade do condomínio, que pode ser condenado a pagar indenização por omissão, danos morais, materiais ou pessoais”, adverte Leonardo.
SEGURO
Para se prevenir acerca de possíveis acidentes na quadra, caso ela não esteja em boas condições de uso, é essencial adotar medidas preventivas. “Além de realizar a manutenção corretamente, a recomendação é de que o condomínio faça um seguro contra acidentes pessoais para se resguardar. É importante, também, escolher fornecedores que ofereçam garantia de materiais ou de instalações e colocar avisos e sinais em locais de risco.”
Mas os condôminos também têm de fazer a sua parte para evitar transtornos, cumprindo o que foi estabelecido no regimento interno. Isso inclui respeitar as regras de utilização e as sinalizações. “Além de utilizar o bom senso e cuidar das crianças”, aconselha Leonardo Costa.
Além das quadras de peteca, vôlei e poliesportivas, que há algum tempo fazem parte dos empreendimentos, o vice-presidente das administradoras de condomínio da CMI/Secovi-MG, Leonardo Mota Costa, nota que é comum encontrar hoje as de tênis. “Essas são, geralmente, de dois tipos: saibro ou cimento lisonda (piso emborrachado)”, conta.
Só para ter uma ideia em relação à manutenção desse espaço, Leonardo diz que, caso seja de saibro, a manutenção tem de ser realizada, praticamente, todos os dias, já que esse tipo de quadra tem um desgaste maior. “No caso das de lisonda, é menor, porque é um material mais resistente.”
Independentemente do tipo de quadra, seu uso tem de obedecer à vontade dos condôminos, por meio da criação de um regimento interno, conforme Leonardo Costa. “As regras de utilização, portanto, devem ser criadas em uma assembleia, que dará origem ao regimento”, conta.
Por isso, Leonardo Costa ressalta a importância de se terem normas de utilização benfeitas e claras, para evitar problemas. “Toda área de lazer em condomínio, especialmente a quadra, se não for bem gerenciada pode se transformar em foco muito grande de conflitos. O condomínio pode, inclusive, cobrar taxa de uso para cobrir a ma
nutenção do espaço”, diz.
| O advogado Leonardo Costa diz que é preciso criar um regimento interno para o uso de quadras |
Isso é necessário até mesmo porque, caso algum condômino se acidente por não terem sido tomados os devidos cuidados para que a quadra possa ser utilizada, o condomínio pode sofrer as consequências. “Qualquer defeito ou problema de manutenção é de responsabilidade do condomínio, que pode ser condenado a pagar indenização por omissão, danos morais, materiais ou pessoais”, adverte Leonardo.
SEGURO
Para se prevenir acerca de possíveis acidentes na quadra, caso ela não esteja em boas condições de uso, é essencial adotar medidas preventivas. “Além de realizar a manutenção corretamente, a recomendação é de que o condomínio faça um seguro contra acidentes pessoais para se resguardar. É importante, também, escolher fornecedores que ofereçam garantia de materiais ou de instalações e colocar avisos e sinais em locais de risco.”
Mas os condôminos também têm de fazer a sua parte para evitar transtornos, cumprindo o que foi estabelecido no regimento interno. Isso inclui respeitar as regras de utilização e as sinalizações. “Além de utilizar o bom senso e cuidar das crianças”, aconselha Leonardo Costa.

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